segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014
sábado, 8 de fevereiro de 2014
sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014
Membros do Boko Haram que antes matavam cristãos agora louvam a Jesus
Distribuição da Bíblia em áudio é estratégia eficaz na África
por
Jarbas Aragão
Membros do Boko Haram se convertem com Bíblias em áudio Greg Kelley, diretor-executivo do ministério World Mission na área afirma: “As pessoas que trabalham conosco no norte da Nigéria vivem nas proximidades do acampamento do Boko Haram. Por isso, tornou-se muito difícil para nossos missionários trabalharem. Eles literalmente dormem com um olho aberto, sabendo que as pessoas continuam sendo mortas e sequestradas ali”.
Uma das medidas de prevenção da organização missionária foi levar a nossa equipe para “um ambiente mais neutro politicamente, mais seguro, que ofereça mais estabilidade”.
Uma das estratégias mais bem sucedidas da World Mission na África é a distribuição de uma versão em áudio da Bíblia, chamada de “O Tesouro”. São pequenos rádios, do tamanho de um telefone celular, que carregam em seu cartão de memória as Escrituras narradas. Eles comemoram pois tiveram a notícia que duas dessas gravações caíram nas mãos de membros do Boko Haram.
Poucos dias depois, os ex-terroristas vieram até Cristo, abandonaram o acampamento dos terroristas e já testemunham de sua nova vida.
“Eles trazem o mesmo tipo de intensidade para o evangelho”, explica Kelley. “Um deles disse: ‘Se eu poderia ter morrido por uma causa em que nem sabia qual seria o destino da minha alma, muito mais agora que eu sou um seguidor de Jesus. Estou disposto a morrer por esta verdade, não importa o que aconteça.” Os nomes dos convertidos não serão divulgados por questões de segurança.
A World Mission comemora a distribuição de mais de 5.000 cópias de “O Tesouro”. Agora estão buscando investidores que possam ofertar US$ 20.000 para aumentar o alcance do trabalho.
Para Kelley as recentes histórias de conversão lembram a do apóstolo Paulo: “O perseguidor de cristãos que conheceu a Jesus e tornou-se, sem dúvida, o maior missionário que já andou na terra. É exatamente esse tipo de situação que estamos vendo nestes ex-terroristas do Boko Haram. Como eles estão dispostos a dar suas vidas para Jesus, poderão se tornar grandes testemunhas do evangelho”. Com informações MNN Online.
FONTE ; http://noticias.gospelprime.com.br/membros-boko-haram-convertidos/
quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014
São Paulo terá megaexposição permanente sobre evolução
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| Catavento Cultural e Educacional |
A
ciência tem juntado cada vez mais rápido as peças do quebra-cabeças que
desvenda como os antepassados dos humanos evoluíram e nossa espécie chegou ao
que é hoje. Agora, São Paulo ganhará uma megaexposição para mostrar os
principais passos nessa jornada. E os protagonistas vão ser mostrados com um
alto grau de fidelidade. São várias réplicas e reproduções realistas de
neandertais e outros hominídeos, além de esqueletos de chimpanzés, gorilas e
orangotangos. Parceria com a USP, a mostra “Do Macaco ao Homem” deve estrear no
fim de fevereiro ou no início de março, e será permanente no Catavento Cultural
e Educacional (Palácio das Indústrias, praça Cívica Ulisses Guimarães, s/n,
centro, São Paulo). A concepção do trabalho e uma boa base do acervo é fruto de
mais de duas décadas de trabalho do antropólogo e arqueólogo Walter Neves,
coordenador do Laboratório de Estudos Evolutivos Humanos da USP.
“As
réplicas estão incríveis, não deixam nada a dever às grandes exposições
internacionais”, comemora. “São Paulo tem uma grande oferta de atividades
culturais, mas faltava um espaço para a história natural e a evolução humana,
que desperta muita curiosidade tanto nas crianças como nos adultos”, disse.
Nota:
Mais um megaesforço de doutrinação das crianças, já que são o principal público
do Catavento Cultural e Educacional. Pena que não vejamos megaexposições
permanentes sobre descobertas científicas realmente significativas e factuais,
como as de Newton, Pasteur e Einstein, para citar apenas três. Ao contrário,
investe-se muito na divulgação de uma hipótese que carece de evidências sólidas
(a macroevolução), contribuindo, assim, para que as pessoas creiam que se trata
de algo “comprovado” e universalmente aceito. Também achei interessante o
título da mostra: “Do Macaco ao Homem”. Os darwinistas sempre explicam que “o
homem não veio do macaco”, mas, quando o objetivo é catequizar crianças, vale. Também
quero ver como eles vão reorganizar de quando em quando a exposição, já que, em
anos recentes, a “história evolutiva” humana sofreu alterações significativas,
com novas descobertas de fósseis. [MB]
FONTE ; http://www.criacionismo.com.br/2014/02/sao-paulo-tera-megaexposicao-permanente.html?spref=tw
quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014
Os preparativos para a celebração ecumênica dos 500 anos da Reforma, em 2017
A Comissão Internacional de Diálogo Luterano-católica pela Unidade, já há alguns anos organizou uma programação com vistas a uma possível declaração comum por ocasião do ano da comemoração da Reforma, em 2017. Nos últimos ciquenta anos, o diálogo ecumênico realizou grandes esforços buscando relacionar a teologia dos reformadores às decisões do Concílio de Trento e do Vaticano II, avaliando se as respectivas posições se excluem ou se completam mutuamente. Em 2013, a Comissão de diálogo publicou o documento intitulado 'From Conflict to Communion. Lutheran Catholic Commom Commemoration of the Reformation in 2017', onde após uma detalhada introdução sobre as comemorações comuns, dedica dois capítulos à apresentação dos eventos da Reforma, resume a teologia de Martin Lutero e ilustra as resoluções do Concílio de Trento. A conclusão do documento apresenta um resumo das principais decisões comuns da Comissão de Diálogo Luterano-católico em 1967, particularmente sobre a justificação, a Eucaristia, as Escrituras e a Tradição. O documento sobre os preparativos às comemorações, foi apresentado em 17 de junho de 2013 durante uma coletiva de imprensa realizada do Centro Ecumênico de Genebra, e contou com a presença, entre outros, do Presidente e Secretário da Federação Luterana Mundial (FLM), de Dom Munib Youan e do Cardeal Kurt Koch, Presidente do Pontifício Conselho para a Promoção da Unidade dos Cristãos. Lançando uma nova luz sobre questões centrais da fé, o documento ecumênico possibilita a superação das controvérsias dos séculos passados e lança bases para uma reflexão ecumênica que se distinga do pensamento dos séculos precedentes, convidando assim os cristãos a considerar esta relação com espírito aberto, mas também crítico, para se avançar ainda mais no caminho da plena e visível unidade da Igreja. Na primeira metade de 2014 deverá ser publicado o documento "Alegria partilhada pelo Evangelho, confissão dos pecados cometidos contra a unidade e testemunho comum para no mundo de hoje", com textos e subsídios para uma oração ecumênica comum. Os textos foram preparados por um grupo de trabalho litúrgico formado por representantes da FLM e do Pontifício Conselho para a Promoção da Unidade. Em 2017, o contexto histórico em que se recordará os 500 anos da Reforma é muito diferente do período em que ela foi implementada. A comemoração será realizada, pela primeira vez, numa época ecumênica. Assim, católicos e luteranos não pretendem festejar a divisão da Igreja, mas sim, trazer à memória o pensamento teológico e os acontecimentos relacionados à Reforma, precisamente o que escreve o Documento 'Do conflito à Comunhão', publicado em 2013. O caminhar da história, tem levado luteranos e católicos a tornarem-se sempre mais conscientes de que a origem de acusações recíprocas não subsiste mais, mesmo que ainda não exista um consenso em todas as questões teológicas. Neste sentido, o documento "Do Conflito a Comunhão" conclui propondo cinco imperativos que exortam católicos e luteranos a prosseguirem no caminho em direção a uma profunda comunhão. Diversos encontros realizados em 2013 marcaram esforços comuns com o objetivo de estreitar o diálogo, com reuniões entre o Pontifício Conselho para a Promoção da Unidade dos Cristãos e a Conferência dos Bispos veterocatólicos da União de Ultrecht, realizadas em Konigswinter, em julho de 2013 e em Paderbon, em dezembro. As Comissões de ambas as partes continuam os trabalhos sobre os temas: a relação entre a Igreja universal e a Igreja local e o papel do ministério petrino; e a comunhão eucarística. Em fevereiro do mesmo ano, realizou-se em Viena o primeiro encontro entre a Comunidade das Igrejas Protestantes na Europa e o Pontifício Conselho, o que levou a reflexões sobre o conceito de Igreja e definições do objetivo ecumênico. Encontros sucessivos realizaram-se em Heidelberg e Ludwigshafen am Rhein, com a participação sete teólogos de ambas as partes. Em 2013, diversas delegações luteranos encontraram-se com o Papa Francisco. Em 2014, uma delegação do Conselho da Igreja Protestante da Alemanha foi recebida em 8 de abril pelo Papa Francisco, encontrando-se sucessivamente com o Cardeal Koch. (JE) |
Texto proveniente da página http://pt.radiovaticana.va/news/2014/02/04/os_preparativos_para_a_celebra%C3%A7%C3%A3o_ecum%C3%AAnica_dos_500_anos_da_reforma,/bra-770212
do site da Rádio Vaticano
terça-feira, 4 de fevereiro de 2014
É o coração versus a Bíblia
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| Verdade ou sentimentos? |
Recentemente,
entrevistei uma estudante sueca de 26 anos a respeito de suas ideias sobre a
vida. Perguntei se ela acreditava em Deus ou em alguma religião. “Não, isso é
tolice”, ela respondeu. “Então como você sabe o que é certo e o que é errado?”
perguntei. “Meu coração me diz”, ela replicou. Em poucas palavras, essa é a
principal razão para a grande divergência que há na América, e também entre a
América e boa parte da Europa. A maioria das pessoas usa o seu coração – incitado
por seus olhos – para determinar o que é certo e o que é errado. Uma minoria
usa sua mente e/ou a Bíblia para fazer essa determinação. Escolha quase
qualquer assunto e essas duas maneiras opostas de determinar certo e errado se
tornam evidentes. Aqui vão três exemplos.
Casamento entre pessoas
do mesmo sexo: o coração favorece essa ideia. É
preciso ter um coração endurecido para não ser comovido quando se veem muitos casais
adoráveis do mesmo sexo que querem comprometer suas vidas mutuamente em
casamento. O olho vê os casais; o coração se comove para redefinir o casamento.
Direitos dos animais:
o coração os favorece. É difícil encontrar uma pessoa, por exemplo, cujo
coração não se comova ao ver um animal sendo usado para pesquisas médicas. O
olho vê o animal fofinho; o coração então equipara a vida animal e a vida
humana.
Aborto:
Como se pode olhar para uma menina de 18 anos, que teve relações sem proteção,
e não ficar comovido? Que tipo de pessoa sem coração vai lhe dizer que ela não
deveria abortar e que deveria dar à luz?
Os
olhos e o coração formam uma força extraordinariamente poderosa. Eles só podem
ser superados, na formulação de políticas, por uma mente e um sistema de
valores que sejam mais fortes do que a dupla coração-olho.
Com
o declínio das religiões judaico-cristãs, o coração, moldado pelo que o olho vê
(aqui está o poder da televisão), tornou-se a fonte das decisões morais das
pessoas. Esse é um problema potencialmente fatal para nossa civilização. O
coração pode ser muito belo, entretanto, não é nem intelectualmente nem
moralmente profundo.
Portanto,
é assustador que centenas de milhares de pessoas não vejam problema algum em
admitir que seu coração seja a fonte dos seus valores. Seu coração sabe mais do
que milhares de anos de sabedoria acumulada; sabe mais do que religiões
moldadas pelos melhores pensadores de nossa civilização (e, para o crente,
moldadas por Deus); e sabe mais do que o livro que guiou nossa sociedade – dos
Fundadores de nossa singularmente bem-sucedida sociedade, passando pelos
militantes contra a escravidão e chegando até ao Rev. Martin Luther King Jr. e
à maioria dos líderes da luta pela igualdade racial.
Essa
exaltação do próprio coração vai bem além da autoconfiança – é a
autodeificação. Uma das primeiras coisas que se aprende no judaísmo e no
cristianismo é que os olhos e o coração são geralmente terríveis guias no que
diz respeito ao bom e ao santo. “Não se prostituam nem sigam as inclinações do
seu coração e dos seus olhos” (Números 15:39); “O coração é mais
enganoso que qualquer outra coisa...” (Jeremias 17:9).
Os
apoiadores do casamento do mesmo sexo veem o adorável casal homossexual e,
portanto, não se interessam pelos efeitos das mudanças no casamento e na
família sobre as crianças que não veem. E, como têm veneração pelos seus
corações, o ideal bíblico de amor entre homem e mulher, casamento e família não
têm importância nenhuma para eles.
Os
corações dos defensores dos direitos dos animais estão profundamente comovidos
pelos animais que veem submetidos aos experimentos, mas não pelos milhões de
pessoas que não veem que vão sofrer e morrer se pararmos com esses
experimentos.
Da mesma forma, os corações das pessoas que apoiam a Peta (People for the Ethical Treatment of Animals, Pessoas pelo Tratamento Ético aos Animais) estão tão comovidos pela condição dos frangos abatidos que a organização tem uma campanha intitulada “Holocausto no seu prato”, que compara o abate de galinhas com o massacre dos judeus pelos nazistas. [Uma coisa é triste, a outra é terrivelmente absurda. Mas é bom que se diga que são cometidos muitos excessos nas pesquisas com animais e crueldades desnecessárias são praticadas contra seres indefesos. Há que se ponderar esse ponto.]
Da mesma forma, os corações das pessoas que apoiam a Peta (People for the Ethical Treatment of Animals, Pessoas pelo Tratamento Ético aos Animais) estão tão comovidos pela condição dos frangos abatidos que a organização tem uma campanha intitulada “Holocausto no seu prato”, que compara o abate de galinhas com o massacre dos judeus pelos nazistas. [Uma coisa é triste, a outra é terrivelmente absurda. Mas é bom que se diga que são cometidos muitos excessos nas pesquisas com animais e crueldades desnecessárias são praticadas contra seres indefesos. Há que se ponderar esse ponto.]
Por
25 anos tenho perguntado a graduandos do ensino médio em toda a América se
salvariam seu cão ou uma pessoa desconhecida, caso ambos estivessem se
afogando. A maioria tem quase sempre votado contra a pessoa. Por quê? Porque,
dizem sem hesitar, eles amam seu cão, não o estranho. Uma geração inteira foi
criada sem referência a nenhum código moral acima dos sentimentos do seu
coração. Não sabem, e não se importariam se soubessem, que a Bíblia ensina que
os seres humanos, não os animais, foram criados à imagem de Deus.
Da
mesma forma, aqueles que não conseguem chamar nenhum aborto de imoral estão
comovidos pelo que veem – a mulher desolada que quer um aborto, não pelo feto
humano que não veem. É por isso que os grupos pró-direitos abortivos são tão
contra mostrar fotografias de fetos abortados – imagens assim podem comover o
olho e o coração dos espectadores de maneira a julgar de outro modo a
moralidade de muitos abortos.
É
inegável que muitas pessoas usaram suas mentes e muitos usaram a Bíblia de
maneiras que conduziram ao mal. E algumas dessas pessoas de fato não tinham
coração. Mas nenhuma das grandes crueldades do século 20 – o Gulag, Auschwitz,
Camboja, Coreia do Norte, a Revolução Cultural de Mao – veio daqueles que
obtiveram seus valores da Bíblia. E o maior mal deste século 21, ainda que
baseado numa religião, também não veio da Bíblia.
Enquanto
isso, a combinação de mente, valores judaico-cristãos e coração produziu, ao
longo dos séculos, o sucesso singular conhecido como América. Estribar-se no
coração vai destruir essa diligente conquista em uma geração.
(Dennis Prager, Mídia Sem Máscara)
NOTA IMPORTANTE PARA OS
ADVENTISTAS DO SÉTIMO DIA: Infelizmente, esses ventos
pós-modernos e pós-cristãos têm afetado também um grupo de pessoas que antes
era conhecido como “o povo da Bíblia”. Para quase qualquer dúvida ou dilema,
eles abriam as Escrituras Sagradas em busca de respostas, pois criam serem elas
a Verdade absoluta. Era um grupo de pessoas praticamente imbatível em qualquer
discussão religiosa/teológica, pois o conhecimento que tinha da Palavra o
colocava numa posição privilegiada (e não que os debates fossem o objetivo dessas
pessoas; o sucesso neles apenas consequência de um estudo sistemático,
contextualizado, profundo e apaixonado da Bíblia). Mas o relativismo bateu
tanto à porta e a Palavra permaneceu por tanto tempo negligenciada (afinal,
absorvido em suas ocupações seculares e em seu estilo de vida digitalmente
frenético, pouco tempo lhe sobrava para estudar a Carta de Deus), que a dúvida
e, pior, a indiferença começaram a contagiar um aqui, outro ali, numa triste
reação em cadeia. Quer exemplos claros dessa “onda” em nossos arraiais? Tente
falar sobre o uso exagerado da percussão ou da inapropriação de estilos como o rock no louvor... Haverá instantaneamente uma polarização,
com muitos “eu acho”, “eu sinto que”, “eu gosto”, etc., e muitos poucos citando
a Revelação – porque não a conhecem ou porque colocam sua opinião acima dela. Experimente
falar da inadequação para os cristãos de ambientes como o cinema... Outra luta de “eu acho”, “nada a ver” e
expressões afins terá início. Ou então tente falar sobre reforma de saúde,
vegetarianismo, Coca-Cola, café, chimarrão... Outra confusão. O artigo acima,
de Dennis Prager, acaba sendo um diagnóstico do cristianismo moderno – e os
adventistas não estão imunes a essa doença. Muitos entre nós estão seguindo o
coração (seus conceitos, preconceitos e sentimentos) em detrimento da clara
Revelação de Deus. Preferem seguir as tendências em lugar dos mandamentos, e
chegam a acusar de “fanáticos” aqueles que tentam se pautar pelas orientações
divinas (e não quero dizer com isso que não existam os fanáticos). Aos poucos,
uma clara polarização vai se formando: de um lado, ficarão aqueles que só ouvem
o coração e seguem as tendências; de outro, aqueles que desconfiam do coração
(sentimentos) e se pautam pela Revelação. De que lado estaremos? Creio que a
sacudidura e o reavivamento já começaram. Nosso futuro dependerá da decisão que
tomarmos hoje. [MB]
FONTE ; http://www.criacionismo.com.br/
segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014
domingo, 2 de fevereiro de 2014
O presidente americano,Barack Obama, expressou sua admiração
O
presidente americano, Barack Obama, expressou sua admiração pelo Papa
Francisco, por promover "um verdadeiro sentimento de fraternidade e
respeito por aqueles menos afortunados", em uma entrevista transmitida
nesta sexta-feira.O presidente dos Estados Unidos, que visitará o Vaticano em março, declarou que não acredita que Francisco está agindo para conquistar uma aprovação generalizada.
Em vez disso, "acredito que ele tem refletido muito sobre sua fé e sobre o que precisa fazer para garantir que as pessoas, e não apenas aqueles que professam a fé católica, mas todos - vivam segundo a mensagem que ele pensa estar de acordo com os ensinamentos de Jesus Cristo", insistiu Obama.
"Eu estou ansioso para esta reunião", disse sobre o encontro com o Papa agendado para 27 de março.
Obama fez da crescente desigualdade e dos problemas da classe média nos Estados Unidos os principais temas de seu segundo mandato.
Em um discurso em dezembro, Obama elogiou o argumento apresentado pelo Papa Francisco, o primeiro pontífice não-europeu em quase 1.300 anos, sobre o aumento da desigualdade em sociedades divididas entre os muito pobres e os super-ricos.
"Como pode ser, não virar notícia quando um velho morre sem-teto ao ar livre, mas é notícia quando o mercado acionário perde dois pontos?".
Francisco argumentou em seu apelo que estes valores em conflito são um "exemplo da exclusão" em uma sociedade desigual.
Em outubro, o presidente disse à CNBC que estava "imensamente impressionado" com a humildade do Papa e sua empatia com os pobres.
Obama visitou pela última vez o Vaticano em 2009, quando se encontrou com o Papa Bento XVII .
FONTE ;http://br.noticias.yahoo.com/obama-se-impressiona-mensagem-fraternidade-papa-165444499.html
sexta-feira, 31 de janeiro de 2014
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