segunda-feira, 9 de abril de 2012

Os EUA estão agora na “matrix da lei marcial”

Uma ordem executiva pouco notada decretada neste mês permitirá que o governo dos EUA se apodere de todos os recursos nacionais (inclusive comida), aliste civis nas forças armadas ou trabalho escravo, controle todos os meios de comunicação e racione os serviços de saúde “para promover a defesa nacional”. O Congresso poderá receber informações sobre as ações do governo, mas não tem nenhum poder para alterá-las. A ordem executiva do presidente Obama completa a “matrix de lei marcial” que entrega todos os recursos nacionais ao governo central de Washington, um proeminente escritor disse para LifeSiteNews.com.

Barack Obama decretou a ordem executiva, “National Defense Resources Preparedness” (Prontidão dos Recursos de Defesa Nacional), em 16 de março. Jim Garrison do [jornal esquerdista] The Huffington Post resumiu suas cláusulas:

* O ministro da Defesa tem poder sobre todos os recursos de água.
* O ministro do Comércio tem poder sobre todos os serviços e infraestruturas materiais, inclusive materiais de construção.
* O ministro dos Transportes tem poder sobre todas as formas de transporte civil.
* O ministro da Agricultura tem poder sobre recursos e infraestruturas de alimentos, recursos e usinas de gado e a distribuição nacional de equipamento agrícola.
* O ministro da Saúde tem poder sobre todos os recursos de saúde.
* O ministro das Energias tem poder sobre todas as formas de energia.

Cada poder tem todas as suas partes componentes. Por exemplo, “os transportes civis incluem movimento de pessoas e propriedade mediante todos os meios de transportes interestaduais e intraestaduais, ou comércio estrangeiro dentro dos Estados Unidos, seus territórios e possessões, e o Distrito de Colúmbia, e locais públicos de armazenamento relacionados, portos, serviços, equipamento e infraestrutura”. Semelhantemente, “‘recursos de alimentos’ significam mercadorias e produtos (simples, misturados ou compostos), ou complementos para tais mercadorias e produtos, que podem ser ingeridos por seres humanos ou animais”.

“Da perspectiva da Constituição, esses são poderes inteiramente ilegítimos”, o escritor e editor William Norman Grigg disse para LifeSiteNews.com. “Não há nem mesmo um indício ou sussurro de legitimidade aí. Você está lidando com alguém que claramente não vê a presidência como suscetível a nenhum limite, legal ou constitucional.”

Grigg, que é editor-geral da revista Republic Magazine, disse: “O que é especialmente preocupante é que ele não está mostrando nenhum arrependimento por exercer todos os poderes que eram reivindicados por seus antecessores e acrescentando a essas leis poderes presidenciais extraconstitucionais.”

Esses vastos novos poderes podem ser invocados “em tempos de paz e em tempos de emergência nacional”, sempre que forem “considerados necessários ou apropriados para promover a defesa nacional”. O presidente é quem decidirá quando essas circunstâncias se aplicam. O Congresso seria informado, mediante um resumo, acerca das ações das agências governamentais – anualmente –, mas não poderia alterar as leis.

Os defensores do presidente, inclusive alguns republicanos, dizem que a ordem executiva só atualiza a Lei de Produção de Defesa de 1950 e a Ordem Executiva 12919 de Bill Clinton, escrita em 1994. A principal diferença é que a nova ordem transfere funções da FEMA para o Departamento de Segurança Nacional.

Ed Morrissey, do Hot Air, escreveu: “Barack Obama pode ser arrogante, e a escolha do tempo do anúncio desse decreto pode ter parecido estranha, mas isso não é motivo algum para nos preocuparmos.” Mas Grigg diz que a mudança de uma emergência de tempo de guerra para tempo de paz em si já é preocupante. “Quando estamos lidando com engenharia semântica que tem uma sintonia aguçada, isso parece muito como evidência de más intenções”, disse ele. “Eles jogaram fora a ideia de que precisa haver um acontecimento razoável que provocasse uma emergência nacional que seja importante.”

A dependência de ordens executivas anteriores também preocupa Grigg. “Obama tem [...] falado sobre as supostas virtudes do controle governamental sobre a população civil inteira dos EUA dentro do modelo militar”, disse ele. “Essa situação nos leva de volta a Bernard Baruch”, presidente da Diretoria das Indústrias Nacionais de Guerra no governo do presidente Woodrow Wilson, durante a 1ª Guerra Mundial. Ele escreveu em 1918: “Estamos vivendo hoje num Estado altamente organizado de socialismo [nos EUA]. O Estado é tudo; o individuo é importante apenas enquanto contribui para o bem-estar do Estado.”

“Essa é uma aspiração que está no coração de todos os coletivistas desde tempos imemoráveis”, Grigg disse para LifeSiteNews.com. Alguns que apoiam a ordem executiva estão preocupados porque ela se apoia numa lei de 62 anos atrás. Doug Mataconis, que acredita que a ordem executiva não é motivo para preocupação, escreveu: “O fato de que o presidente dos Estados Unidos está ainda exercendo autoridade garantida durante a Guerra da Coreia e no auge da Guerra Fria é outro reflexo de como o poder, quando é usurpado pela presidência imperial, nunca é entregue.”

Os defensores do presidente em ambos os partidos dizem que a ordem é meramente um cenário na pior das situações no acontecimento de um ataque nuclear ou um desastre catastrófico que incapacitaria o fluxo normal da vida diária. Esse controle absoluto permitiria que o governo federal mantivesse a ordem. “Não há realmente nenhum argumento estratégico ou tático que se possa fazer em favor de ditadura vindo da presidência como estratégia para administrar uma emergência”, disse Grigg. “O problema aqui é a suposição de que o melhor meio de lidar com esse tipo de tragédia é centralizar o poder e assim dar um alvo conveniente para nossos inimigos. Num sentido estratégico, não faz nenhum sentido.”

Pelo contrário, o trabalho de neutralizar e localizar um governo [não centralizado] tornaria difícil que um inimigo abalasse completamente a vida nacional. “O mesmo governo que mostrou os ‘benefícios’ dos tóxicos trailersda FEMA para os sobreviventes do Furacão Katrina agora tem a ‘humildade’ de mostrar mais coisas”, disse ele.

Contudo, a maior perda é a da liberdade, dizem eles. Chuck Norris escreveu: “Promulgar essa lei marcial mesmo durante um tempo de paz é um abuso e descontrole sem precedentes do poder de um presidente… Os fundadores dos EUA nunca teriam permitido tal coisa, e nós não deveríamos permiti-la.”

Alguns dizem que é duplamente verdade sob o atual presidente. “Com suas ações ele tem mostrado uma disposição que dá para se descrever como ditatorial”, Grigg disse para LifeSiteNews.com. “É o caso de um homem que se deparou com a oportunidade perfeita. O homem e a oportunidade criaram essa arquitetura institucional de ditadura presidencial. Agora o ditador quer ficar no poder por muito tempo.”


Nota: Ou o governo dos EUA sabe que algo catastrófico está para ocorrer, ou simplesmente quer estender ainda mais suas garras de dragão profético (Ap 13). Ou as duas coisas.[MB]

A “contribuição” da teologia da prosperidade

Há alguns dias, li o resultado de uma pesquisa que afirmava que a taxa de suicídio tem sido maior entre os evangélicos. Fiquei surpreso com esse resultado, porque o verdadeiro evangelho é caracterizado pela paz que a graça de Cristo implanta no coração do ser humano; que não precisamos fazer mais nada, pois tudo Ele já fez por nós; agora, só nos resta amá-lo. Parece um paradoxo afirmar que o número de suicídios tem sido maior entre os adeptos de uma religião que ensina que o seu Deus os ama e que nunca os abandonará; que tudo já foi feito em seu favor; um Deus que diz: “Venham a Mim, todos os que estão cansados e sobrecarregados, e Eu lhes darei descanso. Tomem sobre vocês o Meu jugo e aprendam de Mim, pois sou manso e humilde de coração, e vocês encontrarão descanso para as suas almas” (Mateus 11:28, 29).

Geralmente, as pessoas que se suicidam estão sobrecarregadas dos anseios e fardos desta vida, se sentem sós, deprimidas, confusas. A fé é um sentimento que, de certa forma, consegue superar tudo isso, pois Deus Se apresenta nos evangelhos como Aquele que está com Seus filhos em meio às tempestades da vida. Por que, então, o suicídio tem maior incidência em grupos de pessoas que deveriam se sentir seguras e felizes? Nunca fiquei sabendo que alguém tirou a vida porque se sentia feliz. Então, como explicar o resultado dessa pesquisa? Os evangélicos são mais infelizes?

Concordo que deve haver vários fatores que influenciaram para que esse resultado contrariasse a todos nós que defendemos o evangelho como fonte de felicidade. Entretanto, quero dedicar este breve artigo somente a um desses fatores que, no meu modo de ver, é um dos mais relevantes: a teologia da prosperidade.

Durante anos, a humanidade sofreu sob o julgo de uma mensagem que a oprimia. Afirmava-se que deveríamos fazer penitências, comprar indulgências e fazer sacrifícios sobre-humanos, se quiséssemos alcançar o favor divino. Muitos perderam os bens e a vida por causa da culpa que os assolava. De certa forma, o ateísmo existente hoje se deve ao grande mal cometido em nome da religião durante a Idade Média.

A opressão existente naqueles dias levou vários homens a empreender uma reforma na igreja dominante. Essa reforma ganhou o nome de Protestantismo. Esse movimento cresceu e se espalhou pelo mundo. Ele tinha como objetivo libertar a humanidade de uma pena que já tinha sido paga, trazendo felicidade a uma raça de pecadores culpados que só precisava de arrependimento e fé para ter de volta a Graça que lhe fora roubada. Afirmavam, ainda, que a humanidade não precisava de intermediários para chegar até Deus; que Ele a amava e desejava habitar com ela. Isso deu novo alento às pessoas angustiadas e oprimidas que só precisavam de uma coisa: esperança.

Uma luz brilhou no horizonte para os homens de boa vontade. Muitos, de todas as partes, se uniram para proclamar a mensagem da esperança em Cristo. Que maravilha! O dinheiro, que antes era para o benefício do clero, foi utilizado para levar esperança ao mundo.

Foi com esse propósito que o Protestantismo surgiu. Mas, infelizmente, alguns o perderam de vista. O evangelho virou comércio; as bênçãos, mercadorias; e as igrejas, lojas. Onde vamos parar? Até onde precisamos ir para descobrir que estamos perdidos? Se Lutero ressuscitasse hoje, sentiria vergonha ao ver em que a Reforma se transformou.

Quando eu era pastor de uma dessas igrejas praticantes da teologia da prosperidade, diversas vezes entraram em minha sala pastoral membros infelizes, decepcionados porque já tinham tentado de tudo, realizado diversas correntes, feito votos além da capacidade do orçamento financeiro da família. Votos que, para cumprirem, tiveram que vender bens como geladeiras, carros, etc. Muitos lamentavam o fato de que não obtiveram sucesso em cumprir seus votos e, agora, além de o problema continuar, estavam em dívida com Deus, assim pensavam. Isso os atormentava. Muitos simplesmente desistiam, desapareciam e nunca mais tínhamos notícias deles.

A teologia da prosperidade ensina que devemos doar acima do que podemos para mover o coração de Deus em nosso favor. Como se sentir feliz em uma religião que ensina que seu Deus só abençoa mediante sacrifícios? “Se não houver sacrifícios, não haverá bênçãos”, é o lema de muitos pregadores. Isso significa que se você já tentou de tudo e ainda não foi abençoado, é porque ainda não sacrificou o suficiente, por isso muitos se desfazem de bens essenciais dentro do lar para tentar convencer Deus de que necessitam do que estão pedindo. Quando a bênção não vem, entram em desespero. Resultado: desejo de morrer, porque, na compreensão deles, Deus não mais os ama.

Certa vez, num dos muitos eventos a que tenho sido convidado, uma senhora me chamou para conversar. Disse-me ela que era membro de uma dessas igrejas, e alguém a convidou para a programação, porque afirmava que ela precisava me ouvir. A história dessa mulher é muito triste. Ela vendeu tudo que tinha em casa: móveis e eletrodomésticos; estava dormindo no chão. Falei para ela da graça e do amor de Deus. Os olhos dela brilharam e lágrimas escorreram por aquele rosto sofrido. Hoje, ela é membro da Igreja Adventista do Sétimo Dia. Louvado seja o Senhor!

A teologia da prosperidade é um mal que precisa ser combatido por todos aqueles que têm amor ao verdadeiro Evangelho. É assustadora a grande proporção que essa teologia ganhou nos últimos anos no meio protestante com seu evangelho dos milagres. Muitas pessoas estão aderindo ao mundo evangélico por causa dos milagres, das bênçãos financeiras que muitos afirmam ter recebido.

Alguns são levados a colocar Deus à prova, oferecendo aos pés dos pastores seus bens mais valiosos. Eu afirmo a você que a grande maioria fica decepcionada com o resultado. Tenho me encontrado com pessoas em estado de depressão porque doaram carros, casas, apartamentos, dinheiro que, com muito sacrifício, foi poupado durante anos a fim de pagar a faculdade dos filhos, realizar o sonho da casa própria e tantas outras necessidades, e, agora, ficaram sem nada, perderam tudo. Muitos confessaram que sentiram vontade de morrer com vergonha dos filhos, parentes e amigos. E para piorar o estado psicológico dessas pessoas, os pastores lhes disseram que faltou fé da parte delas; que estavam cometendo algum pecado, por isso não foram abençoadas. Por favor, até onde isso irá? O amor pelo dinheiro cegou muitos pastores da atualidade.

Os pastores dessas igrejas sabem do que estou falando, e não adianta vir com desculpas! Para cada um que testemunha, centenas estão sofrendo porque não têm o que testemunhar, a não ser desgraça.

Com um cenário desses, não é de admirar que a taxa de suicídios tivesse maior incidência entre os evangélicos.

Está na hora de buscar coragem para enfrentar essa situação. Utilizar o sofrimento das pessoas para tirar delas o que têm é um ato imoral, comparável ao que se fazia numa época em que o mundo vivia na escuridão espiritual e intelectual. Onde estão os defensores dos direitos humanos? Estão fazendo alguma coisa? Eu gostaria de saber.

O evangelho verdadeiro nos oferece a companhia de um Deus que nos ama. Um Deus que permanecerá conosco até fim, mesmo que venham problemas. Ele permanecerá ao nosso lado, não nos abandonará.

Muitos cristãos enfrentam um conflito interno. Eles acreditam em um Deus santo, puro, imaculado, um Deus que tudo pode; e ao olhar para dentro de si mesmos, encontram um ser pecador, indigno, imundo – aí surge o conflito: Como posso alcançar as bênçãos de um Deus assim, sendo eu tão impuro? Então pensam que somente por meio de grandes sacrifícios Deus será movido a abençoá-los. Alguns pregadores ensinam que se você quiser ser abençoado, deve doar todo o seu dinheiro ao pastor mais rico, pois se ele é rico, é porque é santo, e o que ele pedir Deus concederá. Que sofisma!

“Quando virdes vossa pecaminosidade, não espereis até que vos tenhais melhorado. Quantos há que julgam não ser suficientemente bons para ir a Cristo! Tendes esperança de tornar-vos melhor mediante vossos próprios esforços? ‘Pode o etíope mudar a sua pele ou o leopardo as suas manchas? Nesse caso também vós podereis fazer o bem, sendo ensinados a fazer o mal’ (Jr 13:23). Só em Deus é que há socorro para nós. Não devemos esperar persuasões mais fortes, melhores oportunidades ou um temperamento mais santo. De nós mesmos nada podemos fazer. Temos de ir a Cristo exatamente como nos achamos” (Ellen G. White, Caminho a Cristo, p. 31).

Amigo, realmente somos indignos, pecadores, imundos, mas aí vem a boa-nova: Deus nos ama mesmo assim. “Mas Deus demonstra Seu amor por nós: Cristo morreu em nosso favor quando ainda éramos pecadores” (Rm 5:8). Perceba que Cristo morreu por nós quando estávamos em estado de alienação total. Ele foi capaz de morrer e enfrentar tudo e todos em nosso favor quando éramos contrários à vontade de dEle, e não cobrou um centavo por isso. Agora que O aceitamos, não fará Ele por nós tudo de que temos necessidade, e gratuitamente? É claro! Você não precisa doar todo o seu dinheiro, fazer enormes sacrifícios; Deus só quer seu coração. Nele Ele tem que ser o primeiro.

“O preço pago por nossa redenção, o infinito sacrifício de nosso Pai celestial em entregar Seu Filho para morrer por nós, deveria inspirar-nos ideias elevadas sobre o que nos podemos tornar por meio de Cristo. Quando o inspirado apóstolo João contemplou a altura, a profundidade e a amplidão do amor do Pai para com a raça perdida, foi possuído de um espírito de adoração e reverência; e, não podendo encontrar linguagem apropriada para exprimir a grandeza e ternura desse amor, chamou para ele a atenção do mundo. ‘Vede quão grande amor nos tem concedido o Pai: que fôssemos chamados filhos de Deus’ (1Jo 3:1). Em que grande valor é tido o homem!” (Caminho a Cristo, p. 15).

Você é muito valioso para Deus. Não há nada que Deus não saiba sobre você: seu passado, seu presente, seu futuro, suas dores, o motivo do seu choro, o motivo pelo qual você tem passado noites sem dormir, o filho que está sofrendo, o marido que a deixou, a esposa que o abandonou, a família que está se destruindo, a lágrima que escorre pelo seu rosto, um cabelo que cai de sua cabeça, as decisões erradas que você tomou. Deus conhece também suas alegrias, mesmo que elas tenham se tornado raras. Ele deseja que elas retornem para você. Ele não quer, de forma alguma, que você pague para tê-las de volta. Ele já pagou por elas.

“O coração de Deus anseia por Seus filhos terrestres com amor mais forte que a morte. Entregando Seu Filho, nesse único Dom derramou sobre nós todo o Céu. A vida, morte e intercessão do Salvador, o ministério dos anjos, o pleitear do Espírito, o Pai operando acima de tudo e por tudo, o interesse incessante dos seres celestiais – tudo se empenha em favor da redenção do homem” (Caminho a Cristo, p. 21).

“Descrevendo Sua missão terrestre, disse Jesus: ‘O Espírito do Senhor é sobre Mim, pois que Me ungiu para evangelizar os pobres, enviou-Me a curar os quebrantados de coração, a apregoar liberdade aos cativos, e dar vista aos cegos, a pôr em liberdade os oprimidos’ (Lc 4:18, 19). Essa foi a Sua obra. Andava fazendo o bem, curando os oprimidos por Satanás. Havia aldeias inteiras onde não existia mais nenhuma casa em que se ouvissem lamentos de enfermo, porque Jesus por elas passara e lhes curara os doentes. Sua obra dava testemunho de Sua unção divina. Amor, misericórdia e compaixão se patenteavam em cada ato de Sua vida. Seu coração anelava com terna simpatia pelos filhos dos homens. Revestiu-Se da natureza humana para poder atingir as necessidades do homem. Os mais pobres e humildes não receavam aproximar-se dEle. Mesmo as criancinhas para Ele se sentiam atraídas. Gostavam de subir-Lhe aos joelhos e contemplar-Lhe o rosto pensativo, que refletia bondade e amor” (Caminho a Cristo, p. 12, 13).

Tudo Ele fez e não cobrou nada, nem um centavo. É Seu prazer aliviar o sofrimento humano. Esse é o nosso Deus.

(Hilton Bastos, ex-pastor da IURD)
FONTE ;http://www.criacionismo.com.br/

David Gates - A vindoura Crise


FONTE;Ruka22ed 

domingo, 8 de abril de 2012

O Dinheiro e a Religião


A Comissão Europeia vai se tornar o governo único europeu

A Comissão Europeia vai se tornar o único governo europeu
Foto: EPA
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Reforçar o papel da Comissão Europeia é inevitável, acredita que a chanceler alemã, Angela Merkel.
Na reunião com os alunos de Charles University em Praga, disse que os países europeus terão de transferir alguns dos seus poderes a Bruxelas.
"Eu acho que aos poucos vêm a esta decisão. O processo de transferência de poderes para o corpo único europeu vai passar mais de vinte a trinta anos ", disse Angela Merkel. Ela disse que a Comissão vai se tornar uma espécie de governo europeu unificado, e chefes de Estado se reunirão em uma estrutura que irá governar a nível nacional.


Relatado nove terremotos em Guerrero, Oaxaca e BCS no sábado

O Serviço Nacional de Sismologia informou que até hoje houve 337 tremores de 7.4 graus Richter de 20 de março. 
terremotos em Guerrero, Oaxaca
© www2.ssn.unam.mx
México. Durante a manhã de sábado, houve nove tremores de média intensidade, com epicentros nos estados de Oaxaca, Guerrero e Baja California Sur, disse que o Serviço Nacional de Sismologia (SSN). A agência explicou que às 10:30 horas de hoje houve um tremor de 4,6 graus na escala Richter, 254 quilômetros a sudeste de Cabo San Lucas, Baja California Sur , de manhã e manhã deste dia, em Pinotepa Nacional, Oaxaca três terremotos ocorreram: um de 4,2 graus foi registrado em 31 quilômetros Sudoeste, 3,5 a 29 quilômetros a leste e 3,3 a nove quilômetros a nordeste daquela cidade. o sudoeste e sul de Ometepec, Guerrero, foram registrados no período da manhã, cinco terremotos, um 3,5, três 3.6 e mais um 3,7 graus na escala Richter, informou o SSN, uma agência do Instituto de Geofísica, Universidade Nacional Autônoma do México. Além disso, seu portal na internet informou que a partir das 22:00 na sexta-feira 6 de abril, houve 337 tremores secundários de 4,7 graus na escala Richter, de 20 de março. 



FONTE ;http://es.sott.net/articles/show/

174-DANIEL-11;32-OS JESUÍTAS


Expectativa Apostólica


Os cristãos primitivos entendiam que a existência presente deve ser vivida em função da segunda vinda de Jesus.

É próprio do ser humano viver em constante expectativa. Como criaturas do tempo, não podemos escapar da sua fluência e das mudanças que resultam disso. O tempo passa por nós e através de nós, obrigando-nos a olhar para o que virá adiante. Mesmo quando olhamos para trás, estamos buscando nos reassentar e reorientar para enfrentar o futuro. Como resultado do modernismo, muitos intelectuais excluíram do pensamento as expectativas que transcendem nossa limitada existência humana. Porém, o princípio da expectativa teimosamente permanece agora circunscrito à tecnologia e à ciência como fontes que produzirão um mundo melhor para a humanidade. Infelizmente, para eles, toda esperança que não ultrapasse os limites da existência humana acaba em desespero.
Esperança e expectativa
No Novo Testamento, a palavra grega elpis significa “expectativa” e “esperança”, implicando que os crentes aguardam o que é bom em um mundo no qual aparentemente o mal prevalece. O apóstolo Paulo personificou a criação e declarou que ela e os seres humanos gemem e esperam em “ardente expectativa” (apekdechomai = “esperar zelosamente”) a consumação da redenção através de Cristo. Paulo se referiu a essa expectativa como “esperança” (Rm 8:19-25; Gl 5:5).
A vida, o ministério, a morte e a ressurreição de Jesus infundiram significado e esperança inauditos à existência humana. A comunidade de fé criada por Ele foi edificada no significado salvador e na eficácia da cruz, enquanto antecipava com grande expectativa a consumação da salvação. A igreja apostólica entendia que a existência presente deve ser caracterizada pelo anseio e ardente desejo pela presença real do Senhor em Sua gloriosa vinda. Esse senso de expectativa determinou tudo o que os cristãos primitivos faziam e exerceu grande impacto na vida deles.
Promessa e esperança
A confiabilidade e fidelidade de Deus são o ponto de partida para a esperança (Hb 10:23). Para os apóstolos, Cristo era o prometido Messias; portanto, o que eles proclamavam era a “esperança de Israel” que havia se tornado realidade em
Cristo (At 28:20). Promessa e esperança estavam juntas no discurso de Paulo diante de Agripa. Disse ele: “E, agora, estou sendo julgado por causa da esperança da promessa que por Deus foi feita a nossos pais” (At 26:6). Para os apóstolos, o fato de que as promessas salvíficas de Deus, relatadas no Antigo Testamento, tinham se tornado realidade em Cristo demonstrava que Deus é capaz de cumprir o que promete.
A indissolúvel conexão entre promessa e esperança é determinada pela origem divina comum a ambas e contribui para enriquecer o conteúdo de cada uma. Ambas nos alcançam através da Palavra. Teologicamente falando, podemos sugerir que, antes de a esperança se realizar na história humana, ela existe na forma de promessa divina. A Escritura, como portadora das promessas de Deus para nós, se tornou nossa fonte de esperança na forma de uma promessa, e une esperança à nossa fé e confiança em Deus (Rm 15:4; Gl 5:5).
Se a esperança está firmada na confiabilidade das promessas de Deus, a esperança cristã é a mais confiável esperança humana, porque Deus, de uma forma incomparável, demonstrou através do ministério, vida, morte e ressurreição de Jesus, que Ele cumpriu Sua mais audaciosa promessa para nós: salvação por meio do Seu Filho. A fé apostólica estabelece firme ligação entre a morte salvadora de Jesus e Sua segunda vinda: “Aguardando a bendita esperança e a manifestação da glória do nosso grande Deus e Salvador Cristo Jesus, o qual a Si mesmo Se deu por nós, a fim de nos remir de toda iniquidade…” (Tt 2:13, 14). Em outras palavras, a ligação entre a segunda vinda de Cristo e Sua morte sacrifical provê fundamento histórico e teológico para a esperança cristã que flui da confiabilidade das promessas de Deus e a fidelidade de Seu caráter (Hb 6:17-19). Tal esperança é um dom da graça divina para aqueles que dela necessitam (2Ts 2:16). A ausência dessa esperança no coração humano torna desesperadora a existência (Ef 2:12).
A certeza da esperança
A expectativa dos apóstolos quanto à vinda do Senhor nunca foi concebida por eles como um desejo vazio de certeza; uma utopia. No Novo Testamento, a esperança cristã é compreendida como “viva esperança” diretamente relacionada à ressurreição de Jesus (1Pe 1:3). A ligação da esperança com Jesus é tão forte que ambos estão mutuamente identificados – “Cristo Jesus, nossa esperança” (1Tm 1:1). As implicações disso são extremamente significativas e teologicamente ricas. A esperança não é algo que atualmente existe na mente humana como um sonho e uma expectativa. A esperança cristã é uma realidade fora de nós, que no futuro próximo irromperá com poder em nosso tempo e espaço mudando radicalmente a condição e o habitat humanos. Agora, ela nos “está preservada nos Céus” (Cl 1:5), mas então será uma realidade objetiva.
Como pode ser isso? A resposta apostólica é: O que esperamos e anelamos ardentemente já é uma realidade em Cristo Jesus. Em outras palavras, o Novo Testamento nos provê uma compreensão cristológica da esperança. Poucos exemplos são suficientes para apoiar essa sugestão. A esperança cristã prevê a ressurreição dos mortos, na segunda vinda (At 24:15), mas esse evento já aconteceu com um Ser humano, o Filho de Deus (At 2:32). Ele rompeu as cadeias da sepultura e, nesse processo, venceu o poder da morte. Podemos dizer que a ressurreição de Cristo antecipou nossa futura ressurreição: “Se cremos que Jesus morreu e ressuscitou, assim também Deus, mediante Jesus, trará, em Sua companhia, os que dormem.. e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro” (1Ts 4:14, 16).
Não há incerteza na expressão apostólica da esperança cristã. Também esperamos por nossa glorificação, na vinda de nosso Senhor (Rm 5:2), seguros de que isso ocorrerá porque Deus ressuscitou Jesus e O glorificou (1Pe 1:21). Agora, Ele é nossa “esperança da glória” (Cl 1:27). O conteúdo da esperança apostólica inclui vida eterna (Tt 1:2; 3:7), mas no tempo presente nossa vida está escondida com Cristo em Deus: “Quando Cristo, que é nossa vida, Se manifestar, então, vós também sereis manifestados com Ele, em glória” (Cl 3:4). Vislumbramos uma nova Criação, mas Jesus já introduziu essa nova criação para aqueles que estão nEle (2Pe 3:13; Ap 21:1; 2Co 5:17; 1Pe 1:3). O conteúdo de nossa esperança é uma realidade objetiva em Cristo e no que Ele realizou por nós. A esperança apostólica não pertence ao campo dos sonhos humanos, mas está firmemente enraizada na obra e pessoa do Filho de Deus.
Na vida cristã
Por sua própria natureza, a esperança está direcionada para o futuro como o lugar do qual ela será desvelada para nós, dentro da nossa história. Mas, uma esperança que não faz diferença nas condições existentes da vida humana é desprovida de valor e significado. A esperança apostólica não se desliga das realidades do presente; ela corajosamente aborda essas realidades. Faz isso nos âmbitos pessoal e coletivo, mas também na interação social dos crentes com o mundo inteiro. Isso é indicado no Novo Testamento, através da associação do conceito de esperança com outras terminologias e outros conceitos.
Esperança e amor. Paulo declarou: “Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três; porém o maior destes é o amor” (1Co 13:13). A esperança não é incompatível com amor e fé, mas coexiste com ambos na vida cristã (1Ts 1:3). Não é incorreto dizer que os três são inseparáveis porque, por um lado, a esperança orienta a fé em direção ao futuro, desafiando-a a perseverar. Por outro lado, o amor desafia a esperança para agir no presente. A esperança não permite que o amor se torne obcecado por seus imediatos objetos, a ponto de esquecer a consumação da salvação. Mas, o amor torna a existência escatológica futura caracterizada pela libertação do egoísmo e sofrimento, e torna sua presença sentida aqui e agora no cuidado altruísta por outros (Hb 6:10, 11).
O modelo para esse tipo de vida é Jesus, que constantemente proclamava a vinda do reino de Deus como esperança escatológica enquanto, ao mesmo tempo, cuidava do pobre e do necessitado (Mt 4:23). Em Seu ministério, estavam presentes os elementos da expectativa escatológica, a fim de ilustrar a qualidade de vida no reino de Deus. Assim como a fé e a esperança, o amor (ágape) não é natural para os seres humanos. Ele foi derramado em nosso coração por meio do Espírito, e isso nos assegura de que nossa esperança não nos desapontará; ela será cumprida (Rm 5:5).
Esperança e santidade. A expectativa apostólica do breve retorno de Cristo une inquebrantavelmente esperança e santidade, indicando que a esperança deveria influenciar constantemente a vida dos crentes. João escreveu: “E a si mesmo se purifica todo o que nEle tem esta esperança, assim como Ele é puro” (1Jo 3:3). A esperança está tão profundamente entrelaçada com a vida dos crentes que ela os santifica, enquanto eles aguardam enternecidamente seu cumprimento. João define essa esperança como a expectativa de ser semelhante a Jesus e vê-Lo na parousia (1Jo 3:2). A implicação é que, para podermos ver Aquele que é puro, devemos ser puros. A esperança nos faz acreditar no Espírito, como Aquele que pode nos transformar à semelhança com o Filho de Deus (Mt 5:8). Estamos nos tornando, agora, no que seremos plenamente no futuro quando “seremos transformados” (1Co 15:52). A ligação entre esperança e santidade não é algo apenas restrito à nossa vida espiritual, mas também envolve o significado ético da esperança cristã (1Ts 5:5-8). Como disse Pedro, devemos “ser tais como os que vivem em santo procedimento e piedade, esperando e apressando a vinda do dia de Deus” (2Pe 3:11, 12). A vida ética e moral daqueles que colocaram sua esperança em Jesus reflete a vida de seu Mestre.
Esperança e perseverança. A esperança também exerce impacto na qualidade de nossa vida interior, infundindo-nos coragem. Ela pode ser mudada por um ambiente hostil, mas é precisamente nesse contexto que a esperança inspira perseverança (1Ts 1:3). O que nós aguardamos ardentemente – a gloriosa vinda de Jesus – é um evento tão maravilhoso que nos motiva a perseverar. A palavra grega hupomoné expressa a ideia de permanecer fiel ao Senhor, mantendo a esperança, resistindo à opressão, aflição e tentação, enquanto esperamos Sua intervenção (Hb 3:6; 10:23). A força da esperança é tal que pode nos tornar inamovíveis em nosso compromisso com ela e com o Senhor (Cl 1:23). A força interior que a esperança provê aos crentes atesta sua realidade e seu significado em nossa jornada.
Esperança e alegria. A esperança toca a vida dos crentes e a enche de alegria. Paulo exorta a que nos gloriemos na esperança (Rm 5:2; 12:12). Existe algo a respeito da esperança cristã que, ao meditar sobre ela, o crente antecipa seu cumprimento e transborda de alegria. A esperança contém elementos do futuro no presente e começamos a experimentar, agora, a alegria que será nossa quando virmos nosso Senhor vindo em glória. De fato, essa alegria vem do “Deus da esperança” (Rm 15:13). Na Bíblia, a alegria define a natureza da vida na presença de Deus e substitui o sofrimento, tristeza e a dor da morte (Jd 24; Ap 19:7; 21:3-40; cf. Is 35; Jr 31:13). A esperança olha para aquele momento e nos permite antegozá-lo no presente.
Esperança e proclamação. A riqueza e a beleza da esperança apostólica não podem ser privilégio de poucos. A esperança é universal porque a necessidade humana é também universal. Por natureza, os seres humanos vivem sem esperança em um mundo de pecado e morte (Ef 2:12), mas Deus, em Sua graça,
deseja que todos desfrutemos plenitude de esperança. O cristão que recebeu, pela graça e através da obra do Espírito Santo, a esperança da consumação da salvação eterna na parousia é impelido a proclamá-la ao mundo. Ele foi escolhido por Deus para “dar a conhecer qual seja a riqueza da glória deste mistério entre
os gentios, isto é, Cristo, a esperança da glória” (Cl 1:27).
A esperança cristã instila no coração a urgência de partilhá-la com aqueles que estão à deriva em um oceano de desespero. Os crentes são chamados a estar constantemente “preparados para responder a todo aquele que [lhes] pedir razão da esperança” que têm (1Pe 3:15). Mas isso deve ser feito “com mansidão e temor”, a fim de tornar cativante a esperança.
A expectativa escatológica dos apóstolos relacionada à gloriosa vinda de Cristo  continua a enriquecer a vida de milhões de pessoas em todo o mundo; pessoas que estão antecipando constantemente esse extraordinário evento. Essa esperança tem alterado radicalmente a vida delas, enchendo-a com significado e transformando-as em mensageiras de esperança. Para tais pessoas, a constante busca por esperança pode levar cura aos corações cheios de temor e ansiedade. Somos peregrinos de esperança, nos quais a riqueza dela tem sido incorporada em atos de amor e bondade, modelados por Aquele que de fato é nossa esperança – Jesus Cristo.

Ángel Manuel Rodriguez – Ex-diretor do Instituto de Pesquisa Bíblica da Igreja Adventista do Sétimo Dia. Publicado na Revista Ministério de Jan/Fev – 2012.

Goldman Sachs: "santificarás as festas"


Goldman Sachs, uma das incontestáveis deidades do suspeito Olimpo global dos bancos de investimento, acaba de proibir o trabalho no domingo de seus trabalhadores alemães. "De agora em diante, qualquer trabalho realizado durante o fim de semana deverá ser aprovado expressamente pelos diretores e somente será permitido em situações de extrema necessidade", explica o presidente da empresa, Alexander Dibelius, em uma entrevista publicada em "Frankfurter Allgemeine".

A meta da empresa é manter algum atrativo como empregador, numa altura em que o mercado se movimenta para atrair talentos.

"Temos que competir por talentos e escritórios abertos no domingo desencorajam o pessoal qualificado que desejamos contratar e que terminam na competição", explica Dibelius, que diante do zelo dos funcionários alemães se viu forçado a lembrar que "não somos máquinas".

Além deste terceiro mandamento, Goldman Sachs se apressa em esculpir em pedra um quarto que, aparentemente, ninguém tinha pensado em estampá-la nas tábuas da lei do banco de investimento e que está a dizer: "Honre seus investidores e os investidoras."
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Fonte - El Mundo

Nota DDP: Alguém ainda tem dúvida que o discurso religioso se entrelaça com os demais campos do cotidiano humano, tal como a economia e, especialmente a política? O caminho da aceitação do domingo ao que parece está sendo implementado a passos largos...

ET: Os destaques constam da notícia original.

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