sábado, 16 de março de 2013
sexta-feira, 15 de março de 2013
quinta-feira, 14 de março de 2013
Francisco: o primeiro papa jesuíta
O novo papa da Igreja Católica é o argentino Jorge Mario Bergoglio, jesuíta de 76 anos. Ele adotou o nome Francisco. O arcebispo do Rio, d. Orani, disse acreditar que a escolha do nome pode ser uma homenagem a São Francisco de Assis, pela simplicidade, e também a São Francisco Xavier, que foi jesuíta como o novo papa. Cardeal desde 2001 e arcebispo de Buenos Aires desde 1998, o nome dele não figurava entre os favoritos para suceder Bento XVI. Esta é a primeira vez, em 1300 anos, que o papa não é da Europa. Segundo John Allen Jr., um dos mais experientes vaticanistas da atualidade, Bergoglio é umortodoxo inflexível em matéria de moral sexual e convicto opositor do aborto, da união homossexual e da contracepção. Em 2010 ele afirmou que a adoção de crianças por gays é uma forma de discriminação contra as crianças, o que lhe valeu uma reprimenda pública por parte da presidente argentina Cristina Kirchner. Ao mesmo tempo, ele demonstra sempre profunda compaixão pelas vítimas da aids; em 2001, por exemplo, visitou um sanatório para lavar e beijar os pés de 12 pacientes soropositivos.
O anúncio da escolha do 266º pontífice da Igreja Católica foi feito pelo cardeal protodiácono (primeiro dos diáconos), o francês Jean-Louis Tauran. Antes do conclave, a imprensa argentina tinha pouca confiança nas chances de Bertoglio, que esteve perto de ser escolhido papa em 2005. Segundo o jornal Clarín, a idade avançada e alguns problemas recentes de saúde pesavam contra o cardeal nesta eleição. Sua entrada na Capela Sistina, porém, provocou aplausos entusiasmados dos presentes e deu um indício de sua força. O novo pontífice foi o segundo mais votado no conclave de 2005, no qual foi eleito o alemão Joseph Ratzinger, Bento XVI. [...]
(Estadão)
Nota: Realmente surpreende a eleição de um papa sul-americano (o primeiro da história). Francisco I (cujo desafio será grande) pareceu simpático e humilde em sua primeira declaração pública, pouco depois de eleito, mas há um detalhe que não pode ser passado por alto: ele também é o primeiro papa pertencente à ordem dos jesuítas. Essa ordem religiosa foi fundada em 1534, por Inácio de Loyola, logo após a Reforma Protestante. O objetivo da ordem era barrar o avanço do protestantismo, no contexto da Contrarreforma Católica (é bom lembrar que, além da pedofilia e dos desmandos financeiros, o avanço evangélico - especialmente na América do Sul - é uma das preocupações da cúpula católica).
Segundo resenha do livro A História Secreta dos Jesuítas, publicada no blogMinuto Profético, do pastor e mestre em Teologia Sérgio Santeli, Edmond Paris [o autor do livro] “demonstra, com uma riqueza bibliográfica digna de grandes obras, o papel histórico desempenhado pelos jesuítas em destruir o regime político republicano (liberdade civil) e o protestantismo (liberdade religiosa) onde quer que existissem, tendo como único e exclusivo objetivo final devolver ao Vaticano a supremacia política mundial (poder temporal)”. De acordo com Paris, o apoio jesuíta ao regime de Hitler, por exemplo, tinha um propósito declarado: enfraquecer as nações cujo regime político republicano e religião protestante eram um empecilho aos objetivos de supremacia da Sé Papal.
O Dr. Alberto Rivera (ex-jesuíta) escreveu na Introdução do livro: “No momento em que Inácio de Loyola apareceu em cena, a Reforma Protestante tinha danificado seriamente o sistema católico romano. Ele chegou à conclusão de que a única possibilidade de sobrevivência para a sua ‘igreja’ seria através do reforço dos cânones e doutrinas a respeito do poder temporal e da instituição católica romana. Isso aconteceria não pelo simples aniquilamento das pessoas, conforme os frades dominicanos se incumbiam de fazer através da Inquisição, mas pela infiltração e penetração em todos os setores da sociedade. ‘O protestantismo deve ser conquistado e usado para o benefício dos papas’, era a proposta pessoal de Inácio de Loyola ao papa Paulo III. Os jesuítas começaram a trabalhar imediatamente, infiltrando-se em todos os grupos protestantes, incluindo-se aí suas famílias, locais de trabalho, hospitais, escolas, colégios e demais instituições. Atualmente, têm sua missão praticamente concluída.”
Um século antes de Edmond Paris publicar seu livro, Ellen White escreveu: “Em toda a cristandade o protestantismo estava ameaçado por temíveis adversários. Passados os primeiros triunfos da Reforma, Roma convocou novas forças, esperando ultimar sua destruição. Nesse tempo fora criada a ordem dos jesuítas – o mais cruel, sem escrúpulos e poderoso de todos os defensores do papado. Separados de laços terrestres e interesses humanos, insensíveis às exigências das afeições naturais, tendo inteiramente silenciadas a razão e a consciência, não conheciam regras nem restrições, além das da própria ordem, e nenhum dever, a não ser o de estender o seu poderio.
O Dr. Alberto Rivera (ex-jesuíta) escreveu na Introdução do livro: “No momento em que Inácio de Loyola apareceu em cena, a Reforma Protestante tinha danificado seriamente o sistema católico romano. Ele chegou à conclusão de que a única possibilidade de sobrevivência para a sua ‘igreja’ seria através do reforço dos cânones e doutrinas a respeito do poder temporal e da instituição católica romana. Isso aconteceria não pelo simples aniquilamento das pessoas, conforme os frades dominicanos se incumbiam de fazer através da Inquisição, mas pela infiltração e penetração em todos os setores da sociedade. ‘O protestantismo deve ser conquistado e usado para o benefício dos papas’, era a proposta pessoal de Inácio de Loyola ao papa Paulo III. Os jesuítas começaram a trabalhar imediatamente, infiltrando-se em todos os grupos protestantes, incluindo-se aí suas famílias, locais de trabalho, hospitais, escolas, colégios e demais instituições. Atualmente, têm sua missão praticamente concluída.”
Um século antes de Edmond Paris publicar seu livro, Ellen White escreveu: “Em toda a cristandade o protestantismo estava ameaçado por temíveis adversários. Passados os primeiros triunfos da Reforma, Roma convocou novas forças, esperando ultimar sua destruição. Nesse tempo fora criada a ordem dos jesuítas – o mais cruel, sem escrúpulos e poderoso de todos os defensores do papado. Separados de laços terrestres e interesses humanos, insensíveis às exigências das afeições naturais, tendo inteiramente silenciadas a razão e a consciência, não conheciam regras nem restrições, além das da própria ordem, e nenhum dever, a não ser o de estender o seu poderio.
“O evangelho de Cristo havia habilitado seus adeptos a enfrentar o perigo e suportar sem desfalecer o sofrimento, pelo frio, fome, labutas e pobreza, a fim de desfraldar a bandeira da verdade, em face do instrumento de tortura, do calabouço e da fogueira. Para combater essas forças, o jesuitismo inspirou seus seguidores com um fanatismo que os habilitava a suportar semelhantes perigos, e opor ao poder da verdade todas as armas do engano. Não havia para eles crime grande demais para cometer, nenhum engano demasiado vil para praticar, disfarce algum por demais difícil para assumir. Votados à pobreza e humildade perpétuas, era seu estudado objetivo conseguir riqueza e poder para se dedicarem à subversão do protestantismo e restabelecimento da supremacia papal.
“Quando apareciam como membros de sua ordem, ostentavam santidade,visitando prisões e hospitais, cuidando dos doentes e pobres, professando haver renunciado ao mundo, e levando o nome sagrado de Jesus, que andou fazendo o bem. Mas sob esse irrepreensível exterior, ocultavam-se frequentemente os mais criminosos e mortais propósitos. Era princípio fundamental da ordem que os fins justificam os meios. Por este código, a mentira, o roubo, o perjúrio, o assassínio, não somente eram perdoáveis, mas recomendáveis, quando serviam aos interesses da igreja. Sob váriosdisfarces, os jesuítas abriam caminho aos cargos do governo, subindo até conselheiros dos reis e moldando a política das nações. [...] Os jesuítas rapidamente se espalharam pela Europa e, aonde quer que iam, eram seguidos de uma revivificação do papado” (O Grande Conflito, p. 234, 235 - grifos meus).
Tudo o que a Igreja Católica mais precisa agora é de uma “revivificação do papado”. Será esse o papel desse jesuíta aparentemente carismático e bondoso? Teriam os jesuítas abandonado os propósitos para os quais foram criados? Conseguirá Francisco I conquistar a simpatia mundial para levar a cabo os objetivos do poder que agora representa? O tempo dirá.[MB]
FONTE ;http://www.criacionismo.com.br/
terça-feira, 12 de março de 2013
Especial Novo Tempo - Roma entre a cruz e a espada 1/3
FONTE ;http://novotempo.com/videos/?op=aovivo
Especial Novo Tempo - Roma entre a cruz e a espada 2/3
FONTE ;http://novotempo.com/videos/?op=aovivo
Especial Novo Tempo - Roma entre a cruz e a espada 3/3
FONTE ;http://novotempo.com/videos/?op=aovivo
Sábado: feito para o homem (comentário)
Ideia central 1: O fato de o sábado(assim como o casamento) ter sido instituído na criação (Gn 2:1-3), antes do pecado, revela que (1) ele foi dado à humanidade, pois, naquele momento, havia apenas Adão e Eva sobre a Terra, e (2) ele celebra a criação, sendo, portanto, um “patrimônio” da humanidade e não de algum povo específico. Êxodo 20:8-11, o mandamento do sábado, reafirma a literalidade da semana da criação e confirma que o sábado é o sétimo dia e não outro. Hebreus 4:3 e 4 também se refere ao descanso do sétimo dia, numa clara afirmação de que os autores do Novo Testamento consideravam literal a semana da criação.
Ideia central 2: O sábado representa também a libertação do pecado, conforme Moisés enfatiza em Deuteronômio 5:12-15. Assim, o sétimo dia afirma que pertencemos duplamente a Deus: pela criação e pela redenção. Além de criados e redimidos por Deus, somos também por Ele santificados, e o sábado é igualmente um sinal dessa santificação (Ez 20:12, 20; Êx 31:13). Se a semana da criação não fosse literal, com seis dias de 24 horas seguidos do sétimo, todo esse significado do sábado seria perdido. Para deixar claro esse aspecto libertador do sábado, Jesus Se disse Senhor dele (Mc 2:27, 28) e realizou curas nesse dia (Mt 12:9-13; Lc 13:10-17; Jo 5:1-17). Como Criador do céu e da Terra, Jesus obviamente é Senhor do sábado e, com Sua conduta, nos ajudou a entender no que consiste a verdadeira observância do sétimo dia, um dia de libertação e graça.
Ideia central 3: Um dos sinais que apontam para a proximidade da volta de Jesus é a ousadia dos escarnecedores. Segundo o apóstolo Pedro (2Pe 3:3-7), esses incrédulos e zombadores afirmam que o mundo está do mesmo jeito há milhões de anos e que o dilúvio bíblico é um mito antigo, não um fato histórico – Pedro liga, assim, a descrença no dilúvio com a descrença na volta de Jesus. Assim como um evento ocorreu, o outro também ocorrerá. Presentemente, há um povo sobre a Terra proclamando exatamente a mensagem de que existe um Deus Criador cujo Filho em breve voltará (Ap 14:6, 7). O “efeito dominó” é claro: se a crença na semana da criação é abalada, a crença no sábado como memorial da criação e da redenção também é enfraquecida. Nesse terreno pantanoso, fica mais fácil negar o Deus Criador apresentado na Bíblia.
Para refletir
1. Como a instituição do sábado refuta a ideia de que ele teria sido criado para um povo apenas?
2. Como Êxodo 20:8-11 e Hebreus 4:3, 4 confirmam a literalidade da semana da criação?
3. O que o fato de Jesus ter realizado curas no sábado revela sobre um dos significados desse dia?
4. Como o mandamento do sábado está relacionado com as controvérsias que precedem a volta de Jesus?
[Continue lendo.]
2. Como Êxodo 20:8-11 e Hebreus 4:3, 4 confirmam a literalidade da semana da criação?
3. O que o fato de Jesus ter realizado curas no sábado revela sobre um dos significados desse dia?
4. Como o mandamento do sábado está relacionado com as controvérsias que precedem a volta de Jesus?
[Continue lendo.]
FONTE ;http://www.criacionismo.com.br/
segunda-feira, 11 de março de 2013
Pyongyang ameaça Coreia do Sul e EUA com "guerra sem quartel"
A Coreia do Norte ameaçou neste domingo com uma "guerra sem quartel" contra a Coreia do Sul e os Estados Unidos, um dia antes de os aliados iniciarem manobras militares na região, o que o regime de Pyongyang denuncia como um teste para invadir o país comunista.
"Nossa linha de vanguarda militar, o exército, a marinha e as forças aéreas, as unidades antiaéreas e as unidades de foguetes estratégicos, que já se encontram na fase de guerra sem quartel, aguardam a ordem final para atacar", publicou hoje o jornal "Rodong", periódico oficial do partido único norte-coreano.
A publicação garantiu também que as armas nucleares do país estão "prontas para o combate".
"Os regimes dos EUA e da Coreia do Sul serão transformados em um mar de fogo num piscar de olhos", no caso de uma disputa, segundo o Rodong, que repetiu as ameaças da Coreia do Norte feitas nesta semana diante das novas sanções da ONU por seu recente teste nuclear.
Entre elas está a promessa de anular os acordos de cessar-fogo com a Coreia do Sul e de cortar a única linha de comunicação com o governo de Seul amanhã, segunda-feira, quando começa o teste militar anual "Key Resolve" da Coreia do Sul e dos EUA.
O "Key Resolve" consiste em cerca de 10 mil soldados sul-coreanos e 3.500 americanos, além de um porta-aviões e de caças de combate, e será combinado com as manobras "Foal Eagle" que as forças conjuntas de ambos os países mantêm em curso desde o último dia 1º.
Seul e Washington garantiram que as manobras têm objetivo defensivo, enquanto Pyongyang as considera como testes para uma invasão.
Espera-se que a Coreia do Norte também realize grandes manobras militares na segunda-feira e na terça-feira perto da fronteira com a Coreia do Sul em resposta a estes exercícios.
Está previsto que o regime comunista efetue lançamentos de mísseis de curto alcance para alvos simulados, e que realize algum outro tipo de "provocação militar", explicou uma fonte do Ministério da Defesa sul-coreano à agência "Yonhap".
FONTE ;http://www1.folha.uol.com.br/mundo/1243865-pyongyang-ameaca-coreia-do-sul-e-eua-com-guerra-sem-quartel.shtml
Incidência de catástrofes no céu e na terra devem crescer nos próximos anos
Terremotos e sinais no céu aumentarão no século 21 dizem especialistas
por Jarbas Aragão
De acordo com um estudo encomendado pelo governo dos EUA aos geólogos Thomas L. Holzer e James Savage, o cenário dos próximos anos não é nada animador. No material recém-publicado, os estudiosos fizeram uma retrospectiva dos terremotos que causaram mais de 50.000 mortes, considerados catastróficos, desde o ano 1500 d.C.
A constatação é que mais do que nunca pessoas morrerão no século 21 por causa de terremotos. Os motivos são aumento o previsto da população neste século e a tendência de crescimento no número e na intensidade de sismos.
Após correlacionar estatisticamente o número de terremotos catastróficos em cada século, os pesquisadores projetam cerca de 21 grandes tremores de terra até o fiam do século XXI. Será 3 vezes mais que os ocorridos no século 20. O número de fatalidades neste século podem mais que dobrar, chegando a cerca de 3,5 milhões.
O diretor associado do Instituto de Análise de Riscos Naturais doa EUA, David Applegate diz que medidas preventivas podem ser tomadas, mas é impossível negar que as perdas serão enormes. Quatro terremotos catastróficos já ocorreram desde o início do século 21, incluindo o terremoto (e tsunami) de 2004 na Indonésia o terremoto no Haiti, em 2010. Estima-se que cada um matou mais de 200.000 pessoas.
FONTE ;Gospel Prime
domingo, 10 de março de 2013
O Espírito Santo está trabalhando
Na semana passada, recebi um e-mail que me deixou bastante feliz. O rapaz se identificou como membro de uma igreja pentecostal histórica e leitor deste blog. Ele me disse que está percebendo um “movimento” na Igreja Adventista do Sétimo Dia e que notou que os adventistas estão buscando o poder do Espírito Santo, o batismo do Espírito Santo, e me perguntou por que estamos fazendo isso. “O que está acontecendo com vocês? Estão buscando o Espírito Santo como eu estou fazendo?” Então respondi que, de fato, há um movimento que envolve liderança e membros da Igreja Adventista, cujo propósito é promover o reavivamento e a reforma entre eles, a fim de que a igreja seja capacitada a concluir a obra que Jesus lhe confiou: a pregação do evangelho a todo o mundo, para que Cristo volte logo e busque aqueles que aceitaram Seu convite de salvação. Disse-lhe, também, que Deus tem filhos sinceros em todas as igrejas e que creio que Ele também os está chamando para um reavivamento espiritual, a uma entrega incondicional ao Espírito que os quer guiar a “toda a verdade” (João 16:13). Em seguida, ele me enviou um segundo e-mail dizendo “amém!”.
O que isso me mostrou? Que as pessoas estão notando algo de diferente na Igreja Adventista. Eu estou notando isso, o que me deixa muito feliz. Em meus vinte anos de adventismo, ouvi inúmeros sermões sobre reavivamento e reforma. Li várias vezes a clássica citação de Ellen White, que diz: “Um reavivamento da verdadeira piedade entre nós, eis a maior e a mais urgente de todas as nossas necessidades. Buscá-lo, deve ser nossa primeira ocupação” (RH, 22 de março, 1887). Mas confesso que nunca havia visto um movimento de busca real e prática desse reavivamento. Deus não fará por nós o que nós temos que fazer. E o que temos que fazer? Entre outras coisas, (1) desejar de todo o coração essa experiência de reavivamento, (2) realizar diariamente coisas que promovam esse reavivamento, como a leitura devocional da Bíblia, a oração significativa e o culto familiar, (3) envolver-nos nos projetos missionários da igreja, pois é evangelizando os outros que a chama da fé se mantém acesa em nós mesmos, e (4) amar os irmãos, promover a unidade e sentir a alegria de pertencer à família de Deus (ainda que cheia de defeitos, porque nós somos cheios deles), pois isso, também, fará com que as pessoas saibam que andamos com Ele (João 13:35).
Oro para que esse movimento gere uma reação em cadeia que “incendeie” os mais de 17 milhões de adventistas em todo o mundo e os outros tantos servos sinceros de Deus que ainda precisam ouvir e compreender devidamente a mensagem dos três anjos de Apocalipse 14. Oro para que eu não fique apenas vendo o “bonde passar”, mas que me una aos líderes e aos membros da igreja de Deus nessa arrancada que – creio e desejo – deve ser a última.
Mais uma evidência da atuação impressionante de Deus nestes dias: minha esposa e eu estamos dando estudos bíblicos para uma família que pertence a uma igreja pentecostal. São pessoas muito sinceras e dedicadas a Deus, e a aceitação dos estudos se deveu a um apelo direto feito pelo irmão George Silva (o “Atleta da Fé”), num almoço que oferecemos em nossa casa, no ano passado. Começamos os estudos, mas, como geralmente costuma acontecer, surgiram vários empecilhos que acabaram dificultando nossos encontros. Fazia cerca de um mês que não conseguíamos marcar o estudo seguinte, até que minha esposa conseguiu falar por telefone com a senhora pentecostal, que disse entusiasmada: “Débora, você não imagina o que aconteceu! Recebi uma mensagem sua em meu celular [detalhe: minha esposa não havia enviado mensagem alguma]. E tem mais: o número da mensagem era o do seu telefone fixo!”
Naquela mesma semana, a filha daquela senhora sonhou com um hino, mas não conseguia identificá-lo, embora a letra e a melodia tivessem ficado gravadas em sua memória. Quando acordou, procurou o hino em seu hinário, mas não o encontrou. Então tomou um Hinário Adventista que havia recebido de presente e acabou encontrando a música. Sentou-se ao piano e tocou para a família o hino que antes não conhecia.
Se for preciso, para salvar Seus filhos queridos, Deus envia sonhos e até mensagens de telefones fixos!
O Espírito Santo está trabalhando. Vamos trabalhar com Ele? Busque o reavivamento em sua vida. Ore pela igreja e pelas pessoas que você quer ver salvas no reino de Deus. Coloque-se nas mãos do Senhor para ser instrumento de salvação. Como costuma dizer o pastor Erton Köhler: “Jesus tem pressa de voltar.” E nós?
Michelson Borges
Nota: Hoje, domingo 10/3, cerca de dez mil adventistas, vestidos com camisetas nas quais se lê “Sou intercessor”, estão participando de uma caminhada de oração em Brasília, orando por nosso país.
FONTE ;http://www.criacionismo.com.br/
sábado, 9 de março de 2013
sexta-feira, 8 de março de 2013
Estudioso das profecias fala da renúncia do Papa
Brasília, DF … [ASN] A renúncia do Papa Bento XVI como chefe de Estado do Vaticano e líder da Igreja Católica ainda ecoa em todo o planeta. Para estudiosos de profecias bíblicas, o Vaticano tem um papel importante nesse contexto. Por essa razão, a Agência Adventista Sul-Americana de Notícias (ASN) entrevistou a respeito do assunto o pastor Luís Gonçalves, diretor de Evangelismo da Igreja Adventista do Sétimo Dia para oito países sul-americanos e apresentador do programa da TV Novo Tempo, Arena do Futuro, que trata essencialmente de aspectos relacionados às profecias.
ASN - Como a Igreja Adventista do Sétimo Dia vê a renúncia do Papa Bento XVI?
Luís Gonçalves - A renúncia foi uma grande surpresa para todos, inclusive para a própria Igreja Católica. Para os adventistas, a decisão tomada pelo Bento XVI não tem um significado em si mesmo. Porém, a Igreja Adventista acompanha com muita atenção os acontecimentos de maneira geral, especialmente por sabermos que a profecia bíblica aponta para Roma e de forma acentuada para o Vaticano.
ASN – No entendimento bíblico e profético, há algum papel especial que o Vaticano desempenhará segundo entendimento adventista?
Luís Gonçalves - Com certeza sim. A Bíblia apresenta algumas coisas que chamam a nossa atenção. O profeta Daniel diz que o inimigo usaria um poder para “mudar os tempos e a lei. Também está escrito em Daniel 7:25 que esse mesmo poder iria perseguir o povo de Deus por um tempo, dois tempos e metade de um tempo, ou 1260 dias proféticos (Apocalipse 12:6), que é a mesma coisa que os 42 meses mencionados em Apocalipse 13:5. Este foi o tempo da Idade Média quando o poder papal dominou e perseguiu os cristãos.
Em Daniel 8:12, é dito que esse poder lançaria a verdade por terra e teria apoio em sua distorção bíblica e teológica.
Finalmente a Palavra de Deus fala sobre o homem do pecado (I João 3:4 e Romanos 7:7) que se sentaria no santuário de Deus, colocando-se como se fosse o próprio Deus (II Tessalonicenses 2:3-4).
Esses e outros textos da Bíblia faz uma forte referência a esse poder em questão, pois eles mudaram os mandamentos de Deus, perseguiram os cristãos e estabeleceram doutrinas que não têm apoio bíblico. Tudo isso mostra o cumprimento das referidas profecias, das quais destacaríamos Apocalipse 13 e 17.
ASN – Como os adventistas veem a diminuição de fiéis da Igreja Católica no Brasil?
Luís Gonçalves - Cremos que o povo católico é composto de pessoas sinceras, gente que deseja ansiosamente a salvação. Depois que a Igreja de Roma permitiu que os membros tivessem acesso à Bíblia e depois que a missa deixou de ser feita em latim houve uma abertura para que o Espírito Santo pudesse trabalhar e abrir os olhos dessas queridas pessoas, que passaram a tomar decisões pela verdade. Os escândalos cada vez mais acentuados contribuíram para esse êxodo em direção aos movimentos evangélicos.
ASN – Qual a avaliação da Igreja Adventista sobre o Vaticano como um estado religioso que tem influenciado há milhares de anos nas questões políticas internacionais?
Luís Gonçalves - Se analisarmos a história da origem do Vaticano, veremos que seu surgimento contempla essa união de política e religião através do uso da força. Entendemos que o Vaticano é uma mescla do que chamamos “politico-religioso”. É o menor país do mundo e um dos mais poderosos.
Quando se trata de Roma imperial, percebemos que todas as perseguições do passados prepararam o caminho para essa influencia política que existe hoje. O domínio papal na Idade Média também contribuiu para esse domínio político-religioso. Entendemos que esse é um poder sobre do qual várias profecias bíblicas já falaram. [Equipe ASN, Felipe Lemos]
FONTE ;http://www.portaladventista.org/portal/
( VISTO EM )http://adventismoemfoco.wordpress.com/
quinta-feira, 7 de março de 2013
OS REIS DO APOCALIPSE 17 SÂO PAPAS ? PROGRAMA NA MIRA D
FONTE ;http://novotempo.com/namiradaverdade/
Coreia do Norte volta a falar em ataque nuclear contra os EUA
O motivo dessa ameaça é uma resolução do Conselho de Segurança das Nações Unidas que deverá ser aprovada em algumas horas com sanções à Coreia do Norte por causa do teste nuclear feito no mês passado.
É notícia do outro lado do mundo. A Coreia do Norte subiu o tom das ameaças e voltou a falar em um ataque nuclear contra os Estados Unidos.
O motivo dessa ameaça é uma resolução do Conselho de Segurança das Nações Unidas que deverá ser aprovada em algumas horas com sanções à Coreia do Norte por causa do teste nuclear feito no mês passado. Essas ameaças são frequentes. Especialistas dizem que o país não teria tecnologia necessária, mas a tensão é grande.
FONTE ;http://g1.globo.com/bom-dia-brasil/noticia/2013/03/coreia-do-norte-volta-falar-em-ataque-nuclear-contra-os-eua.html
Por R$ 1.876, escola forma jovens bruxas
“Mãe, meu chapéu está caindo.” “Quem mandou você não colocá-lo no altar para canalizar a energia dele?” O diálogo poderia ter saído de um livro “Harry Potter”, mas é esse o tipo de conversa que você pode ouvir na universidade livre de holística Casa de Bruxa, em Santo André, região metropolitana de São Paulo. Enquanto em “Dezesseis Luas”, que estreia esta sexta-feira (1) no Brasil, a protagonista Lena (Alice Englert) vem de uma família de feiticeiros e é incentivada pelos parentes a estudar magia, adolescentes da vida real também começam a frequentar aulas de bruxaria natural no local por influência dos pais.
Dona de nove gatos, quatro cachorros e três tartarugas, a família da estudante Larissa Miotto, 16, é bastante mística e transpira magia. “Minha mãe é bruxa e meu pai é mestre de reiki”, explica a adolescente. O assunto é tão comum para Larissa que ela nem se lembra quando exatamente começou a se interessar por essa arte. “Eu gosto de bruxaria desde que eu me entendo por gente”, disse. Ela frequenta a Casa de Bruxa desde o primeiro ano de sua vida, mas começou a fazer curso de bruxaria apenas em 2012.
Os pais de Laura Regina de Santana , 18, não são bruxos, mas sua mãe, uma aspirante a feiticeira, sempre a incentivou a procurar algo em que acreditar. “Ela sempre teve uma espiritualidade e queria isso para mim também”, explica a jovem. O primeiro contato com a bruxaria de Laura aconteceu há oito anos, quando participou de um ritual, mas a vontade de estudar o assunto nasceu da ficção: “Quando li o livro ‘As Brumas de Avalon’ eu fiquei encantada.”
Ao contrário do que pensam, uma bruxa não aprende magias como levitar objetos, ficar invisíveis e, infelizmente para todas nós, transformar sapo em príncipe. Elas não podem nem mesmo enfeitiçar o gatinho da escola. “Quando a gente faz um pedido, a gente nunca coloca o nome da pessoa”, explica Larissa. “Nós sempre mentalizamos as características de nosso par perfeito”, arremata Laura. Depois disso é só esperar.
Em “Dezesseis Luas”, Lena é invocada pela Lua para o caminho do bem ou do mal. Na vida real, elas garantem: os conhecimentos são usados apenas para coisas boas. “Há pessoas que fazem coisas ruins, mas a maldade está nelas e não na bruxaria”, explica Larissa. De acordo com as adolescentes, a falta de conhecimento sobre a filosofia as transforma em alvos de algumas brincadeiras nem sempre tão ingênuas. “Quando ficam sabendo que sou bruxa, os meninos começam a falar: ‘Nossa, sai daqui. Amarrado em nome de Jesus’”, diz Larissa. “Já me perguntaram se eu faço um pacto com o demônio, se eu ofereço coisas para ele.” “As pessoas acham que vamos transformá-las em sapo”, complementa Laura.
Esse tipo de abordagem não as impede, no entanto, de continuar a fazer feitiços e de dar conta de uma de suas obrigações de feiticeira: cuidar de seu altar de bruxa. “Ele é meio como se fosse a nossa vida, então, quando você o organiza, é como se arrumasse ela também”, explica a estudante de história.
Assim como manda o “figurino”, as estudantes da Casa de Bruxa de fato usam capa, caldeirão, varinha mágica e chapéu. Mas esses acessórios são obrigatórios apenas em rituais especiais, como a Celebração da Lua Cheia, comemorada na última segunda-feira (25). Já na rotina normal, elas podem até ser confundidas com “trouxas”, como são chamados os cidadãos comuns nos livros “Harry Potter”.
O curso de bruxaria natural da Casa de Bruxa dura dois anos e custa R$ 1.876 por módulo, que dura treze lunações. Por lá, os alunos têm aulas de botânica, astronomia e até culinária. O jovem só pode frequentar as aulas se tiver a autorização dos pais.
Laura Regina de Santana deve terminar os estudos em setembro deste ano, quando será iniciada e receberá o seu nome mágico. “Mas ele ficará apenas entre mim e minha professora”, explica.
No entanto, de acordo com Larissa, não é preciso fazer esse tipo de curso para se tornar uma feiticeira também. “Eu acredito que toda mulher tem um pouco de bruxa”, brinca. Segundo as jovens feiticeiras, as pessoas comuns fazem alguns rituais mágicos em pequenos costumes inocentes. “Comer sete sementes de romãs no Ano Novo, por exemplo, é coisa de bruxa”, diz Laura. Ou seja, todos nós somos feiticeiros e nem sabíamos disso.
(iGirl)
Nota: Faz parte dos planos do inimigo de Deus tornar “inocentes” práticas que são claramente condenadas na Bíblia, como a bruxaria (Dt 18:11). Infelizmente, muitas pessoas (sinceramente enganadas, até) desconhecem o fato de que Satanás se transfigura em anjo de luz para enganar os incautos (2Co 11:14). Num mundo cada vez mais ignorante dos preceitos divinos revelados nas Escrituras, fica fácil para o inimigo disseminar seus enganos com a ajuda das mais variadas mídias e de escolas. Sinal dos tempos.[MB]
FONTE ;http://www.criacionismo.com.br/2013/03/por-r-1876-escola-forma-jovens-bruxas.html
Partido Habayit Hayehudi disposto a acrescentar o domingo como dia de descanso em ISRAEL
FONTE: Jornal judaico Haaretz
O partido religioso nacional Habayit Hayehudi está empenhado em fazer o domingo um dia de descanso oficial em Israel, apesar de sua plataforma não mencionar a questão.
O cumprimento da profecia segue inabalável seu curso….
FONTE ;http://adventismoemfoco.wordpress.com/
quarta-feira, 6 de março de 2013
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