quinta-feira, 12 de abril de 2012

MÉXICO É ABALADO POR SEGUNDO TERREMOTO ,DE MAGNITUDE 6,9

Após ser abalado por um terremoto de 7 de magnitude na noite de quarta-feira (11), o México voltou a sofrer com um forte tremor de terra, nas primeiras horas desta quinta-feira (12). O abalo, de 6,9 magnitude na escala Richter, foi sentido no noroeste do país, no estado de Baixa Califórnia Sul, por volta das 2h15 (4h15 de Brasília), e chegou a balançar edifícios.Assustadas, as pessoas abandonaram os prédios e correram para as ruas, mas não há informações sobre vítimas ou danos materiais, segundo o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS).Ainda de acordo com o órgão, o tremor teve o epicentro a 109 km da localidade de Guerrero Negro, com uma profundidade de 10 km, segundo os dados preliminares.Ao que tudo indica, o tremor não foi sentido na capital mexicana.Este foi o quarto terremoto de grande intensidade registrado em menos de um mês nas costas de Pacífico do México.

O tremor de quarta-feira (11), de magnitude 7, que abalou boa parte do oeste e centro do país, incluindo a capital, gerou alarme, mas também sem danos consideráveis ou vítimas. O epicentro foi registrado na costa de Michoacán (oeste). (Com EFE, Reuters e AFP)

FONTE ;http://noticias.uol.com.br/



Mundo em alerta devido ao lançamento de satélite pela Coreia do Norte

A decisão do governo da Coreia do Norte de lançar um satélite ao espaço na direção do Japão e da Coreia do Sul, a qualquer momento de hoje (12), provoca reações nos dois países e também na Europa  e nos Estados Unidos. Apesar de os norte-coreanos negarem que o satélite tenha fins militares e nucleares, os líderes internacionais consideram o lançamento uma ameaça à segurança da comunidade estrangeira.

Para os Estados Unidos, o Japão, a Alemanha, o Reino Unido, a França, Itália e o Canadá, que integram o G8, a decisão dos norte-coreanos representa uma violação às resoluções do Conselho de Segurança das Nações Unidas. O ministro das Relações Exteriores do Japão, Koichiro Gemba, reiterou que o conselho exigiu da Coreia do Norte a renúncia aos testes nucleares e de mísseis.

Em março, as autoridades da Coreia do Norte anunciaram a decisão de lançar o satélite de observação para fins civis. O satélite de longo alcance denominado Unha-3, segundo os norte-coreanos, tem o objetivo de monitorar as regiões em volta do país. A Coreia do Norte é um dos regimes políticos mais fechados do mundo e está isolado das demais nações.

No começo deste ano, os Estados Unidos informaram o repasse de cerca de 240 mil toneladas de alimentos à Coreia do Norte. No entanto, devido à decisão de lançar o satélite, o governo norte-americano suspendeu o envio dos alimentos.

Fonte Jornal do Brasil

Previsões enganosas

As datas podem falhar, mas a mensagem do segundo advento continua vigente, até que se cumpra conforme as Escrituras.
“O dia não sei do regresso do esposo…”são as palavras do hino evangélico entoado com fervor e resignação, pois embora saibamos que o Senhor Jesus cumprirá Sua promessa de retornar à Terra (Jo 14:1-3), não sabemos quando isso acontecerá. Contudo, alguns crentes, perturbados com a aparente demora da vinda do Salvador, tentaram em muitas ocasiões determinar um dia para a ocorrência da parousia.2
Diversas especulações sobre a segunda vinda de Cristo e do fim do mundo têm surgido no decorrer da era cristã, gerando significativas angústias apocalípticas. Ao se buscar um referencial histórico para determinar quando elas iniciaram, percebe-se que a ideia do fim do mundo remonta aos primórdios da humanidade, associado “ao medo de que o sol não mais ressurgisse na primavera, ou sequer no alvorecer”.3
Expectativas
Após Jesus ter pronunciado Seu sermão profético, os discípulos, refletindo preocupação com o tempo, Lhe disseram: “Dize-nos quando sucederão estas coisas e que sinal haverá da Tua vinda e da consumação do século” (Mt 24:3). No Monte das Oliveiras, pouco antes de Jesus ascender ao Céu, eles externaram
mais uma vez a mesma preocupação e Lhe perguntaram: “Senhor, será este o tempo em que restaures o reino a Israel?” (At 1:6). Porém, o Mestre os dissuadiu de enveredar por vãs especulações sobre o tema (v. 7).
Em Tessalônica, os recém-convertidos cristãos acreditavam que o segundo advento de Cristo ocorreria em seus dias, e que as bênçãos desse evento seriam desfrutadas somente pelos vivos. Cada cristão que morria significava profunda tristeza para eles. Ao ser informado por Timóteo sobre o que estava ocorrendo, Paulo procurou tranquilizá-los enviandolhes uma carta.
As palavras do apóstolo em 1 Tessalonicenses 4:16,17 foram mal compreendidas naqueles dias. Ele usou o pronome “nós”, referindo-se aos vivos por ocasião do segundo advento de Cristo e os tessalonicenses entenderam que a parousia ocorreria antes da morte deles. Uma vez que Cristo estava prestes a voltar, alguns até mesmo deixaram de trabalhar e passaram a viver da caridade da igreja (2Ts 3:6-12). Foi para esclarecer o assunto que Paulo escreveu a segunda carta (2Ts 2:1).
Muitos cristãos dos primeiros séculos anteviam o segundo advento de Cristo como um apocalipse iminente, e consideravam que esse seria um acontecimento associado à destruição de Roma. Quando a invulnerabilidade da cidade começou
a se mostrar incerta, a perspectiva da destruição universal começou a ganhar realismo aterrador. Depois que os godos aniquilaram o exército imperial em Adrianópolis, em 378, Santo Ambrósio, de Milão, que identificava os godos com o Gogue citado por Ezequiel, proclamou: “O fim do mundo se aproxima de nós.”4
Mais tarde, a chegada do ano 1000 foi marcada por pressentimentos de que algo inusitado estava prestes a ocorrer. À meia-noite de 31 de dezembro de 999, o Papa Silvestre II celebrou na Basílica de São Pedro o que ele e muitos fiéis pensavam ser a última missa da História. Com base em Apocalipse 20:7, 8, erroneamente concluíam que o fim do mundo ocorreria quando Satanás fosse solto de sua prisão, mil anos após o nascimento de Jesus.5
Alguns séculos mais tarde, importantes figuras da Reforma protestante especularam também sobre o momento em que essa expectativa escatológica se cumpriria. Embora Lutero nunca tivesse fixado uma data específica para o fim do mundo, de acordo com Froom, o reformador do século 16 conjecturou sobre alguns períodos, às vezes 400, 300 ou 200 anos e mesmo para os seus dias, a partir de estimativas especulativas, mantendo algum resquício do método alegórico.
“Até mil irás”
A proximidade do ano 2000 gerou significativa proliferação de profecias e novas especulações sobre o que a tradição apocalíptica denomina “os dias finais”. O misticismo envolvido fez ressurgirem as profecias de Nostradamus (1503-1566).O alegado cumprimento dessas profecias e o dito popular: “Até mil irás, de dois mil não passarás” soaram como vaticínios escriturísticos na mente dos mais simples, deixando uma sombra de inquietude nos mais letrados.Apesar de o ano 2000 ter chegado e o novo milênio ter-se iniciado sem que as previsões se cumprissem, a tendência alarmista prosseguiu.
A ameaça de guerra nuclear inspirou passeatas estudantis, assembleias de oração e até uma “maratona de ciclismo”. Livros com pretensa autoridade bíblica em matéria de profecias de desgraças são vendidos aos milhões. Multidões correm aos cinemas para assistir a filmes que especulavam e ainda especulam, como é o caso do filme 2012, que prevê o fim do mundo para esse ano, sobre as possibilidades de destruição e salvação, seja por uma vinda do Messias ou uma guerra global, seja por viagens de fuga para galáxias distantes.
À medida que os anos foram se passando, a ideia de um futuro apocalipse para os homens também assumiu outras formas. Uma delas, segundo Friedrich,é a possibilidade de uma “catástrofe natural – uma nuvem sufocante de ar poluído, um terremoto sob uma usina atômica, o derretimento das calotas polares, que hoje inspira livros, filmes, previsões astrológicas e jornais clandestinos”.
No último século, observou-se grande expectativa quanto ao dia da vinda de Cristo, relacionando-o a um novo elemento doutrinário surgido: o chamado “arrebatamento secreto” da igreja. Com base nesse ensinamento, grande parte dos cristãos viu no fato histórico da criação do Estado de Israel, em 1948, uma prova de que o fim do mundo se aproximava. Atualmente, alguns têm adotado posições radicais e extremistas, chegando a provocar acontecimentos que vão desde a espera por uma nave espacial até suicídios coletivos.
Diferentes denominações cristãs têm enfrentado dificuldades com alguns de seus membros que insistem em marcar um tempo específico para a segunda vinda de Cristo e para o fim do mundo. Quando passa a suposta data, esses indivíduos não apenas caem no descrédito, mas causam opróbrio às respectivas denominações e geram descrença na mensagem do segundo advento.
Atitude coerente
As datas podem falhar, mas a mensagem do segundo advento continua vigente, até que se cumpra conforme as Escrituras. O cristão que aguarda a segunda vinda de Jesus, o fim da era do pecado e o início de um mundo melhor, necessita desenvolver atitude equilibrada. Sempre deve ter em mente a realidade de que Jesus em breve voltará, e assim desenvolver um estilo de vida elevado, revelador do fruto do Espírito. Com a convicção da proximidade desse evento, o cristão aproveitará todas as oportunidades para advertir, exortar e animar as pessoas no sentido de que atentem para o futuro eterno que Deus tem preparado para “aqueles que O amam” (1Co 2:9).
Tal senso de iminência ( Ap 22:7, 12, 20) é indispensável para que a esperança não esfrie produzindo apatia e mornidão espirituais (Mt 24:48-51; Rm 13:11, 12). O cristão sensato evitará marcação de datas, rejeitando a ideia de que essa
seja a única forma pela qual as pessoas podem deixar a frieza, a passividade, a indiferença e a inatividade missionária. O equilíbrio deve ser mantido entre o desejo pelo Reino do Céu e a submissão humilde ao cronograma divino, pois tudo acontecerá “na plenitude dos tempos” (Gl 4:4) e em conformidade com os sábios desígnios e propósitos de Deus.
Quando surgem tendências especulativas e alarmistas, convém lembrar que “as coisas encobertas pertencem ao Senhor” (Dt 29:29), e atentar para as palavras de Cristo: “A respeito daquele dia e hora ninguém sabe, nem os anjos dos Céus,
nem Filho, senão somente o Pai” (Mt 24:36).
Referências:
1 Hinário Adventista, hino nº 141.
2 Parousia: Palavra grega que significa presença, aparecimento, mas também é usada no grego secular por ocasião da visita de um rei ou imperador. Das 20 vezes em que aparece no Novo Testamento, em 15, a palavra se refere ao segundo advento de Cristo.
3 Otto Friedrich, O Fim do Mundo (Rio de Janeiro, RJ: Editora Record, 2000), p. 14.
4 Ibid., p. 33.
5 C. Marvin Pate, Calvin R. Hanes Jr., Doomsday Delusions (Downers Grove, IL: InterVarsity, 1995), p. 19. Jon Paulien esclarece que “a visão popular em torno do ano 999 parece ter tido sua origem em passagens isoladas encontradas
em documentos publicados desde o fim do século 16 até a primeira parte do século 19” (“The Millenniuum is Here Again: It is Panic Time”, em “Andrews University Seminary Studies, 1999, v. 37, p. 167, 169, 173).
6 Michel de Notredame (Nostradamus é o equivalente latino), judeu convertido ao cristianismo, além de médico, dedicou-se à astrologia. Sua fama se deve ao livro Centúrias, escrito em 1555, que contém uma série de profecias em versos.
7 Edna Dantas e Eduardo Marine, IstoÉ, 08/05/96, p. 118-123.
8 Otto Friedrich, Op. Cit., p. 12.
Alceu Lúcio Nunes – Editor associado na Casa Publicadora Brasileira. Texto publicado na Revista Ministério, Jan/Fev/2012.

quarta-feira, 11 de abril de 2012

A IMORTALIDADE DA ALMA ;A MAIOR E PRIMEIRA MENTIRA DE SATANÁS




A maior mentira já inventada pelo inimigo de Deus para enganar o ser humano foi pela primeira vez proclamada no Jardim do Éden:

Deus disse: “Se Vocês Comerem do fruto… Morrerão”, ou seja, O “Salário do Pecado é a Morte”. “A Alma Que Pecar Morrerá”! Genesis 3:3; Romanos 6:23; Ezequiel 18:4 e 20.

Satanás Disse: Podem Pecar a Vontade… “É Certo Que Não Morrereis”. Genesis 3:4.

Para impedir as pessoas de se preparar para a Volta de Jesus, que é o dia que os santos serão ressuscitados e serão imortalizados, Satanás inventou a idéia de que o ser humano possui uma alma imortal e que ninguém precisa se preparar para se encontrar com o grande Juiz. A idéia Luciferiana é que a morte não existe. Nem para os maus. Por mais mau que nós sejamos sempre estaremos vivos em algum lugar. E para sempre!

A mentira da alma imortal é repetida a exaustão na mídia:
Novela A Viagem (1994)
Novela Escrito nas Estrelas (2010)
Fantasmas em Harry Potter
Fime Ghost: o amor entre um espírito e uma humana
Filme Nosso Lar (Vida após a morte, sem ressurreição, sem volta de Jesus, sem julgamento final, sem cristianismo)

Para saber mais

Publicado em EspiritismoImortalidade da Alma e Temas Relacionados | Deixe um comentário

FONTE ;http://adventismoemfoco.wordpress.com/



Nova vida para Eudócia Caldas através da TV Novo Tempo



O Futuro Revelado


Método historicista de interpretação profética ajuda a identificar os eventos finais.
Os capítulos 12 a 14 do Apocalipse são preponderantes para a escatologia adventista do sétimo dia. O capítulo 12 esboça a história da igreja cristã desde o primeiro século até o tempo do fim, quando Satanás guerreia contra “os que guardam os mandamentos de Deus e têm o testemunho de Jesus” (Ap 12:17). O capítulo 13 pinta em termos simbólicos o clímax dessa guerra. A primeira besta que surge do mar e a segunda besta que surge da terra seca operam juntas para impor sua marca de adoração a todo o mundo.
Fundamentados no método historicista de interpretação profética, os adventistas têm compreendido essas duas bestas como símbolos respectivos do papado e do protestantismo da América. De acordo com Apocalipse 13, em algum momento no futuro, o protestantismo apostatado apelará ao mundo para adorar a primeira besta, isto é, obedecer ao papado por meio da observância do domingo, o primeiro dia da semana, em lugar do sábado bíblico do sétimo dia. Essa legislação dominical resultará em decreto de morte para todos os que recusarem aceitar a marca da besta. Porém, a libertação desses fiéis está garantida (Ap 14).
Desde 1844, estamos vivendo no tempo do juízo investigativo pré-advento, também mencionado em Apocalipse 14:7. 1 Durante esse tempo, terão lugar os seguintes eventos:
No Céu. O juízo investigativo trata das pessoas cujos nomes são encontrados no livro da vida e que foram salvas por meio da obra de Cristo em nosso favor e em nós (1Jo 4:17; 5:12).
Na Terra. Justamente antes do fechamento da graça, durante o período que algumas vezes é mencionado como o início ou pequeno tempo de angústia, será formada uma imagem da besta e a lei dominical universal será promulgada, a qual culminará com um decreto de morte para aqueles que recusam o recebimento da marca da besta. Durante esse período, a igreja remanescente faz soar o alto clamor, no poder da chuva serôdia, e experimenta a sacudidura, o selamento e o verdadeiro reavivamento.
Nem a Bíblia nem Ellen White apresentam sequência cronológica para esses eventos. Muitos deles podem ocorrer paralelamente, mas ocorrerão antes que o decreto de Apocalipse 22:11 seja proclamado e tenha início o grande período de
angústia. Embora não nos seja informado nenhum tempo específico para tais eventos, é-nos dito que “os últimos acontecimentos serão rápidos”.3
Reavivamento e reforma
Um completo reavivamento e reforma prepara a igreja para os eventos finais e para o grande clamor, incluindo milagres de cura e conversões genuínas. Satanás envidará esforços para impedir esse reavivamento, produzindo uma contrafação: “Nas igrejas que puder colocar sob seu poder sedutor, fará parecer que a bênção especial de Deus foi derramada; manifestar-se-á o que será considerado como grande interesse religioso. Multidões exultarão de que Deus esteja operando maravilhosamente por elas, quando a obra é de outro espírito. Sob o disfarce religioso, Satanás procurará estender sua influência sobre o mundo cristão.”6
Assim, podemos compreender as palavras de Paulo no sentido de que “o aparecimento do iníquo é segundo a eficácia de Satanás, com todo poder, e sinais, e prodígio da mentira” (2Ts 2:9).
Direcionando-nos para Apocalipse 7, que também se refere ao tempo do fim, os ventos de provas são retidos até que o povo de Deus seja selado e preparado para o tempo de angústia. “Esse selo não é qualquer marca que possa ser vista, mas uma sedimentação na verdade, tanto no sentido intelectual como espiritual, que não pode ser removida.” 7
A chuva serôdia e o alto clamor
Assim como a igreja apostólica recebeu a chuva temporã no Pentecostes, o remanescente receberá a chuva serôdia, pela qual será habilitado a finalizar a tarefa de proclamar o evangelho eterno (Jl 2:23, 28, 29).
“Assim como a ‘chuva temporã’ foi dada, no derramamento do Espírito Santo no início do evangelho, para efetuar a germinação da preciosa semente, a ‘chuva serôdia’ será dada em seu final para o amadurecimento da seara.” 8
Essa promessa é para nós, hoje, e temos que estar preparados para recebê-la, por meio da busca pelo Senhor em humildade e, através do poder do Espírito Santo, purificando-nos de tudo o que é desagradável a Ele. 9
A mensagem da queda de Babilônia, dada pelo segundo anjo (Ap 14:8), é repetida na mensagem do anjo de apocalipse 18:1-4. “A obra desse anjo vem, no tempo devido, unir-se à última grande obra da mensagem do terceiro anjo, ao tomar esta o volume de um alto clamor.” 10
Tempo de angústia e marca da besta
Antes do fechamento da graça, haverá um tempo de angústia para o mundo e para a igreja (Lc 21:25). Ellen White se refere a esse tempo, com as seguintes palavras: “E ao início do tempo de angústia fomos cheios do Espírito Santo ao sairmos para proclamar o sábado mais amplamente.” Posteriormente, ela escreveu: “O ‘início do tempo de angústia’ ali mencionado não se refere ao tempo em que as pragas começarão a ser derramadas, mas a um breve período, pouco antes, enquanto Cristo está no santuário. Nesse tempo, enquanto a obra de salvação está se encerrando, tribulações virão sobre a Terra, e as nações ficarão iradas, embora contidas para não impedir a obra do terceiro anjo.” 11
Haverá também uma sacudidura entre o povo de Deus, causada “pelo testemunho direto” da “Testemunha verdadeira” de Laodiceia 12 e a introdução de falsas teorias. Muitos adventistas deixarão a igreja 13 porque não são plenamente convertidos e veem os assuntos religiosos “sob a mesma luz” com que o mundo os vê. 14
A imagem da besta será formada quando as igrejas protestantes da América do Norte se unirem com o Estado para usar a força a fim de impor decretos e apoiar as instituições da igreja. Então, “haverá uma apostasia nacional que resultará apenas em ruína nacional”15 Como ato culminante no grande drama do engano, o próprio Satanás personificará Cristo.” 16 Isso ilumina as palavras de Jesus quando mencionou que esses sinais enganariam, “se possível, os próprios eleitos” (Mt 24:24).
Desde que Constantino promulgou, em 321 a. D., a primeira lei dominical têm havido leis semelhantes em muitos países, bem como na América do Norte. Porém, muitas dessas leis foram limitadas em extensão e focalizaram principalmente, se não exclusivamente, atividades comerciais. Apocalipse 13 prediz que a futura legislação dominical será nacional, até mesmo internacional, e que tais decretos incluirão observâncias religiosas (Ap 13:3). Ellen White escreveu sobre isso: “Quando a América, um país de liberdade religiosa, mostrar unidade com o papado em forçar a consciência e compelir pessoas a honrar o falso sábado, pessoas de todo país do mundo serão levadas a seguir seu exemplo. 17 “Muitas estrelas que temos admirado por seu brilho então cairão em trevas.” Uma razão para essa apostasia será a “ameaça de prisão e morte”.18
Em visão, Ellen White ouviu Satanás dizer: “Quando se fizer da morte a penalidade da violação do nosso sábado, então muitos dos que agora estão nas fileiras dos observadores dos mandamentos, passarão para o nosso lado.” 19 Como não haverá mudança de lado até o fechamento da graça, o teste da ameaça de morte deve, portanto, ser antes desse evento. “Quando, porém, a observância do domingo for imposta por lei, e o mundo for esclarecido relativamente à obrigação do verdadeiro sábado, quem então transgredir o mandamento de Deus para obedecer a um preceito que não tem maior autoridade que a de Roma… [esses] aceitarão, de fato, o sinal de fidelidade para com Roma – ‘o sinal da besta’.” 21
O fechamento da graça marca o fim do ministério de Cristo no Céu. A obra de investigação e julgamento será terminada e a porta de misericórdia para o mundo será para sempre fechada. 22 Nesse tempo, Cristo anuncia o fechamento da graça com as palavras de Apocalipse 22:11, o povo de Deus já terá sido selado 23 e estará protegido das pragas derramadas durante o grande tempo de angústia, assim como o antigo Israel foi protegido das pragas que caíram sobre o Egito.
Embora a ordem precisa dos futuros eventos não tenha sido revelada, sabemos que o tempo da vinda do Senhor está perto: “Observem a figueira e todas as árvores. Quando elas brotam, vocês mesmos percebem e sabem que o verão está próximo. Assim também, quando virem estas coisas acontecendo, saibam que o Reino de Deus está próximo” (Lc 21:29-31, NVI).
Referências:
Ellen G. White, O Grande Conflito, p. 425.
Donald Ernest Mansell, The Shape of the Coming Crisis: A Sequence of End-time Events Based on the Writings of Ellen G. White (Nampa, ID: Pacific Press, 1998).
Ellen G. White, Testemunhos Para a Igreja, v. 9, p. 11.
___________, O Grande Conflito, p. 464.
___________, Testemunhos Para a Igreja, v.9, p. 126.
___________, O Grande Conflito, p. 464.
The Seventh-Day Adventists Bible Commentary, v. 4, p. 1161.
Ellen G. White, O Grande Conflito, p. 611.
___________, Testemunhos Para a Igreja, v. 6, p. 50, 51.
10 __________, Primeiros Escritos, p. 277.
11 Ibid., p. 33, 85, 86.
12 Ibid., p. 270.
13 Ellen G. White, Testemunhos Para Ministros e Obreiros Evangélicos, p. 112.
14 ___________, O Grande Conflito, p. 608.
15 The Seventh-day Adventist Bible Commentary, v. 7, p. 976.
16 Ellen G. White, O Grande Conflito, p. 624.
17 ___________, Testemunhos Para a Igreja, v.6, p. 18.
18 Ibid., v. 5, p. 81.
19 Ellen G. White, Testemunhos Para Ministros e Obreiros Evangélicos, p. 473.
20 Ver The Seventh-day Adventist Bible Commentary, v. 7, p. 976.
21 Ellen G. White, O Grande Conflito, p. 449.
22 Ibid., p. 428.
23 Ellen G. White, Testemunhos Para a Igreja, v.5, p. 212.
Gerhard Pfandl – Diretor associado do Instituto de Pesquisa Bíblica, Silver Spring, Estados Unidos.Publicado na Revista Ministério Jan/Fev-2012.