segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Governo angolano suspende atividades das igrejas Universal e Mundial devido a investigação sobre mortes no evento “Dia do Fim”


Governo angolano suspende atividades das igrejas Universal e Mundial devido a investigação sobre mortes no evento “Dia do Fim”No último dia 02 de fevereiro, as autoridades angolanas suspenderam as atividades da Igreja Universal do Reino de Deus por 60 dias, devido à morte de 16 pessoasdurante o evento Vigília da Virada – Dia do Fim, realizado pela denominação no último dia de 2012.
A suspensão faz parte das investigações sobre o caso e se estende a outras seis igrejas evangélicas que não são reconhecidas pelo governo angolano e apesar disso, realizam eventos no país. Entre as denominações suspensas por atuarem de forma não legalizada, está a Igreja Mundial do Poder de Deus.
As demais denominações suspensas são as igrejas Mundial do Reino de Deus, Mundial Internacional, Mundial da Promessa de Deus, Mundial Renovada e Igreja Evangélica Pentecostal Nova Jerusalém.
A suspensão das atividades tem caráter preventivo e inclui a proibição da realização de cultos e encontros enquanto os procedimentos para esclarecimento dos fatos estiver em andamento. O governo afirmou em nota que vai “aprofundar as investigações” e fará “a consequente responsabilização civil e criminal” dos envolvidos nas mortes.
No evento, que foi realizado num estádio, houve superlotação e um tumulto no local causou a morte de 16 pessoas e resultou em mais de 120 feridos.
O governo também considerou os anúncios da Igreja Universal a respeito do evento Dia do Fim como “publicidade enganosa” por criar “enorme expectativa” em torno da resolução de problemas de toda ordem.
As suspensões das atividades das igrejas não é definitiva, embora exista uma solicitação do governo para que as determinações seja cumpridas: “O Executivo angolano apela aos fiéis das igrejas visadas e a toda a população em geral no sentido de se manterem serenos e cumprirem cabalmente as decisões tomadas”.
Confira abaixo a íntegra da nota emitida pelo governo angolano e publicada pelo site Angola 24 Horas:
COMUNICADO DE IMPRENSA
Os Órgãos Auxiliares do Presidente da República tornam público que a Comissão de Inquérito criada para apurar as causas que deram origem ao incidente ocorrido no dia 31 de Dezembro de 2012, no Estádio da Cidadela Desportiva, concluiu os seus trabalhos, tendo constatado o seguinte:
Que o incidente deveu-se a superlotação no interior e exterior do Estádio da Cidadela, causada pela publicidade enganosa, consubstanciada no slogan: “O Dia do Fim –venha dar um fim a todos os problemas que estão na sua vida; doença, miséria, desemprego, feitiçaria, inveja, problemas na família, separação, dívidas, etc. Traga toda a sua família”, que criou no seio dos fiéis e não só uma enorme expectativa de verem resolvidos os seus problemas, tendo por isso atraído para o local do evento um elevado número de pessoas, entre velhos, crianças e doentes.
Que a publicidade utilizada para a mobilização dos fiéis foi criminosa e enganosa pois, tal como estabelecem os artigos 14 e 16 da Lei nº 9/02 –Lei Geral da Publicidade, a mesma continha informações falsas, susceptíveis de alarmar o espírito do público e induzi-lo em erro.
Que em consequência da adesão maciça verificaram-se vários constrangimentos tais como: superlotação do recinto antes da hora marcada para o início da vigília, estacionamento desordenado no interior, exterior e áreas circundantes ao Complexo Desportivo da Cidadela, tendo suplantado a previsão dos organizadores do evento e dificultado a adequação devida das forças de asseguramento, designadamente a Polícia Nacional, Serviço Nacional de Protecção Civil e Bombeiros, Instituto Nacional de Emergências Médicas, Cruz Vermelha e outras;
Que apesar de ter recebido indicações da Direcção do Complexo da Cidadela que o estádio comportava apenas 30.000 pessoas, ainda assim, a Igreja Universal do Reino de Deus perspectivou acolher no referido evento um total de 152.600 (Cento e Cinquenta e Dois Mil e Seiscentos fiéis), sendo 35.000 (Trinta e cinco mil) pessoas nas bancadas do 1º anel, 30.000 (trinta mil) por traz da baliza norte, 30.000 (trinta mil) por traz da baliza sul e 57.600 (Cinquenta e Sete Mil e Seiscentas) pessoas na parte exterior, frontal à tribuna;
Que a organização do evento em momento algum comunicou às autoridades a sua previsão de 152.600 pessoas;
Que a projecção feita pela Igreja quanto ao número de pessoas para aquele recinto não foi realista e pecou por excesso;
Que de acordo com o cartaz publicitário sobre a vigília da IURD, o evento teria início às 20H00.Porém por volta das 18H00, os espaços reservados para os fiéis no interior do Estádio estavam completamente lotados, tendo a organização ordenado o encerramento de todos os portões, à excepção do portão VIP e do portão nº 6, onde uma parte considerável da população afluiu provocando deste modo uma enorme pressão sobre a entrada;
Que as 100 pessoas voluntárias mobilizadas pela IURD não tinham preparação para realizar de forma efectiva a assistência médica, pois tinham apenas a incumbência de apoiar, em caso de necessidade, o pessoal do INEMA;
Que para permitir a entrada dos populares de forma ordeira, isto é, em fila, a organização abriu parcialmente o portão nº 6 e que, por volta das 18H30, começaram a ouvir-se cânticos e aclamações no interior, que geraram na população a presunção de se ter iniciado o evento, pelo que entendeu forçar a entrada do portão;
Que devido a pressão exercida sobre o referido portão os membros da segurança da Igreja que se encontravam do lado interior não resistiram ao fluxo imediato, verificando-se a queda dos fiéis em cadeia, agravada pelo declive do túnel de acesso, pela falta de iluminação e pelo pavimento escorregadio em virtude do derramamento da designada “água consagrada” que estava a ser distribuída aos crentes;
Que mesmo na sequência das mortes e desmaios de pessoas, a Igreja não interrompeu a actividade;
Que os desmaios em cadeia durante o culto ficaram a dever-se em grande medida ao agravamento do quadro clínico de pessoas já doentes que foram em busca de uma suposta cura “milagrosa”, incluindo asfixia, fome agravada pelo jejum, dado que muitas das vítimas recuperaram tão logo lhes foi dada uma leve refeição quer no local pelo INEMA quer no hospital Américo Boavida.
Que perante a gravidade dos factos de que resultaram lamentavelmente a perda de vidas humanas o Executivo decidiu:
Que a matéria dos autos seja remetida à Procuradoria-Geral da República para o aprofundamento das investigações e a consequente responsabilização civil e criminal;
Que enquanto decorrerem as investigações ao nível da Procuradoria Geral da República seja suspensa por um período de 60 dias toda a actividade da Igreja Universal do Reino de Deus – IURD;
Que em virtude de se constatar que as Igrejas Mundial do Poder de Deus, Mundial do Reino de Deus, Mundial Internacional, Mundial da Promessa de Deus, Mundial Renovada e Igreja Evangélica Pentecostal Nova Jerusalém apesar de não estarem reconhecidas pelo Estado angolano realizam cultos religiosos e publicidade, recorrendo as mesmas práticas que as da IURD, sejam igualmente interditadas de realizar quaisquer actividade religiosas no país;
Que a suspensão e a interdição referidas nos pontos 2 e 3 sejam fiscalizadas pelos Ministérios do Interior, da Justiça e dos Direitos Humanos, da Cultura, da Administração do Território e da Comunicação Social e pelos Governos provinciais, devendo vigorar enquanto durarem as investigações pela Procuradoria Geral da República;
Que doravante a realização de cultos religiosos em recintos fechados, tais como estádios e pavilhões gimno-desportivos, seja condicionada a prévia criação de condições de segurança, assistência e primeiros socorros;
Que de futuro para actividades similares se exija no plano legal a realização de reuniões de concertação entre todas as forças e serviços intervenientes no asseguramento e a autoridade administrativa que as autoriza.
Que os departamentos ministeriais competentes sejam orientados no sentido de procederem à revisão da legislação existente, nomeadamente da Lei nº 2/04 de 21 de Maio sobre a Liberdade de Consciência , de Culto e de Religião, da Lei nº 16/91 de 11 de Maio sobre o Direito de Reunião e de Manifestação, da Lei nº 9/02 sobre a Publicidade, do Decreto Presidencial nº111/11 de 31 de Maio sobre Actividades de Espectáculos e Divertimentos Públicos, bem como a criar outras normas que regulem a realização de actos religiosos fora dos templos e de outros actos de massas.
Face ao exposto o Executivo angolano apela aos fiéis das igrejas visadas e a toda a população em geral no sentido de se manterem serenos e cumprirem cabalmente as decisões tomadas.
Órgãos Auxiliares do Presidente da República, em Luanda aos 2 de Fevereiro de 2013
Por Tiago Chagas, para o Gospel+

Vídeo com mendigo interpretando música gospel emociona e faz sucesso nas redes sociais. Assista


Um vídeo publicado ontem, 30/01, vem fazendo sucesso nas redes sociais por mostrar a interpretação afinadíssima de um mendigo para a música “Um Milagre em Jericó”, de Marcelo Nascimento.
Vídeo com mendigo interpretando música gospel emociona e faz sucesso nas redes sociais. AssistaA repercussão foi intensa e hoje, 31/01, o vídeo já ultrapassou a marca de 100 mil visualizações e mais de 470 comentários. A maioria, surpresos pelo talento do mendigo.
A descrição do vídeo não traz muitos detalhes, apenas afirma que o mendigo entrou numa igreja evangélica “e quando o Pastor vai conversar com ele se depara com essa surpresa, um diamante ainda não lapidado”.
O termo “diamante” foi usado devido ao talento do rapaz, que causou emoção à pessoa que o filmou e também às pessoas que assistem ao vídeo.
Como as informações são escassas, muitos internautas usaram o espaço de comentários do Youtube para solicitar maiores informações sobre o mendigo e também para oferecer doações de roupas e calçados.
Confira abaixo, o vídeo do mendigo interpretando “Um milagre em Jericó”:
Por Tiago Chagas, para o Gospel+

Reação de Chuck Norris ao ver dízimo em débito automático


Crítica ao protestantismo decaído e controlado por Satanás em que só pega partes da Bíblia que dão lucro (Dízimo) e partes que não dão lucro são ignoradas (Guarda do sábado que é um dos 10 mandamentos, a alimentação correta etc).
FONTE ;http://adventismoemfoco.wordpress.com/

domingo, 3 de fevereiro de 2013

Documento: Estilo de Vida e Conduta Cristã




O que é, e qual é o propósito do Documento

Uma comissão de líderes adventistas de oito países sul-americanos votou, no final de 2012, documento intitulado Estilo de Vida e Conduta Cristã. O objetivo é reafirmar a crença bíblica defendida pela Igreja Adventista do Sétimo Dia quanto ao comportamento de um cristão diante de diferentes situações da sua vida cotidiana como recreação, mídia, vestuário, sexualidade, joias, ornamentos e saúde. A ideia do documento não é substituir a Bíblia e nem criar novas normas.
A intenção foi resumir, em uma linguagem simples mas clara e objetiva, o que Deus estabeleceu em Sua Palavra sobre esses temas no contexto da misericórdia e da graça cristãs. Trata-se de um material que reúne em um só lugar várias declarações que refletem o pensamento adventista sobre o assunto. Como o próprio documento diz, “as recomendações apresentadas neste documento não devem ser usadas como elemento de crítica ou julgamento de outros, mas como apoio para a vida pessoal”.
Segue abaixo o documento na íntegra:

Introdução

A Igreja Adventista do Sétimo Dia reconhece a importância do sacrifício de Cristo na cruz como o preço pago pela nossa salvação. Deus, em Seu infinito amor pelo mundo, “deu Seu Filho Unigênito para que todo aquele que nEle crê não pereça mas tenha a vida eterna” (Jo 3:16). Ele “prova o Seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores” (Rm 5:8), e nos convida a aceitar esse sacrifício de amor, a entregar-Lhe totalmente a vida e a nascermos de novo em Cristo (Jo 3:3-15).
A pessoa que passou por essa experiência com Jesus deve agora andar em “novidade de vida”, entregando-Lhe todo o seu ser e todos os aspectos de sua vida (Rm 6:1-11). “E, assim, se alguém está em Cristo, é nova criatura; as coisas antigas já passaram; eis que se fizeram novas” (2Co 5:17). Uma vida renovada leva o cristão a um alto padrão de comportamento através de um estilo de vida que O glorifique e que evidencie publicamente a fé e o compromisso que ele tem com Cristo Jesus. Dois ensinos bíblicos fundamentam a importância do estilo de vida para o cristão adventista: 1) a restauração da imagem de Deus no ser humano; e 2) a missão profética específica da Igreja Adventista no final dos tempos.
A restauração da imagem de Deus. Segundo as Escrituras, o ser humano foi criado à “imagem e semelhança” de Deus (Gn 1:26, 27). Essa realidade foi manchada pelo pecado (Gn 3). Desde a queda, no entanto, Deus tem trabalhado pela restauração plena dessa imagem no ser humano (Rm 8:29; 1Co 15:49; 2Co 3:18; Ef 4:22-24; Cl 3:8-10) através da redenção em Cristo Jesus e da atuação do Espírito Santo na vida e mente daqueles que respondem positivamente ao Seu convite à salvação (Jo 1:12, 13; 3:3-16). Nesse processo de restauração, Deus chama Seus filhos a um reavivamento e reforma através do compromisso com a santidade. “Sede santos porque Eu sou santo” (Lv 11:44, 45; 19:2; 20:26); “sede perfeitos como perfeito é o vosso Pai celeste” (Mt 5:48).
Essas exortações bíblicas são muitas vezes mal-interpretadas e usadas como base de um legalismo exigente e frio, comumente denominado de perfeccionismo. No entanto, no Sermão da Montanha (Mt 5:43-48), Cristo deixou claro que “ser santo” e “ser perfeito” como Deus, é ser um canal divino de Sua graça, amor e bondade aos seres humanos. O cristão torna-se um canal de Deus ao amar sinceramente todos os indivíduos com quem ele se relaciona, orando por eles e ajudando-os, mesmo sendo seus inimigos ou aqueles que o perseguem.
O chamado do cristão é imitar a Deus em todos os aspectos de sua vida (1Pe 1:13-16). Para que isso seja possível, Deus concede aos Seus filhos o Espírito Santo, o Consolador, que opera na mente e coração dos seres humanos, envolvendo o cultivo de atributos internos (amor, bondade, compaixão, justiça, verdade, pureza, honestidade, responsabilidade, altruísmo, etc.) e externos (modéstia, decência, temperança, boas obras, etc.). Esses atributos representam a restauração do caráter divino evidenciado pelo fruto do Espírito na vida dos filhos de Deus (Rm 12:1-13:14; Gl 5:16-26; Ef 4:17-5:21; Cl 3:1-17; 1Ts 4:1-12; 1Tm 2:8-3:13). A missão profética da Igreja Adventista.
O segundo ensino bíblico que realça a importância de um estilo de vida consagrado a Deus é a missão específica da Igreja Adventista do Sétimo Dia. Desde seus primórdios, os Adventistas do Sétimo Dia se consideram um movimento profético, com a missão especial de preparar um povo para a Segunda Vinda de Jesus. Esse movimento foi profetizado em Isaías 40:1-5, como a “voz do que clama no deserto” preparando o caminho do Senhor; em Isaías 58:12, como o “reparador de brechas e restaurador de veredas” que restabeleceria verdades bíblicas esquecidas, entre as quais a santificação do sábado; em Malaquias 4:4-6, como o Elias que antecederia a vinda do Messias. Seu cumprimento foi predito em Apocalipse 14:6-12, com a tríplice mensagem angélica pregada nos últimos dias da história humana pelos “santos, os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus”.
A missão da Igreja Adventista é a mesma de João Batista — preparar um povo para a vinda de Jesus, e ambos são objetos das profecias específicas de Isaías 40 e Malaquias 4. João Batista é, portanto, um modelo profético da Igreja Adventista, e grande ênfase é dada ao seu estilo de vida, especialmente em relação à comida, bebida e vestimenta (Mt 3:4; Mc 1:6; Lc 1:15). Isso pressupõe que um estilo de vida específico, ordenado por Deus, é um aspecto importante no cumprimento da missão do mensageiro profético que prepara a vinda do Senhor.

Recomendações

Com base nessa percepção das verdades bíblicas, a Divisão Sul-Americana da Igreja Adventista do Sétimo Dia reafirma seu compromisso com um estilo de vida cristã que represente seu chamado e sua missão diante do mundo e que seja uma resposta de coração à graça e ao amor de Deus. E, com o propósito de aconselhar e incentivar seus membros a crescerem na fé, a aprofundar sua experiência com Deus e a avançar no cumprimento da missão evangélica, faz as seguintes recomendações:

1. Vida de santificação

O cristão é chamado a consagrar a Deus todos os aspectos de sua vida. Como está escrito: “Por isso, cingindo o vosso entendimento, sede sóbrios e esperai inteiramente na graça que vos está sendo trazida na revelação de Jesus Cristo. Como filhos da obediência, não vos amoldeis às paixões que tínheis anteriormente na vossa ignorância; pelo contrário, segundo é santo Aquele que vos chamou, tornai-vos santos também vós mesmos em todo o vosso procedimento, porque escrito está: Sede santos, porque Eu sou santo” (1Pe 1:13-16). Ao fazer a vontade do Mestre, “precisamos chegar ao ponto de reconhecer plenamente o poder e a autoridade da Palavra de Deus, quer ela concorde ou não com nossas opiniões preconcebidas. Temos um perfeito livro-guia. O Senhor nos falou a nós; e, sejam quais forem as consequências, devemos receber Sua Palavra e praticá-la na vida diária. De outro modo estaremos escolhendo nossa própria versão do dever e fazendo exatamente o oposto daquilo que nosso Pai celestial nos mandou fazer” (Ellen G. White, Manuscrito 148, 1902; ver Medicina e Salvação, p. 255, 256).

2. Crescimento espiritual

A santificação implica um contínuo processo de crescimento espiritual pela graça de Deus em Jesus, através da comunhão pessoal com Ele pelo estudo da Bíblia, pela prática da oração e pelo testemunho pessoal. O alvo é chegar “ao pleno conhecimento do Filho de Deus, à perfeita varonilidade, à medida da estatura da plenitude de Cristo, para que não mais sejamos como meninos, agitados de um lado ao outro e levados ao redor por todo vento de doutrina, pela artimanha dos homens, pela astúcia com que induzem ao erro. Mas, seguindo a verdade em amor, cresçamos em tudo nAquele que é a cabeça, Cristo” (Ef 4:13-15). “Muitos têm a ideia de que devem fazer sozinhos parte do trabalho. Confiaram em Cristo para o perdão dos pecados, mas agora procuram por seus próprios esforços viver retamente. Mas qualquer esforço como este terá de fracassar. Diz Jesus: ‘Sem Mim nada podereis fazer’ (Jo 15:5). Nosso crescimento na graça, nossa felicidade, nossa utilidade – tudo depende de nossa união com Cristo. É pela comunhão com Ele, todo dia, toda hora – permanecendo nEle – que devemos crescer na graça” (Ellen G. White, Caminho a Cristo, p. 69).

3. Pureza moral

Todo filho e filha de Deus deve conservar puros o coração e a mente (Sl 24:3, 4; 51:10), seguindo o modelo de Cristo: “E a si mesmo se purifica todo o que nEle tem esta esperança, assim como Ele é puro.” (1Jo 3:3). O cristão deve evitar e rejeitar tudo que possa poluir sua mente e sua vida, levando-o a pecar. Duas exortações de Paulo servem para nortear suas escolhas: “Portanto, quer comais, quer bebais ou façais outra coisa qualquer, fazei tudo para a glória de Deus” (1Co 10:31); “Finalmente, irmãos, tudo que é verdadeiro, tudo o que é respeitável, tudo o que é puro, tudo que é amável, tudo que é de boa fama, se alguma virtude há e se algum louvor existe, seja isto que ocupe o vosso pensamento” (Fp 4:8).

4. Recreação e mídia

Seguindo o princípio da pureza moral, o cristão deve evitar livros e revistas, programas de rádio, televisão, internet ou qualquer outro tipo de mídia, jogos ou equipamentos modernos cujo conteúdo possa poluir sua mente e coração. Deve-se evitar tudo que induza ao mal e promova violência, desonestidade, desrespeito, adultério, pornografia, vícios de toda sorte, descrença, uso de palavrões e linguagem obscena, entre outras coisas. O cristão não pode conformar-se aos valores comuns de um mundo profundamente corrompido pelo pecado, mas deve ser transformado pelo Espírito, renovando sua mente a fim de experimentar “a boa, agradável e perfeita vontade de Deus” (Rm 12:2; ver também 1Jo 2:15-17). Certos lugares públicos de diversão tais como estádios esportivos, teatros e cinemas, em sua programação habitual, são inapropriados para o cristão adventista. Vários fatores contribuem para essa avaliação negativa por parte da Igreja, dentre eles:
  • a falta de controle sobre o conteúdo que é apresentado ou o evento que está ocorrendo;
  • a psicologia de massa que muitas vezes leva alguém a seguir em uma direção que de outro modo não o faria;
  • o fato de todo o ambiente ser planejado para potencializar o impacto sobre o indivíduo e sua mente, facilitando a aceitação, geralmente imperceptível, de ideias e valores contrários à fé cristã;
  • o tempo e os recursos financeiros gastos nessas diversões que poderiam ser utilizados para outros fins mais condizentes com a fé e os propósitos de vida de um cristão;
  • o testemunho negativo que a frequência a esses lugares pode deixar na mente de membros e não membros da igreja. O conselho de Ellen White aos jovens acerca do teatro, no seu tempo, parece ainda mais pertinente hoje para todos os lugares de diversão: “Entre os mais perigosos lugares de diversões, acha-se o teatro. Em vez de ser uma escola de moralidade e virtude, como muitas vezes se pretende, é um verdadeiro foco de imoralidade. Hábitos viciosos e propensões pecaminosas são fortalecidos e confirmados por esses entretenimentos. Canções baixas, gestos, expressões e atitudes licenciosos depravam a imaginação e rebaixam a moralidade. Todo jovem que costuma assistir a essas exibições se corromperá em seus princípios. [...] O amor a essas cenas aumenta a cada condescendência, assim como o desejo das bebidas alcoólicas se fortalece com seu uso. O único caminho seguro é abster-nos de ir ao teatro, ao circo e a qualquer outro lugar de diversão duvidosa” (Ellen G. White, Mensagens aos Jovens, p. 380).
A dança e os ambientes sociais como boates e outras casas noturnas são contrários ao princípio da pureza cristã, uma vez que excitam as paixões humanas, a luxúria e sedução. A dança é ainda comumente acompanhada do estímulo ao uso de bebidas alcoólicas, de drogas, da prática de violência e comportamento desenfreado. Sua promoção e prática não se harmonizam com os princípios cristãos adventistas, nem mesmo em um contexto particular, residencial, ou em atividades espirituais e sociais realizadas pela igreja.
A recreação através da música, seja ela religiosa ou não, também deve passar pelos critérios bíblicos da glorificação a Deus e qualidade do material em questão. Uma discussão detalhada desse assunto tão importante aparece nos documentos: “Filosofia Adventista do Sétimo Dia com Relação à Música”; e “Orientações com Relação à Música para a Igreja Adventista do Sétimo Dia na América do Sul”, que você acessa clicando aqui.

5. Vestuário.

O vestuário cristão é claramente orientado nas Escrituras pelo princípio da modéstia e da beleza interior que implicam bom gosto com decoro. Os Adventistas do Sétimo Dia creem que os princípios acerca do vestuário que aparecem em 1 Timóteo 2:9 e 10 e 1 Pedro 3:3 e 4, em relação às mulheres cristãs, se aplicam tanto a homens como a mulheres. O cristão deve se vestir com modéstia, decência, bom-senso, evitando a sensualidade provocativa tão comum da moda, e sem ostentação de “ouro, pérolas ou pedras preciosas, ou vestuário dispendioso” (1Tm 2:9).
Esse princípio deve aplicar-se não apenas a roupas, mas a todas as questões que envolvem a aparência pessoal e seus enfeites. Tudo deve evidenciar a riqueza do “homem encoberto no coração; no incorruptível traje de um espírito manso e quieto, que é precioso diante de Deus” (1Pe 3:4). “O caráter de uma pessoa é julgado pelo aspecto de seu vestuário. Um gosto apurado, um espírito cultivado, revelar-se-ão na escolha de ornamentos simples e apropriados. [...] É justo amar e desejar a beleza; Deus, porém, deseja que amemos e procuremos primeiro a mais alta beleza – aquela que é imperecível. As mais seletas produções da perícia humana não possuem beleza que se possa comparar com a beleza do caráter, que à Sua vista é de grande preço” (Ellen G. White, Educação, p. 248, 249).

6. Joias e ornamentos

Os princípios bíblicos da modéstia e da beleza interior, que aparecem em 1 Timóteo 2:9 e 1 Pedro 3:3, deixam bem claro que o cristão deve abster-se do uso de joias e de outros ornamentos, como bijuterias e piercing, e de tatuagens (Lv 19:28). Segundo a exortação bíblica, o cristão deve levar uma vida simples, sem ostentação, evitar despesas desnecessárias e estar livre do espírito de competição tão comum na sociedade. Esses princípios se aplicam às joias ornamentais. As joias funcionais, usadas segundo o contexto sociocultural, também devem seguir os mesmos princípios. Para o cristão, a autoestima e a valorização social estão fundamentadas no fato de o ser humano ter sido criado à imagem de Deus (Gn 1:26, 27); de cada individuo ser dotado de dons e talentos que lhes são únicos (Mt 25:14-29); e, sobretudo, por ele ter sido resgatado do pecado pelo mais alto preço possível no Universo, o precioso sangue de Cristo (1Co 6:20).
A busca de autoestima e valorização social por meio do uso de joias ou ornamentação externa conflita com a profunda experiência cristã que Deus deseja para Seus filhos e filhas (1Tm 2:9, 10; 1Pe 3:3, 4). Apesar de vários personagens bíblicos terem usado joias, o texto bíblico deixa claro que o seu abandono caracteriza um movimento de total reavivamento e reforma espiritual do povo de Deus (Gn 35:2-4; Êx 33:5, 6). É nesse contexto de reforma e reconsagração que os apóstolos Paulo e Pedro apontam a norma a ser seguida pelos discípulos de Cristo. Para os Adventistas do Sétimo Dia, essa norma deve ser ainda mais relevante, visto que nossa missão como o Elias profético nestes últimos tempos significa também simplicidade no vestuário (Mt 11:7-10; Mc 1:6; Lc 7:24-27). “Trajar-se com simplicidade e abster-se de ostentação de joias e ornamentos de toda espécie está em harmonia com nossa fé” (Ellen G. White, Testemunhos Para a Igreja, v. 3, p. 366).

7. Sexualidade humana

A sexualidade humana é apresentada na Bíblia como parte da imagem de Deus na humanidade (Gn 1:27), e foi planejada por Deus para ser uma bênção ao gênero humano (Gn 1:28). Desde o princípio, Deus estabeleceu também o contexto em que ela deve ser exercida – o casamento entre um homem e uma mulher (Gn 2:18-25; Hb 13:4). A Bíblia deixa claro que a sexualidade deve ser exercida com respeito, fidelidade, amor e consideração pelas necessidades do cônjuge (Pv 5:15-23; Ef 5:22-33).
O fiel adventista deve evitar também o jugo desigual, relacionando-se afetivamente e unindo-se em matrimônio somente com alguém que compartilhe sua fé (2Co 6:14, 15). As Escrituras claramente classificam como pecado as diferentes formas de sexo fora das diretrizes divinas, como:
  • o sexo pré-marital e a violência sexual (Dt 22:13-21, 23-29);
  • o adultério ou sexo extraconjugal (Êx 20:14; Lv 18:20; 20:10; Dt 22:22; 1Ts 4:3-7);
  • a prostituição, feminina ou masculina (Lv 19:29; Dt 23:17);
  • a relação com pessoas da mesma família ou crianças (Lv 18:6-17; 20:11, 12, 14, 17, 19-21);
  • a relação entre pessoas do mesmo sexo (Lv 18:22; Lv 20:13; Rm 1:26, 27);
  • o travestismo (Dt 22:5);
  • e a relação sexual com animais (Lv 18:23; Lv 20:15, 16).
As Escrituras também condenam:
  • o assédio sexual (Gn 39:7-9; 2Sm 13:11-13);
  • o exibicionismo sensual (Ez 16:16, 25; Pv 7:10, 11);
  • manter pensamentos e desejos impuros (Mt 5:27-28; Fp 4:8);
  • a impureza e os vícios secretos, como a pornografia e a masturbação (Ez 16:15-17; 1Co 6:18; Gl 5:19; Ef 4:19; 1Ts 4:7).
O argumento comum de que muitos desses comportamentos sexuais não eram aceitos na antiguidade, quando a Bíblia foi escrita, mas que hoje são socialmente aceitos e, portanto, podem ser até mesmo praticados pelos cristãos, demonstra falta de conhecimento da realidade entre os povos vizinhos do antigo Israel. O próprio texto bíblico é bem claro nessa questão. Levítico 18 diz que essas práticas eram comuns e aceitas no Egito e, mais ainda, na terra de Canaã (Lv 18:3, 24, 25, 27).
Deus condenou essas práticas, apesar de serem aceitas na antiguidade. Os israelitas deveriam viver segundo outro modelo de comportamento sexual, ou seja, o que está explícito nos mandamentos de Deus (Lv 18:4, 5, 26, 30). No entanto, para aqueles que sofrem tentações ou que têm sucumbido em qualquer área do comportamento sexual, a promessa de vitória em Deus é animadora: “Tudo posso nAquele que me fortalece” (Fp 4:13); “não por força nem por poder, mas pelo Meu Espírito, diz o Senhor dos Exércitos” (Zc 4:6). “Os que põem em Cristo a confiança não devem ficar escravizados por nenhuma tendência ou hábito hereditário, ou cultivado. Em lugar de ficar subjugados em servidão à natureza inferior, devem reger todo apetite e paixão. Deus não nos deixou lutar contra o mal em nossa própria, limitada força. Sejam quais forem nossas tendências herdadas ou cultivadas para o erro, podemos vencer mediante o poder que Ele está disposto a nos comunicar” (Ellen G. White, A Ciência do Bom Viver, p. 175, 176).

8. Saúde

O corpo humano é o templo do Espírito Santo e o cristão deve glorificar a Deus em seu corpo (1Co 3:16, 17; 6:19, 20; 10:31). O cuidado do corpo e da saúde faz parte da restauração da imagem de Deus no homem: “Deus deseja que alcancemos a norma de perfeição que o dom de Cristo nos tornou possível. Ele nos convida a fazer nossa escolha do direito, para nos ligarmos com os instrumentos celestes, adotarmos princípios que hão de restaurar em nós a imagem divina. Na Sua palavra escrita e no grande livro da natureza, Ele revelou os princípios da vida. É nossa obra obter conhecimento desses princípios e, pela obediência, cooperar com Ele na restauração da saúde do corpo bem como da alma” (Ellen G. White, A Ciência do Bom Viver, p. 114, 115).
Em Sua Palavra, Deus deu orientações claras acerca de comida (Gn 1:29; 3:18; 7:2; 9:3, 4; Lv 11:1-47; 17:10-15; Dt 14:3-21) e bebida (Lv 10:9; Nm 6:3; Pv 20:1; 21:17; 23:20, 29-35; Ef 5:18). A dieta vegetariana é o ideal de Deus para o ser humano (Gn 1-3) e também a abstinência de qualquer tipo de bebida alcoólica e de tudo que seja prejudicial à saúde humana, como bebidas cafeinadas e drogas (Êx 20:13; 1Co 3:17; 6:19; 10:31). As boas coisas que Deus criou para o ser humano devem ser usadas com equilíbrio e sabedoria (Pv 25:16, 27). As coisas más devem ser totalmente evitadas.
Alimentação adequada e abstinência de tudo que é prejudicial à saúde são dois dos oito remédios naturais que Deus prescreveu para a manutenção de uma vida saudável e equilibrada e para a cura de muitas doenças e sofrimento: “Ar puro, luz solar, abstinência, repouso, exercício, regime conveniente, uso de água e confiança no poder divino – eis os verdadeiros remédios. Toda pessoa deve possuir conhecimentos dos meios terapêuticos naturais e da maneira de aplicá-los. [...] Aqueles que perseveram na obediência à suas leis ceifarão galardão em saúde de corpo e de alma” (Ellen G. White, A Ciência do Bom Viver, p. 127).

Conclusão

As recomendações apresentadas neste documento são conselhos e orientações a serem seguidos com oração, como resultado de profundo relacionamento pessoal com Deus, na busca de Suas verdades e de Sua presença na primeira hora de cada dia. Elas não devem ser usadas como um elemento de crítica ou julgamento de outros, mas como apoio para a vida pessoal. A Palavra de Deus e os conselhos divinos que nos foram transmitidos pelo ministério profético de Ellen G. White nos exortam, como Adventistas do Sétimo Dia, a viver um estilo de vida que seja uma resposta de amor à bondade, à graça e ao infinito amor de Deus por nós. O fruto do Espírito deve permear todas as dimensões do nosso viver, proporcionando equilíbrio entre os aspectos interiores do ser e os exteriores do fazer. O resultado disso será nossa própria felicidade e bem-estar, e o desenvolvimento da nossa salvação em todos os aspectos desejados por Deus. E, por fim, estaremos lançando uma das bases fundamentais para o cumprimento de nossa missão profética, esperando em breve ouvir dos lábios do próprio Jesus: “Bem está, servo bom e fiel. Sobre o pouco foste fiel, sobre muito te colocarei; entra no gozo do teu Senhor” (Mt 25:21).
FONTE ;http://reavivamentoereforma.com/estilodevida/

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Boataria internética



Já perdi a conta de quantos e-mails recebi e recebo com boatos e "lendas urbanas" (hoaxes) que sempre encontram alguém crédulo o bastante para acreditar nelas e as espalhar aos quatro ventos. São mensagens como aquela segundo a qual os computadores da Nasa teriam descoberto o "dia longo" relatado no livro bíblico de Josué. Ou, então, uma das mais "novas": teriam sido descobertas as rodas das carruagens do faraó que perseguiu os hebreus quando da fuga do Egito em sua passagem pelo Mar Vermelho. Essa e outras "descobertas" são atribuídas a um enfermeiro anestesista e arqueólogo amador chamado Ron Wyatt, falecido em 1999. Infelizmente, falsas evidências acabam por lançar descrédito sobre a Bíblia em lugar de autenticá-la. Evidências arqueológicas seguras há aos montões, por isso, aqueles que creem no Livro Sagrado não precisam (e não devem) se valer de boatos infundados para tentar atrair a atenção das pessoas.

A Revista Adventista deste mês traz um artigo do especialista em Arqueologia Bíblica Dr. Rodrigo Silva. No texto, intitulado "O êxodo que não existiu", ele analisa as tais evidências falsas de Wyatt. Eis aqui alguns trechos da matéria:

"Por mais de uma vez tive [diz Rodrigo] a oportunidade de visitar, com a equipe arqueológica da Universidade Andrews, os locais a que Wyatt faz referência. Coletamos dados, fizemos análises, entrevistas, etc. e, depois de tudo isso, posso afirmar, sem temor de erro, que essas descobertas são completamente falsas."

Segundo o Dr. Rodrigo, Wyatt também dizia saber o local onde fora escondida a Arca da Aliança. Depois de sua morte, seu substituto e principal aliado, Richard Rives, conseguiu autorização especial para escavar no local onde Wyatt disse ter visto e até fotografado a Arca. Porém, nada foi encontrado.

"[Wyatt] sustentava que o Golfo de Áqaba, perto de Nuweiba, seria o local da travessia dos hebreus. Ali, num trabalho arqueológico submarino, Wyatt disse ter encontrado ossos humanos e rodas das carruagens de faraó cobertas de corais..." Numa foto publicada na internet e disseminada num PowerPoint via e-mail, aparece uma roda de "ouro" (como ele foi preservado depois de 3.400 anos submerso em água salgada, Wyatt não explica) com quatro raios (aro quádruplo), mostrando semelhança com algumas rodas de carruagens antigas expostas em museus. "O que Wyatt não contou", diz Rodrigo, "é que os egípcios tinham dois tipos de carruagem: uma para a guerra, com aro sêxtuplo (...) e uma para passeios ocasionais, a quádrupla, que ele disse ter encontrado. Se a dita roda fotografada por Wyatt fosse mesmo autêntica, teríamos de perguntar por que faraó teria usado carruagens de passeio para perseguir o povo hebreu e deixado em casa as carruagens de guerra?"

As peças fotografadas por Wyatt provavelmente provieram de navios cargueiros que afundaram na região entre 1869 e 1981. A cidade de Hurghada, no norte do Mar Morto, chega a abrigar um sítio turístico para mergulhadores que desejam ver destroços de navios naufragados ali.

E Rodrigo conclui: "Não acreditemos apressadamente em tudo o que se diz na internet, nem propaguemos o boato através de e-mails do tipo FWD. A descoberta de uma fraude pode colocar em descrétido a verdadeira mensagem que devemos anunciar."

FONTE ;http://www.criacionismo.com.br/2009/03/boataria-internetica.html

Prof. Rodrigo Silva - #Origens - Igreja Adventista


Manifestações ABSURDAS - David Wilkerson (legendado)


Revista Adventista desafia leitores ao crescimento espiritual


REVISTA ADVENTISTA DESAFIA LEITORES AO CRESCIMENTO ESPIRITUAL

[ASR] Verbos como perdoar, aceitar, ouvir, mudar e esperar representam virtudes de primeira grandeza. Mas, apesar da beleza desses conceitos, incorporá-los ao dia a dia é o desafio de qualquer pobre mortal. A Revista Adventista de fevereiro reflete sobre dez atitudes e sentimentos que contrariam nossa natureza e cultura, mas que precisam fazer parte da agenda dos cristãos. O texto é assinado por Rubens Lessa, editor do periódico há mais de 30 anos.

O número traz também a entrevista com Luiz Fernando Sella. O jovem médico trocou a carreira promissora nos Estados Unidos para servir em uma clínica naturalista no interior de São Paulo, ajudando centenas de pessoas a prevenir doenças. Na conversa com Michelson Borges, o Dr. Sella explica como a coerência da mensagem espiritual e de saúde da Igreja Adventista o fizeram abandonar o ateísmo.

Em outra matéria, o pastor e educador Douglas Reis reflete sobre a filosofia de educação adventista, comparando a proposta da denominação - que visa a uma vida de serviço e com foco na salvação - com o modelo vigente em nossa cultura, que prepara para o sucesso e a riqueza.

A seção de reportagens desta edição foi quase toda produzida por alunos de Jornalismo do Unasp que participaram do trainee da Casa Publicadora Brasileira. Os novos talentos falaram sobre a fidelidade de adventistas em relação à guarda do sábado, dos mitos que envolvem a depressão no meio religioso, da consolidação de ministérios de drama no Brasil, do crescimento das escolas de missão no país e da homenagem feita pelo governo municipal de São Paulo à Ellen White, pioneira do adventismo.

Os leitores vão apreciar também um perfil do Dr. Rodrigo Silva, apresentador do programa Evidências da TV Novo Tempo. O texto fala dos bastidores de uma série gravada na Inglaterra e do cotidiano do arqueólogo, que envolve aulas no curso de Teologia do Unasp, palestras, escavações, um segundo doutorado na USP, e os momentos com a esposa.

A Revista Adventista é o órgão geral dos adventistas no Brasil há mais de cem anos e pode ser adquirida em uma das 12 livrarias da Casa Publicadora Brasileira, nas sedes administrativas da Igreja Adventista, pelo telefone 0800-9790606 ou pelo site www.cpb.com.br. E você pode seguir a revista pelo perfil www.twitter.com/rev_adventista e acessar gratuitamente seu acervo histórico no endereço www.revistaadventista.com.br, bem como baixar o PDF desta edição: http://bit.ly/12eDplR.

[ Colaboração: Wendel Lima]

FONTE ;http://www.usb.org.br/iasd/noticia/revista-adventista-desafia-leitores-ao-crescimento-espiritual-8208

Igrejas evangélicas passarão a reconhecer batismo católico

niciativa marca aproximação histórica entre denominações
por Jarbas Aragão

Igrejas evangélicas passarão a reconhecer batismo católicoIgrejas evangélicas passarão a reconhecer batismo católico

Uma decisão histórica da Igreja Católica Romana e um grupo de denominações protestantes dos Estados Unidos deve causar surpresa para religiosos do mundo todo. Na primeira semana de fevereiro deve ser assinado um documento que formaliza a decisão das igrejas reconhecerem o batismo umas das outras. O anúncio vem quase 500 anos depois que a Reforma Protestante dividiu a igreja no mundo todo.
Isso significa que os líderes da Igreja Católica, da Igreja Presbiteriana (EUA), Igreja Cristã Reformada da América do Norte, Igreja Reformada da América e a Igreja Unida de Cristo, selarão o “Acordo Comum de Reconhecimento Mútuo do Batismo”.
A cerimônia ecumênica em Austin, Texas, marca o fim de quase sete anos de debate onde as igrejas evangélicas mencionadas reconhecerão o batismo católico e vice-versa.  Esse acordo mútuo sobre batismos quebra uma tradição secular de católicos sendo rebatizados ao ingressar nas igrejas evangélicas.
O bispo católico Joe Vasquez, da Diocese de Austin declarou em uma entrevista que esse esforço “é parte de nossa resposta à oração onde Jesus pede que sejamos todos um”.
De acordo com uma declaração da Conferência dos Bispos dos Estados Unidos, publicada em 2010, os cristãos das tradições católica e evangélica sustentam que o batismo é o vínculo sacramental da unidade do Corpo de Cristo, deve ser realizada uma única vez, por um ministro autorizado, com água e usando-se a fórmula trinitária bíblica de invocação “Pai, Filho e Espírito Santo.” O acordo encoraja todas as comunidades cristãs locais a manterem registros de batismo.
Desde 2002, o Conselho Pontifício para a Promoção da Unidade dos Cristãos mostrou preocupação com certas práticas batismais distintas e fórmulas verbais (em nome do Criador, Redentor e Santificador) usado por alguns segmentos cristãos. Isso levou os bispos americanos a estudar com outros cristãos a compreensão mútua do batismo. As questões foram analisadas e resolvidas na Reunião Para o Diálogo, promovida pela Igreja Católica Romana dos EUA, que elaborou a primeira versão do acordo.
O documento foi aprovado em 2008 pela Assembleia Geral da Igreja Presbiteriana (EUA) e em 2010, aceito pelos órgãos diretivos da Igreja Cristã Reformada da América do Norte, da Igreja Reformada da América e da Igreja Unida de Cristo. Com informações Huffington Post.
FONTE ;http://noticias.gospelprime.com.br/igrejas-evangelicas-passarao-a-reconhecer-batismo-catolico/

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

A SORTE ESTA LANCADA - PR SAMUEL RAMOS


Série espiritismo – Estudo 6




O quarto pilar do espiritismo: Os médiuns
• Introdução
1) O que a Bíblia diz sobre a mediunidade?
2) Deus se comunica por meios dos médiuns?
3) Os mortos podem conversar com os vivos?
Até o momento percebemos que a Bíblia e os livros de Allan Kardec não se harmonizam. Vejamos o que o espiritismo diz sobre os médiuns:
“Hoje, como espíritas, sabemos que Jesus foi um espírito extremamente adiantado, mas não o próprio Deus e que os Apóstolos, também espíritos adiantados, eram humanos. Médiuns inspirados, mas humanos…” (BERNARDO, Carlos Alberto Iglesia. Disponível em: http://www.espirito.org.br/portal/artigos/geae/estudo-do-novo-testamento.html Acesso em 08 de abril de 2009.)
• Estudo
1) Como Deus se comunica com o ser humano? Números 12:6; Hebreus 1:1, 2.
Resposta: Deus se comunica de várias maneiras, especialmente por meio dos profetas e da maior revelação que já existiu: Jesus Cristo.
Portanto, os apóstolos não foram médiuns – pessoas que recebiam espíritos. Pelo contrário: rejeitaram qualquer prática mediúnica Em certa ocasião, o apóstolo Paulo expulsou um espírito adivinhador que atuava por intermédio de uma jovem (Atos 16:16-18). Se Paulo fosse um médium, não teria feito isto. Os apóstolos de Jesus jamais iriam contra os ensinamentos do Antigo Testamento a respeito dos médiuns (Levítico 20:6), sendo que os Escritos Antigos eram a Bíblia deles!
2) Por que o Criador não poderia usar pessoas boas como os médiuns para transmitir mensagens a nós? Deuteronômio 18:10-14 (Aqui aparece o termo “necromantes”. Necromante é pessoa que pratica a necromancia, ou seja, a consulta aos “mortos”); Levítico 19:31; 20:27; 2 Crônicas 33:1-9.
Resposta: Porque, apesar de amar muito os médiuns Deus abomina, detesta as práticas mediúnicas. Veja o que diz Isaías 8:19 e 20, na Nova Tradução Na Linguagem de Hoje:
“—Algumas pessoas vão pedir que vocês consultem os adivinhos e os médiuns, que cochicham e falam baixinho. Essas pessoas dirão: “Precisamos receber mensagens dos espíritos, precisamos consultar os mortos em favor dos vivos!” Mas vocês respondam assim: “O que devemos fazer é consultar a lei e os ensinamentos de Deus. O que os médiuns dizem não tem nenhum valor.””
3) Se Deus não apóia a consulta a médiuns espíritas, como Saul conseguiu falar com “Samuel” que “já estava morto”? 1 Samuel 28.
Resposta: Alguns textos bíblicos são suficientes para provar que não era Samuel quem estava conversando com Saul naquela sessão espírita:
a) 1Crônicas 10:13-14 – Deus condenou a atitude de Saul de participar daquela reunião com o suposto “espírito” de Samuel. Se fosse o servo de Deus quem tivesse falado com o rei Saul, o Senhor não se importaria em teria se importado;
b) 1Samuel 28:3 – Samuel estava morto e, na morte, a pessoa está inconsciente – Eclesiastes 9:5, 6 e 10;
c) 1Samuel 28:6 – Deus não mais falava com Saul porque ela havia ido longe demais. Portanto, quem apareceu a Saul naquela reunião espírita não foi o servo de Deus, Samuel, que jamais agiria contra a decisão do Criador;
d) 1Samuel 28:12, 14 – a Bíblia não diz que o “espírito” de Samuel se fazia presente, mas sim queSaul ENTENDEU que era Samuel;
e) 1Samuel 28:15 – o suposto espírito de Samuel contradisse a Bíblia, que afirma em Jó 7:9, 10 queos mortos não podem subir, antes da ressurreição (João 5:28, 29);
f) 1Samuel 28:16 – o “espírito” jogou Deus contra Saul, dizendo que o Senhor o havia desamparado. Não é verdade! Foi o rei quem se afastou de Deus;
g) 1Samuel 28:20- a mensagem do “espírito” causou desespero em Saul.
Portanto, não foi o “espírito” de Samuel quem se comunicou com Saul (você verá quem falou com Samuel na próxima questão).
4) Que razões Deus tem para rejeitar a prática de consultar os mortos? 2 Coríntios 11:13, 14; Mateus 24:24.
a) A Bíblia (Palavra de Deus) diz que os mortos não podem voltar para se comunicarem com os vivos porque eles estão dormindo: “Como a nuvem que passa e some, assim aquele que desce ao mundo dos mortos nunca mais volta; ele não volta para casa; ninguém lembra mais dele.” Jó 7:9-10.“Irmãos, queremos que vocês saibam a verdade a respeito dos que já morreram, para que não fiquem tristes como ficam aqueles que não têm esperança.” 1 Tessalonicenses 4:13.
b) A única maneira de voltarmos a falar com os mortos é quando eles voltarem à vida! Jesus terá que voltar ao nosso mundo (Apocalipse 1:7) para ressuscitá-los (João 5:28, 29; Lucas 14:14; 11:25). Só depois desses eventos é que os reencontraremos: “Cada um, porém, por sua própria ordem: Cristo, as primícias; depois, os que são de Cristo, na sua vinda.” 1 Coríntios 15:23 (Grifo acrescentado).“Porquanto o Senhor mesmo, dada a sua palavra de ordem, ouvida a voz do arcanjo, e ressoada a trombeta de Deus, descerá dos céus, e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro; depois, nós, os vivos, os que ficarmos, seremos arrebatados juntamente com eles [Isso significa que os mortos não estão em um mundo espiritual, mas que irão para o paraíso de Deus juntamente com os vivos. Não foram na nossa frente! Ler Hebreus 11:39, 40, que fala dos heróis da fé.], entre nuvens, para o encontro do Senhor nos ares, e, assim, estaremos para sempre com o Senhor.” (1 Tessalonicenses 4:16-17.
“Os vossos mortos e também o meu cadáver viverão e ressuscitarão; despertai e exultai, os que habitais no pó, porque o teu orvalho, ó Deus, será como o orvalho de vida, e a terra dará à luz os seus mortos.” Isaías 26:19.
c) Os “espíritos” que incorporam nos médiuns são demônios e não pessoas boas. Deus não quer ser humano algum mantenha contato com os espíritos do mau.
d) Porque através do espiritismo o inimigo de Deus tem enganado muitas pessoas sinceras misturando a verdade com a mentira, o que levará à perdição de acordo com Apocalipse 22:15.
Só existem duas forças no universo: do bem ou do mal. Somente dois tipos de anjos: os caídos (2 Pedro 2:4; Apocalipse 12:7-9 – demônios) e os não caídos (Apocalipse 22:8, 9). Não é difícil, com base em Hebreus 1:14 e Colossenses 2:15 vermos que esses dois poderes lutam pelo coração do ser humano. Portanto, se Deus não apóia a consulta a mortos e nem a mediunidade, quem está presente nas sessões espíritas são os anjos caídos que querem atrair pessoas sinceras de todas as classes sociais.
Atenção! Anjos caídos têm o poder da personificação, ou seja: imitam a voz, cheiro do perfume e outras características das pessoas que morreram. Portanto, cuidado! Não se deixe enganar (Mateus 24:24).
5) Um anjo bom entra na mente de algum médium para tirar o livre-arbítrio dele (a)? Salmo 34:7
Resposta: Não! A Bíblia diz que ele acampa-se “ao redor” dos que respeitam a Deus e não que ele “entra na mente” da pessoa para tirar a identidade dela!
6) E os anjos maus? Marcos 5:1-14.
Resposta: Tomam conta da mente, falam por intermédio da pessoa – que perde a própria identidade – e em alguns casos trazem sofrimento (para os médiuns, não).
7) O que Deus quer fazer na mente daqueles que são usados por espíritos malignos? Marcos 5:15.
Resposta: Aproximá-los de Jesus e deixá-los em perfeito juízo para que os demônios nunca mais interfiram na vida e nas escolhas deles.
Reflita: “A doutrina da imortalidade da alma não é bíblica, mas pagã. Nasceu na Grécia e propagou-se na Igreja, através de Platão, do século V em diante, graças à influência de Agostinho…” [Professor Otoniel Mota (pastor Presbiteriano). Meu Credo Escatológico [opúsculo], ed. 1938, pág. 3]
Convite: Aceite os mensageiros que DEUS ESCOLHEU para Ele se comunicar com você: os profetas. Os que os médiuns dizem, de acordo com Isaías 8:20, “não tem nenhum valor”, pois, eles não foram enviados por Deus. Eles são pessoas sinceras que Jesus ama e quer conduzir ao caminho da salvação fora do espiritismo.
Minha oração: “Quero manter contato com Deus por meio da oração e das instruções dEle deixadas na Bíblia e não nos livros de médiuns ou de Allan Kardec.”

Nota: Resolvemos disponibilizar no Blog um ótimo material do Programa Na Mira da Verdade tudo a respeito sobre o Espiritismo. Pois alguns internautas que querem defender a sua fé de todas as formas possíveis e inimagináveis, descartamos qualquer comentário que não tenha base bíblica. Qualquer assunto que tiver fundamento bíblico poderemos conversar numa boa, mas ficar se degladiando e sem respaldo da Bíblia é como se tivessemos falando palavras ao vento num grande desperdício. Um grande abraço a todos.

Série espiritismo – estudo 5





O terceiro pilar do espiritismo: A lei do karma
• Introdução - entrevista com Maurício Braga, ex-espírita (Acesse no site da rádio o link:
http://www.novotempo.org.br/radio/interno.asp?PMA_Codigo=56&NomeDoPrograma=O%20Assunto%20É%20(Interativo) e ouça na íntegra!)
O advogado Maurício Braga foi espírita durante 16 anos e hoje é um membro da Igreja Adventista do Sétimo Dia. No programa de hoje vamos saber algo sobre a trajetória dele no kardecismo, descobrir o porquê de ele ter abandonado a doutrina espírita e contar com a participação dele no estudo sobre o quarto pilar do espiritismo: a lei do karma.
• Perguntas feitas para Maurício Braga, ex-espírita (Ouça as respostas no site citado acima)
1) Por que você deixou de ser espírita?
2) O espiritismo traz certo “conforto espiritual” às pessoas a respeito de muitas questões da vida que são difíceis de enfrentar: a morte, o sofrimento… Você acredita que algo que traz “paz” pode não ser de origem divina?
3) Explique-nos o que é a “lei do karma”.
4) Em uma entrevista concedida ao programa de televisão Está Escrito você disse: “Se eu anular a Bíblia vou tirar o chão sobre ao qual a casa está construída; já o inverso não, pois, se eu tirar o espiritismo da Bíblia estarei dando a verdadeira explicação aos textos bíblicos”. Foi muito difícil chegar a essa conclusão?
5) Já estudou a Bíblia com um amigo espírita? Qual foi o resultado?
6) Qual o seu conselho a algum ouvinte que seja espírita ou simpatizante do kardecismo e que nos acompanha nesse momento?
Fim da entrevista.
O advogado Maurício Braga escreveu o livro Por que não sou mais espírita. Se quiser adquirir esse material, mantenha contato com a editora Casa Publicadora Brasileira pelo 0800-979 0606 ou pelo site: www.cpb.com.br
• Estudo bíblico sobre o tema.
Pudemos perceber na entrevista com ex-espírita Maurício Braga que a Bíblia não se harmoniza com o os livros de Allan Kardec. Nessa parte de nosso estudo iremos responder algumas perguntas e analisar com você João 9:1-3 – um dos textos usados “a favor” da lei do karma. Vamos ler:
“Caminhando Jesus, viu um homem cego de nascença. E os seus discípulos perguntaram: Mestre, quem pecou, este ou seus pais, para que nascesse cego? Respondeu Jesus: Nem ele pecou, nem seus pais; mas foi para que se manifestem nele as obras de Deus.” João 9:1-3.
1) Qual é o tema do capítulo 9 do evangelho de João?
Não é a lei do karma. O tema é a cura de um cego de nascença que, de acordo com os fariseus e os discípulos de Cristo – influenciados pela cultura da época – acreditavam que aquele homem era cego porque tinha pecado ou porque algum parente dele havia feito algo de errado no passado (João 9:2; veja também o verso 34). Por isso, na compreensão dos judeus daqueles dias, os filhos pagavam pelos pecados dos pais – algo totalmente contrário ao que ensina Ezequiel 18:4, 20: “Eis que todas as almas são minhas; como a alma do pai, também a alma do filho é minha; a alma[pessoa] que pecar, essa morrerá.” “A alma [pessoa] que pecar, essa morrerá; o filho não levará a iniqüidade do pai, nem o pai, a iniqüidade do filho; a justiça do justo ficará sobre ele, e a perversidade do perverso cairá sobre este.” Veja que mesmo na crença judaica não havia a questão reencarnação.
Alguns fariseus (veja: nem todos), cegados pelo fanatismo, não perceberam que Jesus tinha feito o bem a uma pessoa e O julgaram mal por ter curado no Sábado (leia o verso 16), algo que estava de acordo com a Lei de Deus (Mateus 12:12). Perceba que os líderes religiosos da época nem fizeram conta do milagre!
A análise contextual e os versos bíblicos de Ezequiel são suficientes para provar que a chamada “lei do Karma” que supostamente é apresentada em João 9 é uma interpretação de Allan Kardec, pois, de acordo com a Bíblia “cada um de nós dará contas de si mesmo a Deus.” Romanos 14:12.
2) Então, o que Jesus quis dizer quando afirmou que aquela pessoa nasceu cega para que Deus pudesse mostrar o poder dEle? Não seria isso uma forte evidência de que a Bíblia apóia a lei do karma?
Quando analisamos o significado da expressão “para que” (se manifestassem nele as obras de Deus) no grego bíblico, o aparente problema fica resolvido. “Para que” é uma conjunção grega –“ina” – e um dos sentidos da palavra, com o restante do verso três de João 9 é este: “Já que ele nasceu assim, se manifestarão nele as obras de Deus”! Portanto, nem perto a lei do karma está presente nesse texto, de acordo com o original. Deus jamais faria alguém ficar cego apenas para mostrar o poder dEle: “Pois tu não és Deus que se agrade com a iniqüidade, e contigo não subsiste o mal.” Salmo 5:4.
3) Como podemos saber que a conclusão que chegamos a respeito do texto é a correta?
Pela análise do contexto bíblico. Estudamos João 9 e o significado de um termo grego de maneira imparcial. Portanto, não há como duvidar do que foi exposto, sendo que seguimos as normas de interpretação da Bíblia.
4) Podemos dizer que, de certa forma, é injusto o ensino de que todos passarão pelo “karma”?
É claro que Deus usa o sofrimento para aperfeiçoar o nosso caráter (1 Pedro 4:12, 13; 2 Pedro 1:5-11), mesmo não sendo o autor do sofrimento (Jó 1 e 2), mas, jamais usa a dor para nos salvar. O único meio de salvação é Jesus Cristo (Atos 4:12). Não existe outro método de salvação, muito menos o de se salvar por si mesmo através das obras, de sucessivas “reencarnações”. Basta ler Efésios 2:8, 9.
Além de ser injusto esse pilar do espiritismo conhecido como “lei do karma”, ele entra em conflito com Ezequiel 18:4 e 20 – que lemos anteriormente – e exclui uma das doutrinas fundamentais da Bíblia: a do juízo. A doutrina do juízo nos ensina que Deus julgará cada ser humano “segundo as suas obras” (Mateus 16:27; Apocalipse 22:12) – manifestação da verdadeira fé. Ensina também que Jesus é o juiz (João 5:22) e que neste momento está no Céu analisando os registros celestiais com Deus Pai e os anjos a fim de comprovar quem realmente é dEle e quem não é. Veja o que diz Daniel 7:9-10 a respeito:
“Continuei olhando, até que foram postos uns tronos, e o Ancião de Dias se assentou; sua veste era branca como a neve, e os cabelos da cabeça, como a pura lã; o seu trono eram chamas de fogo, e suas rodas eram fogo ardente. Um rio de fogo manava e saía de diante dele; milhares de milhares o serviam, e miríades de miríades estavam diante dele; assentou-se o tribunal, e se abriram os livros.”
A lei do karma também ignora que o juízo está no futuro >(assim como o sofrimento dos maus na execução do juízo), como ensina 2 Coríntios 5:10. Portanto, nesta vida não sofremos uma espécie de “juízo” para “nos aperfeiçoarmos”
E, se precisássemos passar pelo “karma” para sermos aperfeiçoados, não precisaríamos de Jesus Cristo e do Espírito Santo. São eles quem nos ajudam a sermos pessoas melhores: “porque Deus é quem efetua em vós tanto o querer como o realizar, segundo a sua boa vontade.” Filipenses 2:13.“Quando ele [o Espírito Santo] vier, convencerá o mundo do pecado, da justiça e do juízo” João 16:8.
Não há dúvidas de que e “lei do karma” é um ensinamento que precisa ser totalmente rejeitado por aqueles que querem seguir a Deus e a Bíblia completamente.
5) Qual a resposta de Deus para o sofrimento da humanidade?
Deus ensina que sofremos:
1) Em consequencia do pecado de nossos primeiros pais (Adão e Eva) e dos nossos próprios pecados – Gênesis 3:17; Romanos 3:23;
2) Pela intervenção direta do diabo que quer nos prejudicar (Jó 1 e 2; 1 Pedro 5:8);
3) Por causa de nossas escolhas erradas – Gálatas 6:7.
6) Como Deus irá resolver o problema chamado sofrimento?
Por meio da volta gloriosa de Jesus, quando Ele terminará com o pecado, seu autor – o diabo – e o sofrimento:
“E o Deus da paz, em breve, esmagará debaixo dos vossos pés a Satanás. A graça de nosso Senhor Jesus seja convosco.” Romanos 16:20.
“Então, aparecerá no céu o sinal do Filho do Homem; todos os povos da terra se lamentarão e verão o Filho do Homem vindo sobre as nuvens do céu, com poder e muita glória. E ele enviará os seus anjos, com grande clangor de trombeta, os quais reunirão os seus escolhidos, dos quatro ventos, de uma a outra extremidade dos céus.” Mateus 24:30-31.
“E lhes enxugará dos olhos toda lágrima, e a morte já não existirá, já não haverá luto, nem pranto, nem dor, porque as primeiras coisas passaram.” Apocalipse 21:4.
“Então, me mostrou o rio da água da vida, brilhante como cristal, que sai do trono de Deus e do Cordeiro. No meio da sua praça, de uma e outra margem do rio, está a árvore da vida, que produz doze frutos, dando o seu fruto de mês em mês, e as folhas da árvore são para a cura dos povos.Nunca mais haverá qualquer maldição. Nela, estará o trono de Deus e do Cordeiro. Os seus servos o servirão” Apocalipse 22:1-3.
“Nenhum morador de Jerusalém dirá: Estou doente; porque ao povo que habita nela, perdoar-se-lhe-á a sua iniqüidade.” Isaías 33:24.
Convite: Duas coisas não podem ser verdadeiras ao mesmo tempo. A Bíblia é Verdadeira ou o espiritismo é verdadeiro. Depois do estudo de hoje, aceite a Bíblia como sua norma de vida. Deus tem muito mais a lhe oferecer do que a doutrina da reencarnação.
Minha oração: “Senhor: hoje aprendi que só posso ser aperfeiçoado pelo Seu poder, por sua graça. Minha oração nesse momento é de Filipenses 2:13: efetua em mim tanto o querer quanto o realizar, de acordo com Sua soberana vontade.”

Nota: Resolvemos disponibilizar no Blog um ótimo material do Programa Na Mira da Verdade tudo a respeito sobre o Espiritismo. Pois alguns internautas que querem defender a sua fé de todas as formas possíveis e inimagináveis, descartamos qualquer comentário que não tenha base bíblica. Qualquer assunto que tiver fundamento bíblico poderemos conversar numa boa, mas ficar se degladiando e sem respaldo da Bíblia é como se tivessemos falando palavras ao vento num grande desperdício. Um grande abraço a todos.