quarta-feira, 13 de maio de 2015

Desvendando o Apocalipse: a imagem da besta

Em 1492, Cristóvão Colombo aportou no continente americano, descobrindo-o para o resto do mundo. Foi inquestionavelmente na América solitária que se ergueu a nova besta, o novo poder que iria ter extraordinária influência sobre o planeta.

Apocalipse 13:11: “Então vi subir da terra outra besta, e tinha dois chifres semelhantes aos de um cordeiro, mas falava como dragão.”

Chifres, em Daniel e Apocalipse, são símbolos de poder governamental. Esta besta de dois chifres como de cordeiro usa seu poder governamental de uma maneira gentil, quase cristã. Os chifres não têm coroas como o grande dragão vermelho (Romã pagã) e a besta com corpo de leopardo (Roma papal). Isso indica que não haverá nem papa, nem rei, mas um poder democrático. O fato de ter dois chifres, neste caso, pode ser uma alusão às duas características principais dos Estados Unidos: a liberdade civil e a liberdade religiosa.

Há três poderes religiosos no mundo. O paganismo abrange todas as nações não cristãs, o que compreende mais da metade da população da Terra. O catolicismo pertence a nações que compõem uma grande parte da cristandade e o protestantismo é outro grande poder religioso.

A profecia fala sobre uma nação que representa um forte poder religioso, que não é nem o paganismo nem o cristianismo, e que é representado por uma besta com dois chifres e que emerge da Terra.

Um governo fala por meio de suas leis. De acordo com esta profecia, podemos estar preparados para enfrentar perseguições. O dragão foi um perseguidor implacável da igreja. O leopardo, que veio a seguir, também foi um poder perseguidor que ceifou a vida de milhões de cristãos durante os 1.260 anos. Quando esta besta fala como um dragão, isso quer dizer que sua natureza muda de cordeiro para dragão, e que ela faz o mesmo tipo de obras do dragão que veio antes dela.

A “fala” da nação são os atos de suas autoridades legislativas e judiciárias. Quais serão os atos dos Estados Unidos através de seus dois órgãos – legislativo e judiciário – que representarão a voz do dragão? Antes de tudo, tenhamos em vista que, em outros textos do Apocalipse, a besta semelhante a cordeiro é identificada como o “falso profeta” (Ap 16:13; 19:20 e 20:10). E um falso profeta, segundo as Sagradas Escrituras, tem a pretensão de falar e ensinar matéria de religião em nome de Deus, quando em verdade sua mensagem é falsa. É em matéria de religião, portanto, que os Estados Unidos falarão, futuramente, “como o dragão”, através de suas autoridades legislativas e judiciárias.

Apocalipse 13:12: “Exercia toda a autoridade da primeira besta na sua presença, e fazia que a terra e os que nela habitavam adorassem a primeira besta, cuja chaga mortal fora curada.”

A primeira besta da visão é o papado. Portanto, a autoridade que a besta de dois chifres irá exercer é o poder religioso arbitrário sobre as consciências. Chegará a ponto de exercer o poder perseguidor do papado contra todos quantos não se puserem em harmonia com seus ensinos em matéria de religião. E esse poder opressor será exercido pelos Estados Unidos na presença do papado.

A profecia anuncia aqui a união dos Estados Unidos, como nação protestante, com o papado romano. O tempo se encarregará dessa união. Não haverá como deter o poder cada vez mais crescente do catolicismo nos Estados Unidos. Uma nação capaz de fazer com que “todas” as pessoas façam alguma coisa – com exceção unicamente dos seguidores de Deus – tem de ser necessariamente um país poderoso, um líder mundial.

A declaração de que “a terra e os que nela habitavam” deverão adorar a primeira besta indica que a autoridade desta nação deve ser exercida pela imposição de alguma observância de natureza religiosa em homenagem ao papado. Somente em flagrante violação das garantias constitucionais de liberdade religiosa da nação norte-americana poderá qualquer observância religiosa ser imposta pela autoridade civil. Mas a incoerência desse procedimento está contida no símbolo profético. Afinal, não é a besta semelhante ao cordeiro que fala como dragão?

Assim é que a nação norte-americana quebrará logo a barreira constitucional que diz respeito à liberdade religiosa, para exaltar o papado e perseguir os verdadeiros seguidores de Cristo. Leis serão promulgadas pelo Congresso norte-americano em exaltação do papado e seus dogmas.

O Congresso e o presidente provavelmente não decretarão a legislação inicial com o intuito de atingir a minoria que guarda os mandamentos de Deus, do mesmo jeito que Nabucodonosor não ergueu sua imagem de ouro com o propósito de lançar na fornalha os três amigos de Daniel. O rei até mesmo concedeu àqueles homens a oportunidade de modificarem sua postura. Porém, quando os três jovens hebreus responderam bravamente: “Não serviremos a teus deuses, nem adoraremos a imagem de ouro que levantaste”, a ira do rei não conheceu limites (Dn 3:18).

Apocalipse 13:13: “E fez grandes sinais, de maneira que até fogo fazia descer do céu à terra, à vista dos homens.”

Em Apocalipse 16:13 e 14 é enfatizado que da boca do falso profeta, o protestantismo apostatado, como também da boca do dragão e da boca da besta, saem “espíritos imundos” ou “espíritos de demônios que fazem prodígios”. Em Apocalipse 19:20, é dito que o falso profeta “fizera os sinais, com que enganou...” Assim, os “grandes sinais” incluindo até “fogo descer do céu”, são obra exclusiva de demônios por meio da besta que subiu “da terra”, cujo objetivo é enganar as pessoas. Trata-se, portanto, de um poder sobrenatural que opera sob o controle de demônios enganadores.

Que poder é esse? O espiritismo. Basta que a besta de dois chifres fale “como o dragão” – Satanás – para que nos certifiquemos de que todos os seus atos, que cumprem a profecia, sejam atos do próprio dragão e seus demônios expulsos do Céu.

Verificou-se no Jardim do Éden a primeira sessão espírita havida na Terra. A serpente era o médium e o espírito que por ela atuara era Satanás. Não era possível que um espírito de morto atuasse através do animal porque ninguém ainda havia morrido na Terra. Porém, em Apocalipse 12:9 temos a certeza de que Satanás foi o agente enganador invisível.

Apocalipse 13:14: “Por causa dos sinais que lhe foi permitido fazer na presença da besta, enganava os que habitavam na terra, e dizia-lhes que fizessem uma imagem à besta que recebera a ferida da espada e vivia.”

A imagem da besta deverá ser feita pela besta de “dois chifres semelhantes aos de um cordeiro” – os Estados Unidos. O fato de o versículo seguinte (15) dizer que a “imagem da besta” ao ser feita falará e matará é evidência de que não se trata, como alguns entendem, de uma imagem do culto do catolicismo.

Segundo Apocalipse 15:2, a “imagem da besta” é um poder contra o qual sairão vitoriosos os que estarão afinal no mar de vidro, significando que, para saírem vitoriosos, terão que lutar contra ele. Trata-se, portanto, a “imagem da besta” a ser formada pelos Estados Unidos verdadeiramente de um poder perseguidor vindo da união da Igreja com o Estado.

Segundo a profecia, a “imagem da besta” será realizada nos Estados Unidos como uma homenagem a Roma, em virtude de se propor exaltar o “sinal da besta” – o domingo – por uma lei constitucional. Assim, o protestantismo apostatado e o catolicismo conjugam suas forças num desmedido esforço marchando juntos para a consecução da “imagem da besta” em homenagem ao papado romano.

Apocalipse 13:15: “Foi-lhe concedido também que desse fôlego à imagem da besta, para que ela falasse, e fizesse que fossem mortos todos os que não adorassem a imagem da besta.”

Como a “imagem da besta” é a união entre a Igreja e o Estado, em que a Igreja faz do Estado o seu servo, a Igreja terá o poder para falar e o Estado, o dever de executar o que ela fala. Ou podemos dizer também que o Estado falará não mais como um Estado civil livre, mas como um Estado religioso opressor que é a “imagem da besta”. É isto o que quer dizer: “E foi-lhe (ao Estado pelo dragão) concedido também que desse fôlego à imagem da besta, para que ela falasse”, e falasse como dragão.

Sobre isto a profecia é muito evidente. A “imagem da besta”, revestida do poder da própria nação, falará contra os que se lhe oporem, isto é, contra aqueles que protestarão contra a união da Igreja e Estado. Sua fala contra eles será de morte, dada a fidelidade deles aos mandamentos de Deus e a recusa da aceitação da “imagem da besta” e de suas imposições.

Mas nenhum dos servos de Deus há de morrer pelas sentenças da “imagem da besta”. Deus os protegerá de modo a não lhes cair um só fio de cabelo. Serão protegidos pelas legiões de santos anjos celestiais, pelo que não será executada contra eles a sentença de morte em razão da lealdade que manifestam à lei de Deus e ao evangelho de nosso Senhor Jesus Cristo. Eles, reza a profecia, sairão “vitoriosos da besta, e da sua imagem” (Ap 15:2). Esse futuro tempo será para eles a “angústia de Jacó” e não morte de Jacó, pois este não morreu em sua angústia.

Apocalipse 13:16: “E fez que a todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e escravos, lhes fosse posto um sinal na mão direita, ou na testa,”

Apocalipse 13:17: “para que ninguém pudesse comprar ou vender, senão aquele que tivesse o sinal, ou o nome da besta, ou o número do seu nome.”

Em harmonia com o exposto acima, o “sinal da besta” é o sinal do papado, que é a “besta”. Portanto, como o papado é um poder religioso, seu sinal deve ser necessariamente uma instituição religiosa sua por meio da qual pretenda ser reconhecido no mundo como autoridade suprema.

O apóstolo Paulo descreve o papado, na pessoa do papa, como “homem do pecado” que se arroga o direito de supremacia “contra tudo o que se chama Deus” ou revela o nome de Deus, “se adora” e se assenta “no templo de Deus”, a igreja, “querendo parecer Deus” (2Ts 2:3, 4). Desse modo, pretende o papado destronar a Deus e ser olhado por toda a igreja como autoridade em lugar de Deus e acima de Deus, pois o apóstolo revela que ele se exalta “contra tudo o que se chama Deus”.

Quando um poder pretende ter derrubado outro poder, trata imediatamente de modificar a lei daquele a quem destronou, por meio da qual ele exercia a sua autoridade. Estabelece então outra lei ou Constituição que revele a sua autoridade como novo soberano vencedor. E foi precisamente isso que o papado procurou realizar para exaltar a si mesmo acima de Deus, como usurpador dos direitos de Deus.

Referindo-se às suas pretensões, o profeta Daniel menciona três coisas que o papado faria ao colocar-se acima de Deus:

1) “Proferirá palavras contra o Altíssimo.”
2) “Destruirá os santos do Altíssimo.”
3) “Cuidará em mudar os tempos e a lei” (Dn 7:25).

Analise a lógica profética sobre um poder usurpador:

1) Fala contra o poder que derrubou.
2) Persegue e elimina os súditos do poder derrubado, se não simpatizarem com a nova ordem.
3) Muda a lei ou a Constituição do poder vencido. E não foi nada mais do que isso que o papado fez em relação a Deus.

Dos três pontos, porém, o que a profecia mais destaca é o que trata da lei em que é dito que o papado cuidará em mudar os tempos e a lei. A lei que o papado cuidaria em mudar não pode ser outra senão a lei de Deus. Pois jamais poderia ele exercer o despotismo religioso e colocar-se acima de Deus a menos que alterasse a lei divina, afastando dela a autoridade de Deus. Enquanto Daniel profetizara que o papado cuidaria em mudar a lei de Deus, nós hoje vemos a profecia cumprida.

Assim o cristianismo tem duas leis – a lei original, escrita pelo dedo do Criador, e a lei adulterada pelo papado. A lei de Deus, que é a expressão do Seu próprio caráter, requer a obediência de Seus fiéis seguidores. A lei papal, que emana de Roma, exige fidelidade à vontade do papa. Ambos, o Deus do Céu e o deus de Roma exigem obediência às suas leis. A lei a que os homens obedecem revela o Deus que eles adoram e servem.

Para que Deus não continuasse mais a reinar na Terra e sim o papado, era imprescindível que este poder afastasse da lei de Deus o preceito que expressa a Sua suprema autoridade e o substituísse por outro que revelasse, na lei, a suprema autoridade papal. E, na lei de Deus, o preceito que expressa a Sua autoridade como legislador e soberano nos Céus e na Terra é o quarto mandamento. Inquestionavelmente, o quarto mandamento, que ordena a santificação do sábado do sétimo dia, contém, por suas próprias expressões, a assinatura de Deus como legislador do Decálogo.

Todo homem que acata o sábado como dia de repouso divino e o observa conforme a ordenança do quarto mandamento, homenageia a Deus como Criador e O reverencia como seu Deus a quem unicamente adora e serve na Terra.

Para que o papado pudesse colocar-se acima de Deus e o seu pontífice pretendesse ser deus na Terra, é evidente que deveria abolir especialmente o quarto mandamento que ordena a santificação do sábado do sétimo dia e apresenta a Deus como Criador, e substituí-lo por outro dia de repouso semanal que designasse, não mais ao Criador como legislador da lei e supremo Deus nos Céus e na Terra, mas sim ao papa ou ao papado como “deus deste mundo” ou substituto de Deus entronizado em Roma.

E, posto que a Bíblia chamada católica, a Vulgata, conserve intacto o quarto mandamento ordenando o repouso do sétimo dia, temos nos catecismos autorizados da Igreja Católica uma lei, neles denominada de lei de Deus, em que o dia do repouso semanal original não é mais apresentado como dia de repouso. O primeiro dia da semana é definido nos catecismos como dia de repouso substituto do sábado do sétimo dia. E essa mudança do dia de repouso é expressamente confessada por autoridades católicas como obra real do papado em evidência de sua autoridade.

Na transferência do repouso semanal do sábado do sétimo dia para o primeiro dia da semana, o papado não fez nada mais nem menos do que substituir o sinal da autoridade suprema de Deus pelo sinal de sua própria autoridade como um falso deus sobre a Terra. Daí o domingo, na lei modificada do catecismo católico, ser o sinal do papado e como tal o “sinal da besta”.

É bom repetir que a “besta” é o papado e que a “imagem da besta” são os Estados Unidos. Agora tudo está claro diante de nós. Ao ser alterada a Constituição norte-americana e o protestantismo apostatado tornar-se religião oficial do Estado, então a igreja obrigará o Estado a impor pela lei o “sinal da besta” papal, isto é, a observância obrigatória do domingo.

Perceba que o movimento do protestantismo norte-americano visa ao mundo inteiro. Nisso vemos o cumprimento da profecia, pois reza ela que a besta de dois chifres induzirá a “todos os que habitam sobre a terra” a fazer uma “imagem à besta” pela exaltação do seu sinal.

Para a “imagem da besta” será indiferente estar o sinal na mão direita ou na testa; o que lhe importa é que todos ostentem a marca da apostasia papal.

A mão direita é a mão da ação e a grande massa da nação submeter-se-á à imposição do repouso obrigatório do domingo simplesmente por consideração de comodidade ou conveniência pessoal, sem com isso reconhecer nenhum fundamento religioso, mas dando, desse modo, indiretamente, o seu apoio a uma instituição religiosa e aceitando implicitamente a autoridade da besta imposta por sua imagem. Esses receberão o sinal na sua mão direita com a qual, indiretamente, apóiam as pretensões da besta e sua imagem.

A outra classe será constituída pelos que espontaneamente se hão de submeter às suas imposições, mas pelo coração e pelo entendimento, crendo estar servindo e apoiando uma causa justa. Estes estarão identificados com a doutrina e por ela com o caráter da besta, tanto pelo coração como pela inteligência, e terão o sinal em suas testas.

Portanto, por convicção ou não, todos serão obrigados, pelo protestantismo e Estado irmanados, a receber o “sinal da besta”. Quando tudo isso suceder, em breve, na América protestante agora livre ficará assentado com toda a evidência que o ponto característico especial da besta e de sua imagem é a violação dos mandamentos de Deus.

Os protestantes estão abrindo a porta para o papado a fim de readquirir na América protestante a supremacia que perderam no Velho Mundo.

Os cristãos das gerações passadas observaram o domingo supondo que em assim fazendo estavam a guardar o sábado bíblico; e hoje existem verdadeiros cristãos em todas as igrejas, que crêem sinceramente ser o domingo o dia de repouso divinamente instituído. Deus aceita a sinceridade de propósito de tais pessoas e sua integridade.

Quando, porém, a observância do domingo for imposta por lei, e o mundo for esclarecido relativamente à obrigação do verdadeiro sábado, quem então transgredir o mandamento de Deus para obedecer a um preceito que não tem maior autoridade que a de Roma, honrará desta maneira ao papado mais do que a Deus. Prestará homenagem a Roma e ao poder que impõe a instituição que Roma ordenou. Adorará a besta e a sua imagem.

Ao rejeitarem os homens a instituição que Deus declarou ser o sinal de Sua autoridade, e honrarem em seu lugar a que Roma escolheu como sinal de sua supremacia, aceitarão, de fato, o sinal de fidelidade para com Roma – “o sinal da besta”. E somente depois que esta situação estiver plenamente exposta perante o povo, e este seja levado a optar entre os mandamentos de Deus e os dos homens, é que, então, aqueles que continuam a transgredir hão de receber “o sinal da besta”.

Mas ninguém deverá sofrer a ira de Deus antes que a verdade se tenha apresentado à consciência, e haja sido rejeitada. Há muitos que nunca tiveram oportunidade de ouvir as verdades especiais para este tempo. A obrigatoriedade do quarto mandamento nunca lhes foi apresentada em sua verdadeira luz. Aquele que lê todos os corações e prova todos os intuitos, não deixará que pessoa alguma que deseje o conhecimento da verdade seja enganada quanto ao desfecho da controvérsia. O decreto não será imposto ao povo cegamente. Cada qual receberá luz bastante para tomar inteligentemente a sua decisão.

Temos assim que “o sinal da besta” e o sinal de Deus só serão impostos quando o mundo for logo esclarecido de toda esta questão, como se acha predito em Apocalipse 18:1-4.

Apocalipse 13:18: “Aqui há sabedoria. Aquele que tem entendimento calcule o número da besta, pois é o número de um homem. O seu número é seiscentos e sessenta e seis.”

O versículo anterior diz que a “besta” tem um nome e que seu nome encerra um número. Para encontrarmos o seu número é imprescindível saber antecipadamente o seu nome. Sendo a “besta” um poder, é evidente que o seu nome deve ser um título representativo do seu poder empregado pelo homem que a representa.

Quer dizer ainda que esse homem e a “besta” que ele representa, pertencem a uma nacionalidade cujo sistema numeral é exemplificado em letras do seu próprio idioma (algarismos romanos). É assim que o número do seu nome é encontrado nas letras do seu nome.

O homem, cujo nome revela o título do papado, é o seu representante pessoal – o papa. Há muitos nomes e títulos arrogados pelo papa, mas o mais significativo deles é “Vicarivs Filii Dei”, que significa “Substituto do Filho de Deus”.

O número do seu nome:

V I C A R I V S F I L I I D E I

5 + 1 + 100 + 0 + 0 + 1 + 5 + 0 0 + 1 + 50 + 1 + 1 500 + 0 + 1 =

112 + 53 + 501 = 666

A profecia diz que o “número da besta” é o “número de um homem”, o que revela que o poder papal não é divino ou de instituição divina, como ele pretende que seja, mas exclusivamente humano. O capítulo 13 de Apocalipse revela peculiaridades distintas do poder perseguidor. No próximo estudo, vamos conhecer características daqueles que serão perseguidos, ou seja, os verdadeiros adoradores de Deus.

Fonte ;http://www.criacionismo.com.br/2008/05/desvendando-o-apocalipse-imagem-da.html
(Texto da Jornalista Graciela Érika Rodrigues, inspirado na palestra do advogado Mauro Braga.)

sexta-feira, 8 de maio de 2015

Posição da IASD sobre a candidatura de Ben Carson

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De cirurgião a presidente dos EUA?
O internacionalmente reconhecido neurocirurgião adventista Ben Carson, autor de diversos livros publicados no Brasil pela Casa Publicadora Brasileira (CPB), e cuja vida foi retratada no filme Mãos Talentosas, anunciou ontem (4/5) sua entrada na disputa pela indicação do Partido Republicano para concorrer à presidência dos Estados Unidos. No entanto, a Igreja Adventista mantém sua histórica posição de não apoiar ou se opor à candidatura de qualquer um de seus membros. Sobre o assunto, a Igreja Adventista já possui um documento a respeito de seu posicionamento em relação a questões políticas e, principalmente, ao seu cuidado em não tornar seus púlpitos em palanques eleitorais. Para saber mais a respeito da postura adotada diante da candidatura do doutor Ben Carson, reforçada em nota publicada ontem pela sede adventista para os Estados Unidos (Divisão Norte-Americana), e outros materiais relacionados à política, clique aqui.

(ASN)

Nota de Filipe Reis, de Portugal: “O irmão Ben Carson não é um ilustre desconhecido, quer para a igreja ou a sociedade civil. Com uma história de vida que encaixa que nem uma luva no ideal do ‘sonho americano’, tornou-se um dos mais destacados neurocirurgiões do mundo, famoso por chefiar, em 1987, a primeira separação de gêmeos siameses unidos pela cabeça. Em 2008, Ben foi premiado com a Medalha Presidencial da Liberdade, a maior distinção civil americana, pelo então presidente George W. Bush. No ano seguinte, foi produzido um filme sobre a vida dele, tendo por base o livro Gifted Hands, um título disponível nas livrarias adventistas. Assim, na igreja, habituamo-nos a apreciar a história e o exemplo desse irmão. Ben aposentou-se da prática médica em 2013, uma fase da vida em que, supostamente, as pessoas abrandam o ritmo e vivem a vida mais tranquila e discretamente – mas não foi esse o caso de Ben... Isso porque, em fevereiro desse mesmo ano, ele teve oportunidade de discursar a escassos metros de distância do presidente Barack Obama durante o ‘Pequeno-almoço de Oração’ (tradução literal), um evento anual que serve como um fórum para as elites políticas, sociais e econômicas se reunirem e estabelecerem contatos. Nessa ocasião, e segundo vários comentaristas, Ben arrasou várias das políticas de Obama, levantando uma voz crítica e direta que foi muito bem recebida pela ala conservadora. A partir daí, todas as pesquisas e sondagens de opinião acerca dos possíveis candidatos republicanos às presidenciais americanas de 2016 passaram a incluir o nome de Ben Carson, que apareceu sempre muito bem referenciado.

“Desde então, com especial destaque para os últimos meses, acompanhei de perto a evolução das futuras perspectivas políticas de Ben Carson – o estabelecimento de um comité preparatório, a montagem de uma equipe e de uma estratégia de campo (que embora não disfarçando alguma falta de profissionalização, principalmente se compararmos com as habituais máquinas dos grandes partidos, é de admirar para um independente sem estrutura anterior), foram apenas os primeiros passos que conduziram ao anúncio de ontem: Ben é concorrente à presidência norte-americana, procurando agora a nomeação como candidato conservador do Partido Republicano.

“Feito esse breve contexto pessoal e histórico, cabe agora perceber a questão sob o ponto de vista que mais nos atrairá a atenção: Ben Carson é membro da Igreja Adventista do Sétimo Dia. Como tal, há imensas questões que se levantam e que nos podem atingir a todos, ainda que indiretamente. (Vou ignorar, por hora, as recomendações que temos para nos afastarmos de questões de âmbito político. Talvez possamos refletir nisso mais à frente.)

“Vejamos: não é novidade para ninguém que numa luta política dessas, cada candidato procura, além de apresentar seus méritos, mostrar os deméritos, as falhas do outro, tentando capitalizar para si as preferências dos votantes. Assim, não nos deve parecer descabido que qualquer opositor de Ben Carson rebusque tudo quanto lhe diz respeito, incluindo sua fé religiosa. E aí irá encontrar que a Igreja Adventista do Sétimo Dia tem posições oficiais, incluindo nas suas publicações, que identificam profeticamente os Estados Unidos como sendo uma das bestas do Apocalipse, um dos futuros poderes perseguidores da liberdade de consciência, um ator fundamental na finalização da história da Terra em sentido rigorosamente oposto àquilo que 95% dos cristãos americanos entendem (refiro-me ao dispensacionalismo), apelidando-os de apóstatas. Mais: irá encontrar que os Adventistas do Sétimo Dia acreditam que são um grupo que será perseguido (não só mas também) pela mão política, civil e militar... dos Estados Unidos!

“Como será que Ben irá responder a esse tipo de questões (e outras paralelas que se levantarão)? O que dirá ele quanto for colocado diante desse aparente paradoxo? Será que irá se firmar naquilo que sempre entendemos no âmbito da nossa fé e mensagem, ou será que irá se comprometer de alguma forma, como já teria feito quando confrontado com a questão da homossexualidade?

“Depois há outras questões que podem ser menores, mas não são menos potencializadoras de discussão: se na Igreja Adventista prezamos a vida de todas as pessoas sem discriminação, como entenderemos o fato de Ben ser a favor do porte de armas? Por curiosidade, saiba que a posição dele sobre os impostos aos cidadãos tem por base o conceito do dízimo bíblico. Até que ponto não será acusado de misturar Estado e igreja?

“Contudo, a verdade é que isso poderá abrir uma gigantesca oportunidade para a Igreja Adventista: já pensamos quanto tempo de exposição isso nos pode dar? Quantas atenções não se poderão voltar para as nossas crenças, doutrinas e mensagem? Quantas vezes poderemos, eventualmente, ter a oportunidade de testemunhar de viva voz acerca das razões da nossa fé, não apenas em privado mas também através dos meios de comunicação social? Quantos jornalistas não irão, porventura, ocorrer às nossas igrejas para nos apresentar e divulgar diante da sociedade? Se isso acontecer, podemos estar diante de uma oportunidade rara. Assim, saibamos aproveitá-la.

“Curiosamente, o segundo nome de Ben é Solomon (Salomão). Saberá ele lidar com essa exposição com a sabedoria do antigo rei de Israel? Saberemos nós, também, fazê-lo? Os próximos tempos darão a resposta. Pelo menos, é isso que esperamos; por hora, só temos perguntas...

“[P.S.: a irmã Sonya Carson, mãe de Ben, para muitos a verdadeira heroína da história do filho, está atualmente nos últimos momentos da sua vida. Seu estado de saúde agravou-se nas últimas semanas e é possível que em breve o Senhor a faça descansar. Oremos para Deus lhe conceda momentos de tranquilidade.]”
Fonte ;http://www.criacionismo.com.br/2015/05/posicao-da-iasd-sobre-candidatura-de.html



2015: ECOmenismo, o papa e Ben Carson

quarta-feira, 15 de abril de 2015

Desilusões Dispensacionalistas


Você pode não ter consciência disso, mas a grande maioria dos autores cristãos, radialistas e produtores de televisão que falam sobre “o final dos tempos” tem aceitado um único sistema de interpretação profética chamado “Dispensacionalismo”. se estes próprios professores tem reconhecido este não tão pequeno detalhe, ou não, uma coisa é óbvia: eles costumam colocar o povo judeu no epicentro dos eventos previstos que acontecerão no planeta Terra antes do fim do mundo. Infelizmente, o sistema do Dispensacionalismo tem em si grandes falhas. Não só isso, mas também estão inclusos alguns inesperados elementos anti-judaicos, como você está prestes a observar.
De modo geral, o dispensacionalismo ensina que Deus tem trabalhado em toda a decante história humana em fases distintas, épocas, ou dispensações. Nos tempos do Antigo Testamento, Ele trabalhou através de “Israel” e requeriu que os judeus guardassem “a lei”, ao passo que nestes tempos do Novo Testamento Ele opera através “da igreja” e proclama “a salvação pela graça” – isto é, até que um evento chamado “arrebatamento” leve “a igreja” para o céu.
Então todo o inferno vai cair na terra.
Então, “os sete anos de tribulação” começarão.
Então um Anticristo infame vai ganhar o controle do mundo.
Em seguida, o Anticristo irá arregimentar suas forças contra os judeus.
Este cenário está agora a ser ensinado em todo o mundo, na TV, rádio, livros e artigos, e na Internet, ainda que o não-tão-pequeno detalhe acima mencionado seja simples: esses ensinamentos fazem parte do sistema do dispensacionalismo. É verdade que os próprios dispensacionalistas são principalmente pró-Israel, e que um de seus ensinamentos cardeais é o de que Deus defenderá os judeus no Armagedom. Mas quando nos aprofundamos, nós descobrimos que apenas uma pequena parte deles vai ser protegida. Chocante, dois terços dos israelenses serão abatidos em um segundo Holocausto.
Obviamente, esta não é uma boa notícia para o povo judeu.
A enciclopédia da Internet, Wikipedia, define o dispensacionalismo da seguinte maneira:
Dispensacionalismo é uma tradição evangélica protestante cuja teologia é baseada na hermenêutica bíblica, que vê uma série de sucessivas “dispensações” ou períodos cronológicos na história nos quais Deus se relaciona com os seres humanos de diferentes formas e sob diferentes pactos bíblicos. O sistema do dispensacionalismo está enraizado nos escritos de John Nelson Darby. A teologia do dispensacionalismo consiste de uma perspectiva escatológica distinta dos “tempos finais”, todos os dispensacionalistas defendem o pré-milenismo e o arrebatamento pré-tribulação. Os Dispensacionalistas acreditam que a nação de Israel é distinta da Igreja … “(1)
A Wikipedia é 100% correta ao relatar que o “Dispensacionalismo” vê a “nação de Israel” como “distinta da igreja” e que este sistema profético inclui uma “perspectiva escatológica distinta dos “tempos finais””, geralmente acompanhada da crença em “um arrebatamento Pré-Tribulação “. No entanto, um problema pegajoso raramente mencionado é que (como mencionado acima), a maioria dos dispensacionalistas acreditam também que, após o “arrebatamento”, forças sinistras terão como alvo milhões de judeus não arrebatados durante a tribulação, que a maioria dos judeus sofrerá horrivelmente, e que milhões deles serão aniquilados num banho de sangue como um pesadelo, antes da Segunda Vinda de Cristo. Um Proeminente dispensacionalista chamado John Walvoord francamente confessou que durante a Tribulação, “dois terços dos filhos de Israel na terra perecerão” (2).
Na verdade, esta é uma doutrina dispensacionalista. Tal horrenda previsão a respeito dos judeus poderia ser apropriadamente chamada de “o segredo sujo do Dispensacionalismo”.
Pessoalmente, eu não compraria tal doutrina, e é o objetivo deste artigo desmantelar alguns erros enganosos do Dispensacionalismo.
Primeiro de tudo, a noção de que Deus salvou os judeus do Antigo Testamento por lei, mas agora salva cristãos do Novo Testamento, pela graça, não é apenas sutilmente anti-judaica em si, mas é totalmente anti-bíblica. A Graça começou com a queda de Adão e a primeira entrada do pecado (ver Romanos 5:20), ou a humanidade teria sido exterminada imediatamente. Antes do dilúvio, Noé achou graça aos olhos do Senhor “(Gênesis 6:8). Ao longo da história de xadrez de Israel, seu povo achou graça também. Mesmo antes Deus escreveu os Dez Mandamentos no Monte Sinai, os israelitas saíram do Egito com segurança por causa do sangue dos cordeiros mortos aspergido sobre as portas (ver Êxodo 12), tipificando sua graça messiânica. O sangue quente dos animais mortos aspergido pelos sacerdotes judeus acima dos dez mandamentos dentro do Santuário, no Dia da Expiação também proclamou a salvação pela fé em Jesus Cristo, e não através da lei. Na verdade, antes mesmo de Israel existir como nação, Deus Todo-Poderoso “anunciou primeiro o evangelho a Abraão” (Gálatas 3:8) centrado no Calvário.
Por outro lado, há uma abundância de declarações sobre eles obedecendo a lei no Novo Testamento (leia Romanos 2:25,26, 3:31, 7:12, 8:4; Efésios 6:1-3; Tiago 2:10 -12). A verdade é que Deus tem usado a “lei” para mostrar aos pecadores os seus pecados (tanto judeus como gentios) e para criar uma necessidade da fé e da graça (cf. Romanos 5:19-20, Gálatas 3:24). Assim, não é que a “Lei do Velho Testamento foi Substituída pela graça do Novo Testamento”, mas sim que a “Lei cria a necessidade da Graça” por toda parte. Em Gálatas 3:11, Paulo esclareceu que “nenhum homem é justificado pela lei perante os olhos de Deus”, e ele cita o Antigo Testamento para provar isso. Em última análise, toda a graça está centrada em Jesus Cristo, e se as pessoas viviam na época do Antigo Testamento, quando o Seu sacrifício foi prenunciado pelos cordeiros mortos, ou nos tempos do Novo Testamento, após seu sacrifício ser realizado no Calvário, como o próprio Mestre disse: “Ninguém vem ao Pai senão por mim “(João 14:6, grifos nossos).
“Nenhum homem” significa nenhum, quer judeu ou grego.
Em outras palavras, todo aquele que atinge o céu vai chegar lá apenas por causa de Jesus Cristo e seu sacrifício, isto é, pela Sua graça. Assim, quando dispensacionalistas ensinam que os judeus do Antigo Testamento alcançaram a salvação em qualquer caminho através da lei, ou que lhes foi negado o evangelho, quer eles façam idéia ou não, eles estão ensinando uma sútil e falsa doutrina anti-judaica. A verdade é que Deus amou os judeus do Antigo Testamento, tanto como Ele ama os cristãos do Novo Testamento, e a ambos os grupos sempre lhes foi oferecida a esperança através de um salvador.
E este salvador ama ambos os grupos ainda hoje.
Em segundo lugar, é fictícia a idéia dispensacionalista que faz separação entre Israel e a igreja. No Dia do Pentecostes judaico, 3.000 judeus foram batizados por meio da pregação de Pedro e foram acrescentados a igreja “(Atos 2:41,47). Se você perguntasse a Pedro e aos discípulos se eles eram parte de “Israel” ou da “Igreja”, o que eles diriam? A resposta é óbvia. Eles responderiam os dois! A mais antiga igreja cristãi foi quase inteiramente uma Igreja judaica até os gentios se juntarem as suas fileiras.
Terceiro: o Arrebatamento. O cenário dispensacionalista do fim dos tempos começa com os cristãos sendo “arrebatados” para o encontro de Jesus nos ares o que os dispensacionalistas interpretam como um evento silencioso e secreto ocorrendo sete anos antes do fim. Errado de novo. Uma leitura cuidadosa de 1 Tessalonicenses 4:16 e 17 revela que os verdadeiros crentes serão “arrebatados” (verso 17) quando Jesus literalmente descer do céu em sua segunda vinda com “grande brado”, “á voz do arcanjo” e “ao som da trombeta de Deus”. Não há nada de silêncioso ou secreto nesse evento. Como o artigo da Wikipedia afirmou correctamente, a doutrina do arrebatamento pré-tribulação é realmente “enraizada” nos ensinamentos do teólogo do século 19 “John Nelson Darby”
Quarto: o mito da tribulação de sete anos. Surpreendentemente, não há nenhum verso em toda a Bíblia que ensina especificamente uma “tribulação de sete anos”.Cheque em qualquer concordância. Simplesmente não existe. Daniel 9:27 é o mais freqüente verso citado para apoiar a “Teoria dos sete anos de tribulação”, mas o próprio versículo não diz nada do tipo. Na verdade, a grande maioria dos antigos comentaristas cristãos – como Matthew Henry, Adam Clarke, Jamieson e Faucett & Brown – colocam Daniel 9:27 durante o tempo em que o próprio Jesus “confirma a nova aliança” fazendo “cessar os sacrifícios e ofertas” pela sua morte na cruz.
Quinto: um final sangrento que abaterá dois terços dos judeus que vivem em Israel. Tal ensino horrendo é baseado quase que inteiramente num único verso – Zacarias 13:8. No entanto, o Novo Testamento coloca o versículo anterior (versículo 7) diretamente no tempo de Cristo (comparar com Mateus 26:31). Não há previsão no livro de Apocalipse sobre a aniquilação de dois terços de todos os judeus que vivem em Israel pelo Anticristo antes da volta visível do Senhor, nem que os israelitas seriam alvo de um massacre.
Em conclusão, devemos prestar maior atenção à advertência do Mestre: “Vede que ninguém vos engane” (Mateus 24:4) – especialmente quando se trata de nossos amigos judeus, e de interpretações da profecia. Nestes dias turbulentos de Delírios dispensacionalistas dizendo que “A Lei” era somente para os judeus do Antigo Testamento e não para os cristãos, a distinção entre Israel e a Igreja, o arrebatamento, os sete anos de tribulação, e um suposto abate de dois terços de todos os israelenses, vamos fazer tudo o que pudermos para compartilhar “o evangelho eterno” (Apocalipse 14:6) com todos, tanto judeus e gentios, antes da Segunda Vinda.
Não se deixe enganar por falsas profecias.Vamos manter a verdade bíblica sólida.
1. http://en.wikipedia.org/wiki/Dispensationalism
2. Israel in Prophecy, by John Walvoord, p. 108. Zondervan (1988).
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Artigo de autoria de Steve Wohlberg traduzido diretamente do site White Horse Media. Steve Wohlberg é  autor de 22 livros, participou como convidado de mais de 500 programas de rádio e televisão, tem falado por convite especial dentro do Pentágono e do Senado dos E.U.A., e foi apresentado duas vezes no The History Channel em documentários sobre o livro do Apocalipse. Ele também escreve uma coluna mensal para Wisconsin Christian News.  O Sr. Wohlberg atualmente vive em Priest River, Idaho, com sua esposa Kristin, seu filho Seth, a sua filha Abigail, e seu golden retriever. Os Wohlbergs são membros da igreja adventista de Newport Washington.
Fonte ;https://setimodia.wordpress.com/2010/01/14/desilusoes-dispensacionalistas/