domingo, 6 de maio de 2012

Estrondo seguido de tremor de terra assusta moradores em Santa Catarina


Um forte estrondo seguido de tremor de terra assustou moradores de Joinville, cidade localizada a 190Km ao norte de Florianópolis, na noite deste sábado.
A situação ocorreu no distrito de Pirabeiraba e em regiões próximas à Serra Dona Francisca, por volta de 21h. De acordo com os relatos, um forte estrondo seguido de pelo menos quatro fortes tremores atingiram o local.
Nas redes sociais, moradores relataram o caso e chegaram a afirmar que se tratava de uma suposta explosão de um gasoduto na região.
De acordo com a Defesa Civil de Joinville, houve pânico no momento dos tremores e várias casas tiveram problemas com vidros e telhas quebradas. A suposta explosão, entretanto, não foi confirmada pelos coordenadores locais. Várias ligações congestionaram as linhas do órgão e do Corpo de Bombeiros.
O coordenador operacional da Defesa Civil em Joinville, José Carlos Eduardo Júnior, disse que técnicos irão realizar um sobrevoo na região para detectar o que pode ter causado os tremores. Na manhã deste domingo, uma equipe decolaria da base aérea da Polícia Militar.
"Foi um forte estrondo que chegou a assustar muito os moradores. Não há nenhuma confirmação do que possa ter causado o problema, pois pelo que nos consta não há gasoduto naquela região específica", disse. "Vamos sobrevoar a região para tentar descobrir o que aconteceu".

Evidências - Pessoas inteligentes acreditam em Deus? TV NovoTempo

HOMENS DE DEUS ;HOMENS LIVRES




Por A. W. Tozer
21 de Abril, 1897 -  12 de Maio, 1963



Vigiai, estai firmes na fé, portai-vos varonilmente e fortalecei-vos. (I Cor 16.13)

A igreja, neste momento, precisa de homens, o tipo certo de homens, homens ousados. Afirma-se que necessitamos de avivamento e de um novo movimento do Espírito; Deus, sabe que precisamos de ambas as coisas. Entretanto, Ele não haverá de avivar ratinhos. Não encherá coelhos com seu Espírito Santo.

A igreja suspira por homens que se consideram sacrificáveis na batalha da alma, homens que não podem ser amedrontados pelas ameaças de morte, porque já morreram para as seduções deste mundo. Tais homens estarão livres das compulsões que controlam os homens mais fracos. Não serão forçados a fazer as coisas pelo constrangimento das circunstâncias; sua única compulsão virá do íntimo e do alto.

Esse tipo de liberdade é necessária, se queremos ter novamente, em nossos púlpitos, pregadores cheios de poder, ao invés de mascotes. Esses homens livres servirão a Deus e à humanidade através de motivações elevadas demais, para serem compreendidas pelo grande número de religiosos que hoje entram e saem do santuário. Esse homens jamais tomarão decisões motivados pelo medo, não seguirão nenhum caminho impulsionados pelo desejo de agradar, não ministrarão por causa de condições financeiras, jamais realizarão qualquer ato religioso por simples costume; nem permitirão a si mesmos serem influenciados pelo amor à publicidade ou pelo desejo por boa reputação.

Muito do que a igreja faz em nossos dias, ela o faz porque tem medo de não fazê-lo. Associações de pastores atiram-se em projetos motivados apenas pelo temor de não se envolverem em tais projetos.

Sempre que o seu reconhecimento motivado pelo medo (do tipo que observa o que os outros dizem e fazem) os conduz a crer no que o mundo espera que eles façam, eles o farão na próxima segunda-feira pela manhã, com toda a espécie de zelo ostentoso e demonstração de piedade. A influência constrangedora da opinião pública é quem chama esses profetas, não a voz de Jeová.

A verdadeira igreja jamais sondou as expectativas públicas, antes de se atirar em suas iniciativas. Seus líderes ouviram da parte de Deus e avançaram totalmente independentes do apoio popular ou da falta deste apoio. Eles sabiam que era vontade de Deus e o fizeram, e o povo os seguiu (às vezes em triunfo, porém mais freqüentemente com insultos e perseguição pública); e a recompensa de tais líderes foi a satisfação de estarem certos em um mundo errado.

Outra característica do verdadeiro homem de Deus tem sido o amor. O homem livre, que aprendeu a ouvir a voz de Deus e ousou obedecê-la, sentiu o mesmo fardo moral que partiu os corações dos profetas do Antigo Testamento, esmagou a alma de nosso Senhor Jesus Cristo e arrancou abundantes lágrimas dos apóstolos.

O homem livre jamais foi um tirano religioso, nem procurou exercer senhorio sobre a herança pertencente a Deus. O medo e a falta de segurança pessoal têm levado os homens a esmagarem os seus semelhantes debaixo de seus pés. Esse tipo de homem tinha algum interesse a proteger, alguma posição a assegurar; portanto, exigiu submissão de seus seguidores como garantia de sua própria segurança. Mas o homem livre, jamais; ele nada tem a proteger, nenhuma ambição a perseguir, nenhum inimigo a temer. Por esse motivo, ele é alguém completamente descuidado a respeito de seu prestígio entre os homens. Se o seguirem, muito bem; caso não o sigam, ele nada perde que seja querido ao seu coração; mas, quer ele seja aceito, quer seja rejeitado, continuará amando seu povo com sincera devoção. E somente a morte pode silenciar sua terna intercessão por eles.

Sim, se o cristianismo evangélico tem de permanecer vivo, precisa novamente de homens, o tipo certo de homens. Deverá repudiar os fracotes que não ousam falar o que precisa ser externado; precisa buscar, em oração e muita humildade, o surgimento de homens feitos da mesma qualidade dos profetas e dos antigos mártires. Deus ouvirá os clamores de seu povo, assim como Ele ouviu os clamores de Israel no Egito. Haverá de enviar libertação, ao enviar libertadores. É assim que Ele age entre os homens.

E, quando vierem os libertadores... serão homens de Deus, homens de coragem. Terão Deus ao seu lado, porque serão cuidadosos em permanecer ao lado dEle; serão cooperadores com Cristo e instrumentos nas mãos do Espírito Santo...


(Agradeço a Arthur Knaipp pela apresentação do texto, via facebook).


Sermão Pastor Alejandro Bullón


Bíblia Fácil - Programa 4 - Origem do Mal

sábado, 5 de maio de 2012

MAIS DE 10 MILHÔES JÁ LERAM A GRANDE ESPERANÇA NO SITE


Mais de 10 milhões já leram A Grande Esperança no site

Na web, o livro A Grande Esperança já foi compartilhado a mais de 10 milhões de pessoas em português e espanhol. A marca era uma meta colocada pela área de Web da Novo Tempo e da sede sul-americana adventista que foi alcançada através da cooperação de internautas de vários países. Hoje, sexta-feira, enquanto essa reportagem é escrita, o site oficial em português e espanhol apresenta o número exato de compartilhamentos na ordem de 10.258.084 exemplares.
Para o pastor Erton Köhler, líder sul-americano adventista, esse envolvimento de pessoas na web para disseminação da mensagem contida no livro A Grande Esperança é evidência da atuação divina para levar o conteúdo a um grande número de pessoas. A obra, adaptada do clássico livro O Grande Conflito, de autoria da escritora norte-americana Ellen White, apresenta uma visão do futuro e da religiosidade em geral segundo a Bíblia Sagrada. A leitura desse exemplar tem ajudado a influenciar na decisão de centenas de pessoas. [Felipe Lemos]
Veja alguns testemunhos abaixo sobre esse livro.

Domingo: Homenagem Protestante aos Católicos

Em 22 de maio de 1934 John L. Day, de Thomaston, Ga., EUA, obteve a seguinte resposta de The Catholic Extension Magazine, que no cabeçalho declara ser “a maior revista católica publicada nos EUA” para uma pergunta que fez sobre a questão sábado/domingo:
Com respeito à mudança da observância do sábado judaico para o domingo cristão, desejo chamar sua atenção para estes fatos:
(1) Que os protestantes que aceitam a Bíblia como regra de fé e religião, devem por todos os meios retornar à observância do sábado. O fato de que não o fazem, mas, ao contrário, observam o domingo, os estultifica aos olhos de todo homem pensante.
(2) Nós católicos não aceitamos a Bíblia como a única regra de fé. Além da Bíblia temos a Igreja viva, a autoridade da igreja como uma regra para nos guiar. Dizemos que esta igreja instituída por Cristo, para ensinar e guiar o homem através da vida, tem o direito de alterar as leis cerimoniais do Velho Testamento e daí, aceitamos sua mudança do sábado pelo domingo. Nós dizemos francamente: “Sim, a igreja fez esta mudança, criou esta lei, tal como fez muitas outras leis; por exemplo, o jejum da sexta-feira, o celibato sacerdotal, as leis concernentes aos casamentos mistos, o regulamento dos matrimônios católicos, e um milhar de outras leis”.
(3) Também declaramos que de todos os protestantes, os adventistas do sétimo dia constituem o único grupo que raciocina corretamente e é coerente com seus ensinos. É sempre um bocado engraçado ver igrejas protestantes, em púlpitos e legislaturas, requerendo a observância do domingo, sobre a qual nada consta na Bíblia. – Peter R. Tramer, Editor.
“Foi a Igreja Católica que, pela autoridade de Jesus Cristo, transferiu este repouso para o domingo em lembrança da ressurreição de nosso Senhor. Assim, a observância do domingo pelos protestantes é uma homenagem que prestam, malgrado seu, à autoridade da Igreja [Católica]”. – Louis Gaston de Ségur, Plain Talk About the Protestantism of To-day [Conversa Franca Sobre o Protestantismo de Hoje] (Boston; Patrick Donahoe, 1868), p. 225.
Pergunta: Como provamos que a Igreja tem poder de ordenar as Festas e Dias Santos?
Resposta: Pelo ato mesmo de mudar o sábado para o domingo, que é admitido pelos protestantes, e, portanto, contradizem-se por observarem tão estritamente o domingo, enquanto violam a maioria das outras festas ordenadas pela mesma igreja.
Pergunta: Como se prova isto?
Resposta: Porque por observar o domingo eles reconhecem o poder da Igreja para ordenar festas e exigi-las sob pena de transgressão, e por não observar as demais, igualmente por ela ordenadas, negam de fato o mesmo poder. – Manual of Christian Doctrine [Manual da Doutrina Cristã] , ou Catholic Belief and Practice [Crença e Prática Católicas] (Dublin: M. H. Gill & Son Ltd., 1916) pp. 67, 68.
“Observamos o domingo em lugar do sábado porque a Igreja Católica, em virtude de sua autoridade, transferiu a solenidade do sábado para o domingo”. – Peter Geiermann, The Convert’s Cathecism of Catholic Doctrine, pág. 50. Geiermann recebeu a “bênção apostólica” do Papa Pio X por seus trabalhos em 25 de janeiro de 1910.
Fonte: Prof. Azenilto Brito
Nota:
Já que se fala tanto, hoje em dia, em exame de DNA para determinar a paternidade ou mesmo a maternidade de uma criança (rs até uma distribuidora de gasolina falou “DNA”, para demonstrar a pureza do seu produto), nada melhor do que fazer um exame de verificação do DNA de todas estas igrejas protestantes e outras ditas evangélicas que professam pureza doutrinária e serem portadoras da Verdade:
“Já que o Sábado, e não o domingo, é especificado na Bíblia, não é curioso que os protestantes, que professam extrair da Bíblia a sua religião, observem o domingo ao invés do Sábado. Sim, é claro, não faz sentido, mas a mudança foi feita cerca de quinze séculos antes do protestantismo nascer. Eles continuaram a obedecer a este costume [TRADIÇÃO], embora esteja baseado na autoridade da Igreja Católica e não num texto explícito da Bíblia.
“Esta observância continua como uma lembrança da Igreja-Mãe da qual os protestantes se desligaram, como um garoto que foge de sua mãe mas ainda carrega em seu bolso uma foto ou um cacho de cabelos de sua mãe”. – Reverendo John O’Brian, A Fé de Milhões, págs. 421-422.
DNA DOUTRINÁRIO
Alguns pontos importantes para situar bem o leitor nesta questão:
- Biblicamente, só existem duas Igrejas: a Igreja Verdadeira e a Igreja falsa;
- Tanto uma como a outra são – profeticamente – apresentadas sob o simbolismo de mulheres (em profecia, mulher simboliza Igreja);
- A Igreja Verdadeira é representada por uma mulher pura, virgem – não contaminada com falsas doutrinas: “Viu-se grande sinal no céu, a saber, uma mulher vestida do Sol com a Lua debaixo dos pés e uma coroa de doze estrelas na cabeça” (Apocalipse 12:1). “Porque zelo por vós com zelo de Deus; visto que vos tenho preparado para vos apresentar como virgem pura a um só esposo, que é Cristo” (II Coríntios 11:2);
- A Igreja falsa é representada por uma mulher devassa – contaminada por inúmeras doutrinas falsas: “Veio um dos sete anjos que têm as sete taças e falou comigo, dizendo: Vem, mostrar-te-ei o julgamento da grande meretriz que se acha sentada sobre muitas águas [...] vi um mulher montada numa besta escarlate, besta repleta de nomes de blasfêmia, com sete cabeças e dez chifres. Achava-se a mulher vestida de púrpura e de escarlata, adornada de ouro, de pedras preciosas e de pérolas, tendo na mào um cálice de ouro transbordante de abominações e com as imundícias da sua prostituição. Na sua fronte, achava-se escrito um nome, um mistério: BABILÔNIA, A GRANDE, A MÃE DAS MERETRIZES E DAS ABOMINAÇÕES DA TERRA” (Apocalipse 17: 1, 3-5).
Babilônia é o Sistema da Falsa Adoração. Babilônia é o Complexo da Falsa Religião, Que Reúne Todos os Credos, Denominações e Religiões Divorciadas da Verdade [suas filhas]. De acordo com Apocalipse 17:1-5, todas estas religiões podem considerar-se, legitimamente, filhas de Babilônia: a Grande Meretriz.
Há muitas sinceras que – atraídas pelo “ouro”: brilho e aparência da falsa religião – estão sendo ludibriadas e presas ao engano. Para todos estes vem o alerta divino das Três Mensagens Angélicas de Apocalipse 14 (versos de 6 a 12) que:
1) Enfatiza a verdadeira adoração: Apocalipse 14:7;
2) Desmascara o sistema da falsa religião: Babilônia: Apocalipse 14:8;
3) Adverte a toda a humanidade quanto aos perigos espirituais de se manter quaisquer vínculos com Babilônia: Apocalipse 14:9-11;
4) Destaca uma das características principais da Verdadeira Igreja de Cristo, identificando-a em meio à confusão religiosa dos últimos dias da História deste mundo: Apocalipse 14:12.
Em Apocalipse 18, temos todo um capítulo reservado integralmente para a descrição dos juízos finais de Deus sobre Babilônia e todos aqueles de, de uma forma ou de outra, estiverem associados à falsa adoração; neste contexto, encontramos o veemente apelo divino: “Ouvi outra voz do Céu, dizendo: Retirai-vos dela, povo Meu, para não serdes cúm[lices em seus pecados e para não participardes dos seus flagelos” (Apocalipse 18:4).