terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

A Pornografia


Maioria dos baianos quer distância do carnaval



Toda quarta-feira de cinzas é a mesma coisa. Tristes com o fim da festa, turistas dos quatro cantos do mundo mostram-se infelizes por ter que voltar para casa, após curtir os seis dias da maior festa a céu aberto do mundo. A capital baiana parece enfeitiçar os visitantes que chegam a dizer que, se pudessem, se mudariam imediatamente para cá. Mas, para os soteropolitanos, a folia já não é mais motivo de tanta alegria, o que faz com que boa parte da população queira fugir da agitação do período, como mostra o resultado parcial de uma enquete realizada no site da Tribuna da Bahia. Nela, 83% das pessoas que responderam à pergunta “O que você vai fazer no carnaval?”, responderam que irão ficar longe da folia. 6,5% planejam pular atrás do trio elétrico, mas fora dos blocos; estes são a opção de 5,1% das pessoas, e 4,7% irão para um camarote.

Diante de a maioria esmagadora assumir querer distância dos grandes centros da festa, a reportagem da Tribuna foi às ruas saber o que mantém os soteropolitanos longe dos circuitos. Questões ligadas à religião, ao tumulto nas ruas e à violência apareceram como as principais causas. [...]


Nota: No restante do Brasil também é assim, mas a mídia vai mais uma vez dar a ideia de que todos os brasileiros são foliões.[MB]

FONTE ;http://www.criacionismo.com.br/

Terremoto no Chile



http://aultimaadvertenciaaomundo.blogspot.com.br/2013/02/terremoto-no-chile.html

Asteroide de 50 metros vai passar muito perto da Terra em 15 de fevereiro


Apesar de não haver riscos de colisão com nosso planeta, Nasa afirma que passagem tem maior aproximação já observada pelos cientistas

REDAÇÃO ÉPOCA

2012 DA14 - Asteroide de 50 metros vai passar muito perto da Terra em 15 de fevereiro (Foto: Reprodução/NASA)
 próximo dia 15 de fevereiro, um asteroide com metade do tamanho de um campo de futebol irá passar a apenas 28 mil quilômetros da superfície da Terra - distância considerada pequena para a astronomia. Não há perigo de colisão com nosso planeta, mas o corpo espacial, chamado de 2012 DA14, chamou a atenção da agência espacial americana (Nasa). 
“Essa é uma passagem com aproximação recorde”, disse Don Yeomans, cientista do Near-Earth Object Program, programa que ajuda a encontrar e rastrear objetos próximos ao planeta Terra. “Desde que as pesquisas espaciais regulares começaram na década de 1990, nós nunca vimos um objeto tão grande como esse passando tão perto da gente.”
O 2012 DA14 é provavelmente formado por pedra e mede cerca de 50 metros de largura - um tamanho considerado médio, já que asteroides podem ter a dimensão de uma bola de futebol, ou até mesmo ser grandes rochas com muitos quilômetros de largura. Yeomans estima que asteroides semelhantes ao DA14 passem próximo à Terra de 40 em 40 anos.
Meteor Crater ("Cratera do Meteoro", em português), localizada no Arizona, Estados Unidos (Foto: Reprodução/NASA)
Segundo a Nasa, o impacto de um asteroide de 50 metros de largura com o nosso planeta não traz grandes riscos, exceto aos que estão imediamente embaixo dele. A cratera conhecida como “Cratera do Meteoro” (foto ao lado), em Winslow, Arizona, nos Estados Unidos, foi formada pela colisão de um objeto de tamanho semelhante há 50 mil anos. 
Ainda assim, Yeomans garante: “2012 DA14 definitivamente não vai atingir a Terra. A órbita do asteroide é conhecida bem o suficiente para descartarmos um impacto”. Mas, de fato, passará bem perto de nós. O cientista afirma que o asteroide vai cruzar a região onde a Estação Espacial Internacional e muitos satélites de observação estão localizados. Porém, “as chances de um impacto com um satélite também são muito remotas”.
Segundo Yeomans, quando o asteroide passar perto da Terra, em 15 de fevereiro, será possível ver sua luz brilhante apenas por meio de telescópios. Ainda assim, a visualização do evento requer certa prática, já que a velocidade do objeto será muito rápida. Infelizemnte, “somente os astrônomos amadores mais experientes terão sucesso”.
FONTE ;http://revistaepoca.globo.com/Ciencia-e-tecnologia/noticia/2013/01/asteroide-de-50-metros-vai-passar-muito-perto-da-terra-em-15-de-fevereiro.html

Número de cristãos na África chega a 500 milhões e continente poderá ser o maior reduto da religião no mundo


A África poderá se tornar o continente com maior concentração de cristãos em todo o mundo. Essa é a conclusão do estudo realizado pela Universidade Censur em El Jadida, Marrocos a respeito das religiões nos países africanos.
Número de cristãos na África chega a 500 milhões e continente poderá ser o maior reduto da religião no mundoA população cristã tem crescido em taxas mais altas que os muçulmanos no continente, e hoje, 46% das pessoas na África são cristãs, contra 40% de muçulmanos e 12% de adeptos a religiões de matriz africana.
Em termos globais, os cristãos da África atualmente somam 500 milhões de pessoas, o que representa 20% dos cristãos de todo o mundo. Em 1900, o continente possuía apenas 10 milhões de cristãos, o que representava apenas 2%.
A pesquisa concluiu ainda que o cristianismo é a religião predominante em 31 países africanos, contra 21 de predominância islâmica e 6 de maioria religiosa afro, segundo informações do Noticia Cristiana.
No relatório da Universidade Censur há ainda uma previsão de que, mantido o ritmo, a África poderá se tornar o continente com maior concentração de cristãos em todo o mundo, superando a América.
Há a preocupação, por parte dos responsáveis pelo estudo, que esse crescimento possa resultar em maior perseguição religiosa, devido às transformações sociais e culturais que o aumento da população cristã causará nesses países.
Por Tiago Chagas, para o Gospel+

Silas Malafaia De Frente Com Gabi - [Completo]


Série espiritismo – Estudo 8



O Jesus da Bíblia é o mesmo apresentado pelo espiritismo?
• Introdução
A resposta correta a respeito da Pessoa de Jesus é tão importante que determinará a salvação ou a perdição do indivíduo: “E a vida eterna é esta: que te conheçam a ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste.” João 17:3.
Por isso, no programa de hoje queremos apresentar a você o que a Bíblia ensina sobre Jesus e também responder à pergunta que é o título do estudo de hoje: O Jesus da Bíblia é o mesmo apresentado pelo espiritismo?
• Estudo
1) O Jesus da Bíblia é o mesmo Cristo do espiritismo?
Em alguns aspectos, sim. O espiritismo destaca as boas obras de Jesus, a caridade que Ele fez e certos ensinamentos morais dEle, assim como o faz a Bíblia.
Entretanto, o espiritismo nega a identidade Divina do Salvador. Isso é muito grave, levando-se em conta que a salvação depende de aceitar a Cristo não apenas como um “bom homem”, mas, também como Deus:
“Aquele que tem o Filho tem a vida; aquele que não tem o Filho*** de Deus não tem a vida.” 1 João 5:12.
O texto a seguir, escrito por Allan Kardec no livro A Gênesis, capítulo XV, mostra claramente que o Jesus apresentado pelo espiritismo não é o Jesus da Bíblia:
“Sem nada prejulgar quanto à natureza do Cristo, natureza cujo exame não entra no quadro desta obra, considerando-o apenas um Espírito superior, não podemos deixar de reconhecê-lo um dos de ordem mais elevada e colocado, por suas virtudes, muitíssimo acima da humanidade terrestre. Pelos imensos resultados que produziu, a sua encarnação neste mundo forçosamente há de ter sido uma dessas missões que a Divindade somente a seus mensageiros diretos confia, para cumprimento de seus desígnios. Mesmo sem supor que ele fosse o próprio Deus, mas unicamente um enviado de Deus para transmitir sua palavra aos homens, seria mais do que um profeta, porquanto seria um Messias divino… Segundo definição dada por um Espírito, ele era médium de Deus.” (Grifos acrescentados).
Tais afirmações de que Jesus não é Deus, mas unicamente um “enviado” ou “médium de Deus” são blasfemas. A Bíblia de forma clara apresenta a Jesus não como sendo um tipo de “espírito”, mas sim o PRÓPRIO DEUS encarnado – ver João 1:1-3 e 14; Romanos 9:5; Filipenses 2:5-11; Colossenses 2:9-11; Hebreus 1:8; 1 João 5:20; Apocalipse 1:17-18, etc.
A negação da Divindade de Jesus Cristo provém da mente de satanás, que, desde o princípio, não quis aceitar a soberania do Salvador como sendo absoluta, cobiçando desta forma o trono Celestial que pertencia a Segunda Pessoa da Divindade (confira 1 João 2:22 e 23; Isaías 14:12-15; Ezequiel 28:12-19; Apocalipse 12:7-9). Não temos dúvidas de que os “espíritos” que “informaram” Allan Kardec acerca da natureza de Jesus são os demônios, que sempre se mantiveram rebeldes a Jesus Cristo.
2) Quem nega a Divindade de Cristo (tendo oportunidade de saber a respeito) será salvo? 1 João 5:12, 20; João 17:3.
Não. Na linguagem bíblica (como lemos nos textos acima), crer em Jesus Cristo envolve aceitá-Lo como Senhor e Deus. Portanto, não terá a vida eterna todos que negarem a Divindade Absoluta do Salvador. Isso é óbvio, pois, sem aceitar que o Messias é Divino a pessoa não compreenderá o plano de salvação para aceitá-lo.
3) Allan Kardec ensinou que a reencarnação é o meio do ser humano atingir um nível espiritual elevado. E Cristo? João 15:5; Hebreus 12:14; Mateus 12:31, 32.
Jesus ensinou que, para o ser humano atingir um nível elevado de espiritualidade, precisa ligar-se a Ele, como um galho está ligado a uma árvore frutífera. O Salvador também destacou que é a santificação (transformação diária) pela atuação do Espírito Santo é que eleva o ser humano (Gálatas 5:22, 23). Perceba que o “resumo” do processo de salvação em Romanos 8:29, 30 NADA tem a ver com o ensinamento de Allan Kardec sobre a maneira de sermos salvos e nos tornarmos pessoas melhores.
4) Cristo ensinou que Ele é a fonte de vida eterna (João 14:6) e que tal presente Ele dará aos mortos justos quando voltar em glória (1 Tessalonicenses 4:13-18). Allan Kardec ensinou a mesma coisa, seguindo o exemplo do Salvador?
Não! Veja a declaração de Kardec em O Livro dos Espíritos, na resposta dele à pergunta 153:“Quando o corpo morre, a alma retorna à vida eterna”.
Para ele, a vida eterna deveria ser entendida como um “retorno da alma à vida eterna”, no mundo dos espíritos.
Porém, Jesus nunca aceitou tal ideia por ser mentirosa e contradizer a doutrina bíblica de que só há vida eterna para alguém se tal pessoa aceitar a Jesus como Salvador, Senhor e Deus. O ensino de Allan Kardec também nega a necessidade da doutrina da ressurreição e da santidade do corpo, considerado o Templo da Terceira Pessoa da Trindade (1 Coríntios 3:16, 17; 6:19, 20). Veja o que Kardec respondeu no Livro dos Espíritos (pergunta 160):
[Pergunta 160:] O Espírito encontra imediatamente aqueles que conheceu na Terra e que desencarnaram antes dele?
“Sim, de acordo com a afeição que havia entre eles, muitas vezes vêm recebê-lo na volta ao mundo dos Espíritos e o ajudam a se desprender das faixas da matéria”. (Grifos acrescentados).
“Espíritos” ajudando outros a se desprenderem das faixas da matéria é pura filosofia grega, platônica. É uma doutrina diabólica, pois, coloca o corpo como sendo algo não tão importante – o oposto da Bíblia que apresenta a natureza humana como sendo holística (1 Tessalonicenses 5:23, 24). Como vimos anteriormente, tal ideia nega a santidade que o corpo possui para Deus (1 Coríntios 3:16, 17; Levítico 20:7; 1 Coríntios 10:31; Romanos 12:1). E, nas Escrituras é impossível provar o conceito de que a matéria é ruim ou “inferior” ao “espírito” (Gênesis 1:31 – 2:1; 1 Coríntios 6:19, 20; 1 Timóteo 4:1-5).
A filosofia grega de Platão não combina com a doutrina da ressurreição ensinada por Cristo [Para um estudo aprofundado sobre o assunto leia: Imortalidade da alma ou ressurreição dos mortos, do teólogo Luterano Oscar Cullmann. Poderá também adquirir Imortalidade ou Ressurreição? de Samuel Bacchiocchi com a Imprensa Universitária Adventista pelo site http://unaspress.unasp.edu.br ou pelo telefone (19) 3858-9055. E-mail: unaspress@unasp.edu.br ]
5) É possível seguir ao Jesus Divino e ser espírita ao mesmo tempo? Mateus 7:13, 14; 2 Coríntios 6:14, 15.
É impossível, de acordo com os textos bíblicos citados. Primeiro por existir apenas um caminhoque conduz à salvação. Segundo: sendo a doutrina espírita (não a pessoa!) de origem diabólica, não se harmoniza com Deus.
***Nota: Na linguagem bíblica (especialmente do evangelho de João), o termo “filho” não indica que Cristo é “criado” por Deus Pai, mas sim que Ele era igual em Divindade – ver João 5:18 e 19:7. Portanto, para o apóstolo João aceitar a Jesus como “Filho de Deus” é O aceitar como Deus. Veja o que diz 1 João 5:20: “Também sabemos que o Filho de Deus é vindo e nos tem dado entendimento para reconhecermos o verdadeiro; e estamos no verdadeiro, em seu Filho, Jesus Cristo. Este é o verdadeiro Deus e a vida eterna.” 1 João 5:20 (Grifos acrescentados).
Convite: Estude a fundo esse tema. Você terá todas as evidências de que o Jesus Divino da Bíblia não é o “Jesus criatura” apresentado por Allan Kardec. Decida-se pelo que é certo e aceite o Cristo que tem o poder Divino para lhe salvar da morte eterna, resultado do pecado (Romanos 3:23; 6:23).
Minha oração: “Deus querido: quero ser amigo do Jesus Divino apresentado na Bíblia, pois, somente Ele é o caminho para a salvação da morte eterna. Ajude-me a entender e a aceitar que Cristo é mais que um espírito evoluído. Peço-lhe em nome de Jesus. Amém.”

Nota: Resolvemos disponibilizar no Blog um ótimo material do Programa Na Mira da Verdade tudo a respeito sobre o Espiritismo. Pois alguns internautas que querem defender a sua fé de todas as formas possíveis e inimagináveis, descartamos qualquer comentário que não tenha base bíblica. Qualquer assunto que tiver fundamento bíblico poderemos conversar numa boa, mas ficar se degladiando e sem respaldo da Bíblia é como se tivessemos falando palavras ao vento num grande desperdício. Um grande abraço a todos.

Série espiritismo – Estudo 7



O quinto pilar do espiritismo: A lei da evolução
• Introdução
Em instituições espíritas há uma frase que tem tudo a ver (apenas o conceito! Não a teoria) com o que o naturalista Charles Darwin ensinava: “O espírito nasce no mineral, dorme no vegetal, se agita no animal e acorda no homem”. Isso é chamado de “a lei da evolução”: a maneira kardecista de explicar as etapas evolutivas do “espírito”.
Já aprendemos em programas anteriores que o termo “espírito”, na Bíblia, não possui a ideia grega – de uma entidade imaterial que sobrevive fora do corpo***. Tendo em mente que “espírito” nas Escrituras possue várias traduções – especialmente a de “fôlego de vida”, princípio vital que Deus soprou no ser humano (Gênesis 2:7) – fica fácil entendermos como é a evolução espiritual ensinada por Cristo.
1) A Bíblia ensina que o ser humano está em uma evolução espiritual? 1 Pedro 2:2
Resposta: Não da maneira como é ensinada por Allan Kardec. Enquanto que o conceito bíblico é o de “crescimento” para a salvação (1 Pedro 2:2) a fim de sermos livres da morte eterna (Romanos 6:23), Kardec afirma que o “espírito” passa por vários “estágios” até atingir um “nível espiritual” elevado.
2) Há algum texto bíblico que negue o conceito kardecista de evolução?
Resposta: Há muitos, mas, veremos os principais:
• Gênesis 1:26-29: “Também disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; tenha ele domínio sobre os peixes do mar, sobre as aves dos céus, sobre os animais domésticos, sobre toda a terra e sobre todos os répteis que rastejam pela terra. Criou Deus, pois, o homem à sua imagem, à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou. E Deus os abençoou e lhes disse: Sede fecundos, multiplicai-vos, enchei a terra e sujeitai-a; dominai sobre os peixes do mar, sobre as aves dos céus e sobre todo animal que rasteja pela terra. E disse Deus ainda: Eis que vos tenho dado todas as ervas que dão semente e se acham na superfície de toda a terra e todas as árvores em que há fruto que dê semente; isso vos será para mantimento.”
Aqui a Bíblia destaca a superioridade dada por Deus ao ser humano, um dia depois da criação dos animais. Todos os seres humanos foram criados à imagem e semelhança de um Deus que não precisa “evoluir”!
Portanto, não existe para o Criador verdade na frase espírita que diz “o espírito se agitar no animal e acordar no homem”. Leia também Gênesis 3:19, Eclesiastes 3:19-21; 12:7.
• João 15:5: “Eu sou a videira, e vocês são os ramos. Quem está unido comigo e eu com ele, esse dá muito fruto porque sem mim vocês não podem fazer nada.”
Jesus afirma que sem Ele não podemos fazer NADA, nem crescermos como pessoas. Já Allan Kardec ensinava que o crescimento (ou evolução espiritual) era algo natural para aqueles que fossem boas pessoas. Ele nunca centralizou o desenvolvimento espiritual na Pessoa de Jesus Cristo.
• Romanos 6:22: “Agora, porém, libertados do pecado, transformados em servos de Deus, tendes o vosso fruto para a santificação e, por fim, a vida eterna”
O termo correto para o desenvolvimento do ser humano (com a ajuda de Jesus) é santificação. O termo grego hagiasmos significa “consagração” [a Deus], “purificação” [do pecado] e “santificação do coração e da vida”. Essas informações são importantíssimas, pois, nos esclarecem que a Bíblia não ensina uma evolução espiritual independente, mas, uma separação (ou santificação) entre a pessoa e o pecado. O conceito de pecado não existe no espiritismo e, por isso, Romanos 6:22, que afirma termos sido “libertados do pecado”, não tem sentido para muitos amigos espíritas.
Também podemos ver que santificação envolve o “coração e a vida”, ou seja: todo o ser em seus aspectos físico, mental e espiritual (1 Tessalonicenses 5:23).
• Hebreus 12:14: “Segui a paz com todos e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor”
O autor de Hebreus diz que ninguém verá a Deus e será salvo sem a santificação, um processo diário do plano de Deus em nos restaurar para nos parecermos mais com Jesus. Perceba que o texto não diz: “sem a reencarnação e evolução espiritual ninguém verá o Senhor”.
3) Que erro existe em acreditar na evolução espiritual?
Resposta:
1º: Esse conceito nega a necessidade de Jesus (único meio de salvação – João 14:6; Atos 4:12) e da santificação, efetuada por Deus (Filipenses 2:13).
2º: Leva a maioria das pessoas a aceitarem a teoria evolucionista de Darwin, que nega a atuação do Criador: “Por meio da sua palavra, o SENHOR fez os céus; pela sua ordem, ele criou o sol, a lua e as estrelas. Pois ele falou, e o mundo foi criado; ele deu ordem, e tudo apareceu.” Salmo 33:6, 9.
Uma teoria errada leva a outras…
3º: Conduz a pessoa à perdição, pois, não é a verdade como ensinada na Bíblia.
“Fora [do Paraíso] ficam… os idólatras e todo aquele que ama e pratica a mentira.” Apocalipse 22:15.
4) A evolução espiritual ensinada na Bíblia – a santificação – ocorre em vida ou na morte? Hebreus 3:13; 1 Tessalonicenses 4:13.
Resposta: Acontece quando a pessoa está viva, pois, Hebreus 3:13 diz que a transformação é a “cada dia” e que tem de começar “hoje”. Não há oportunidade de salvação ou aperfeiçoamento depois da morte:
“Antes, crescei [o termo está no presente, ou seja: cresça enquanto está vivo! Pedro escreve para pessoas vivas, não mortas] na graça e no conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. A ele seja a glória, tanto agora como no dia eterno.” 2 Pedro 3:18.
“Portanto, nós, como companheiros de trabalho no serviço de Deus, pedimos o seguinte: não deixem que fique sem proveito a graça de Deus, a qual vocês receberam. Escutem o que Deus diz: “Quando chegou o tempo de mostrar a minha bondade, eu atendi o seu pedido e o socorri quando chegou o dia da salvação.” Escutem! Este é o tempo em que Deus mostra a sua bondade. Hoje é o dia de ser salvo.” 2 Coríntios 6:1-2.
E, 1 Tessalonicenses 4:13 é enfático: a morte é um sono sem sonhos. Portanto, não há como “evoluir” estando inconsciente (Eclesiastes 9:5, 6, 10).
5) Jesus pede que nos tornemos pessoas melhores por meio de que método? João 17:17.
Resposta: Pela leitura e estudo da Bíblia, o Livro de Deus que transforma vidas! (Lucas 24:27, 44).
Reflita: “Como nos dias dos apóstolos os homens procuravam destruir a fé nas Escrituras pelas tradições e filosofias, assim hoje, pelos aprazíveis sentimentos da “alta crítica”, evolução, espiritismo, teosofia e panteísmo, o inimigo da justiça está procurando levar as almas para caminhos proibidos.”
“Pelo espiritismo, multidões são ensinadas a crer que o desejo é a mais alta lei, que licenciosidade é liberdade, e que o homem deve prestar contas apenas a si mesmo.” (Ellen White, Atos dos Apóstolos, p. 474.) [Compare com Romanos 14:12 e 2 Coríntios 5:10].
***Nota: Ver Oscar Cullmann em Imortalidade da alma ou ressurreição dos mortos? Uma das maiores autoridades em Novo Testamento, o Dr. Cullmann, teólogo Luterano, mostrou claramente que não há harmonia entre a doutrina grega (do filósofo Platão) sobre o “espírito” com o ensinamento bíblico. Um estudo detalhado dos termos “alma” e “espírito” poderá encontrar no livro Imortalidade ou Ressurreição? do Dr. Samuele Bacchiocchi. Pode ser adquirido com a editora Unaspress pelo site http://www.unaspress.unasp.edu.br ou pelo telefone (19) 3858-9055.
Pergunta pessoal: Amigo (a) ouvinte: tem permitido que Deus fale ao seu coração através desses estudos?
Minha oração: “JESUS: Aceito o plano de Deus para me aperfeiçoar e não o ensinado por Allan Kardec”.

Nota: Resolvemos disponibilizar no Blog um ótimo material do Programa Na Mira da Verdade tudo a respeito sobre o Espiritismo. Pois alguns internautas que querem defender a sua fé de todas as formas possíveis e inimagináveis, descartamos qualquer comentário que não tenha base bíblica. Qualquer assunto que tiver fundamento bíblico poderemos conversar numa boa, mas ficar se degladiando e sem respaldo da Bíblia é como se tivessemos falando palavras ao vento num grande desperdício. Um grande abraço a todos.

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Governo angolano suspende atividades das igrejas Universal e Mundial devido a investigação sobre mortes no evento “Dia do Fim”


Governo angolano suspende atividades das igrejas Universal e Mundial devido a investigação sobre mortes no evento “Dia do Fim”No último dia 02 de fevereiro, as autoridades angolanas suspenderam as atividades da Igreja Universal do Reino de Deus por 60 dias, devido à morte de 16 pessoasdurante o evento Vigília da Virada – Dia do Fim, realizado pela denominação no último dia de 2012.
A suspensão faz parte das investigações sobre o caso e se estende a outras seis igrejas evangélicas que não são reconhecidas pelo governo angolano e apesar disso, realizam eventos no país. Entre as denominações suspensas por atuarem de forma não legalizada, está a Igreja Mundial do Poder de Deus.
As demais denominações suspensas são as igrejas Mundial do Reino de Deus, Mundial Internacional, Mundial da Promessa de Deus, Mundial Renovada e Igreja Evangélica Pentecostal Nova Jerusalém.
A suspensão das atividades tem caráter preventivo e inclui a proibição da realização de cultos e encontros enquanto os procedimentos para esclarecimento dos fatos estiver em andamento. O governo afirmou em nota que vai “aprofundar as investigações” e fará “a consequente responsabilização civil e criminal” dos envolvidos nas mortes.
No evento, que foi realizado num estádio, houve superlotação e um tumulto no local causou a morte de 16 pessoas e resultou em mais de 120 feridos.
O governo também considerou os anúncios da Igreja Universal a respeito do evento Dia do Fim como “publicidade enganosa” por criar “enorme expectativa” em torno da resolução de problemas de toda ordem.
As suspensões das atividades das igrejas não é definitiva, embora exista uma solicitação do governo para que as determinações seja cumpridas: “O Executivo angolano apela aos fiéis das igrejas visadas e a toda a população em geral no sentido de se manterem serenos e cumprirem cabalmente as decisões tomadas”.
Confira abaixo a íntegra da nota emitida pelo governo angolano e publicada pelo site Angola 24 Horas:
COMUNICADO DE IMPRENSA
Os Órgãos Auxiliares do Presidente da República tornam público que a Comissão de Inquérito criada para apurar as causas que deram origem ao incidente ocorrido no dia 31 de Dezembro de 2012, no Estádio da Cidadela Desportiva, concluiu os seus trabalhos, tendo constatado o seguinte:
Que o incidente deveu-se a superlotação no interior e exterior do Estádio da Cidadela, causada pela publicidade enganosa, consubstanciada no slogan: “O Dia do Fim –venha dar um fim a todos os problemas que estão na sua vida; doença, miséria, desemprego, feitiçaria, inveja, problemas na família, separação, dívidas, etc. Traga toda a sua família”, que criou no seio dos fiéis e não só uma enorme expectativa de verem resolvidos os seus problemas, tendo por isso atraído para o local do evento um elevado número de pessoas, entre velhos, crianças e doentes.
Que a publicidade utilizada para a mobilização dos fiéis foi criminosa e enganosa pois, tal como estabelecem os artigos 14 e 16 da Lei nº 9/02 –Lei Geral da Publicidade, a mesma continha informações falsas, susceptíveis de alarmar o espírito do público e induzi-lo em erro.
Que em consequência da adesão maciça verificaram-se vários constrangimentos tais como: superlotação do recinto antes da hora marcada para o início da vigília, estacionamento desordenado no interior, exterior e áreas circundantes ao Complexo Desportivo da Cidadela, tendo suplantado a previsão dos organizadores do evento e dificultado a adequação devida das forças de asseguramento, designadamente a Polícia Nacional, Serviço Nacional de Protecção Civil e Bombeiros, Instituto Nacional de Emergências Médicas, Cruz Vermelha e outras;
Que apesar de ter recebido indicações da Direcção do Complexo da Cidadela que o estádio comportava apenas 30.000 pessoas, ainda assim, a Igreja Universal do Reino de Deus perspectivou acolher no referido evento um total de 152.600 (Cento e Cinquenta e Dois Mil e Seiscentos fiéis), sendo 35.000 (Trinta e cinco mil) pessoas nas bancadas do 1º anel, 30.000 (trinta mil) por traz da baliza norte, 30.000 (trinta mil) por traz da baliza sul e 57.600 (Cinquenta e Sete Mil e Seiscentas) pessoas na parte exterior, frontal à tribuna;
Que a organização do evento em momento algum comunicou às autoridades a sua previsão de 152.600 pessoas;
Que a projecção feita pela Igreja quanto ao número de pessoas para aquele recinto não foi realista e pecou por excesso;
Que de acordo com o cartaz publicitário sobre a vigília da IURD, o evento teria início às 20H00.Porém por volta das 18H00, os espaços reservados para os fiéis no interior do Estádio estavam completamente lotados, tendo a organização ordenado o encerramento de todos os portões, à excepção do portão VIP e do portão nº 6, onde uma parte considerável da população afluiu provocando deste modo uma enorme pressão sobre a entrada;
Que as 100 pessoas voluntárias mobilizadas pela IURD não tinham preparação para realizar de forma efectiva a assistência médica, pois tinham apenas a incumbência de apoiar, em caso de necessidade, o pessoal do INEMA;
Que para permitir a entrada dos populares de forma ordeira, isto é, em fila, a organização abriu parcialmente o portão nº 6 e que, por volta das 18H30, começaram a ouvir-se cânticos e aclamações no interior, que geraram na população a presunção de se ter iniciado o evento, pelo que entendeu forçar a entrada do portão;
Que devido a pressão exercida sobre o referido portão os membros da segurança da Igreja que se encontravam do lado interior não resistiram ao fluxo imediato, verificando-se a queda dos fiéis em cadeia, agravada pelo declive do túnel de acesso, pela falta de iluminação e pelo pavimento escorregadio em virtude do derramamento da designada “água consagrada” que estava a ser distribuída aos crentes;
Que mesmo na sequência das mortes e desmaios de pessoas, a Igreja não interrompeu a actividade;
Que os desmaios em cadeia durante o culto ficaram a dever-se em grande medida ao agravamento do quadro clínico de pessoas já doentes que foram em busca de uma suposta cura “milagrosa”, incluindo asfixia, fome agravada pelo jejum, dado que muitas das vítimas recuperaram tão logo lhes foi dada uma leve refeição quer no local pelo INEMA quer no hospital Américo Boavida.
Que perante a gravidade dos factos de que resultaram lamentavelmente a perda de vidas humanas o Executivo decidiu:
Que a matéria dos autos seja remetida à Procuradoria-Geral da República para o aprofundamento das investigações e a consequente responsabilização civil e criminal;
Que enquanto decorrerem as investigações ao nível da Procuradoria Geral da República seja suspensa por um período de 60 dias toda a actividade da Igreja Universal do Reino de Deus – IURD;
Que em virtude de se constatar que as Igrejas Mundial do Poder de Deus, Mundial do Reino de Deus, Mundial Internacional, Mundial da Promessa de Deus, Mundial Renovada e Igreja Evangélica Pentecostal Nova Jerusalém apesar de não estarem reconhecidas pelo Estado angolano realizam cultos religiosos e publicidade, recorrendo as mesmas práticas que as da IURD, sejam igualmente interditadas de realizar quaisquer actividade religiosas no país;
Que a suspensão e a interdição referidas nos pontos 2 e 3 sejam fiscalizadas pelos Ministérios do Interior, da Justiça e dos Direitos Humanos, da Cultura, da Administração do Território e da Comunicação Social e pelos Governos provinciais, devendo vigorar enquanto durarem as investigações pela Procuradoria Geral da República;
Que doravante a realização de cultos religiosos em recintos fechados, tais como estádios e pavilhões gimno-desportivos, seja condicionada a prévia criação de condições de segurança, assistência e primeiros socorros;
Que de futuro para actividades similares se exija no plano legal a realização de reuniões de concertação entre todas as forças e serviços intervenientes no asseguramento e a autoridade administrativa que as autoriza.
Que os departamentos ministeriais competentes sejam orientados no sentido de procederem à revisão da legislação existente, nomeadamente da Lei nº 2/04 de 21 de Maio sobre a Liberdade de Consciência , de Culto e de Religião, da Lei nº 16/91 de 11 de Maio sobre o Direito de Reunião e de Manifestação, da Lei nº 9/02 sobre a Publicidade, do Decreto Presidencial nº111/11 de 31 de Maio sobre Actividades de Espectáculos e Divertimentos Públicos, bem como a criar outras normas que regulem a realização de actos religiosos fora dos templos e de outros actos de massas.
Face ao exposto o Executivo angolano apela aos fiéis das igrejas visadas e a toda a população em geral no sentido de se manterem serenos e cumprirem cabalmente as decisões tomadas.
Órgãos Auxiliares do Presidente da República, em Luanda aos 2 de Fevereiro de 2013
Por Tiago Chagas, para o Gospel+

Vídeo com mendigo interpretando música gospel emociona e faz sucesso nas redes sociais. Assista


Um vídeo publicado ontem, 30/01, vem fazendo sucesso nas redes sociais por mostrar a interpretação afinadíssima de um mendigo para a música “Um Milagre em Jericó”, de Marcelo Nascimento.
Vídeo com mendigo interpretando música gospel emociona e faz sucesso nas redes sociais. AssistaA repercussão foi intensa e hoje, 31/01, o vídeo já ultrapassou a marca de 100 mil visualizações e mais de 470 comentários. A maioria, surpresos pelo talento do mendigo.
A descrição do vídeo não traz muitos detalhes, apenas afirma que o mendigo entrou numa igreja evangélica “e quando o Pastor vai conversar com ele se depara com essa surpresa, um diamante ainda não lapidado”.
O termo “diamante” foi usado devido ao talento do rapaz, que causou emoção à pessoa que o filmou e também às pessoas que assistem ao vídeo.
Como as informações são escassas, muitos internautas usaram o espaço de comentários do Youtube para solicitar maiores informações sobre o mendigo e também para oferecer doações de roupas e calçados.
Confira abaixo, o vídeo do mendigo interpretando “Um milagre em Jericó”:
Por Tiago Chagas, para o Gospel+

Reação de Chuck Norris ao ver dízimo em débito automático


Crítica ao protestantismo decaído e controlado por Satanás em que só pega partes da Bíblia que dão lucro (Dízimo) e partes que não dão lucro são ignoradas (Guarda do sábado que é um dos 10 mandamentos, a alimentação correta etc).
FONTE ;http://adventismoemfoco.wordpress.com/

domingo, 3 de fevereiro de 2013

Documento: Estilo de Vida e Conduta Cristã




O que é, e qual é o propósito do Documento

Uma comissão de líderes adventistas de oito países sul-americanos votou, no final de 2012, documento intitulado Estilo de Vida e Conduta Cristã. O objetivo é reafirmar a crença bíblica defendida pela Igreja Adventista do Sétimo Dia quanto ao comportamento de um cristão diante de diferentes situações da sua vida cotidiana como recreação, mídia, vestuário, sexualidade, joias, ornamentos e saúde. A ideia do documento não é substituir a Bíblia e nem criar novas normas.
A intenção foi resumir, em uma linguagem simples mas clara e objetiva, o que Deus estabeleceu em Sua Palavra sobre esses temas no contexto da misericórdia e da graça cristãs. Trata-se de um material que reúne em um só lugar várias declarações que refletem o pensamento adventista sobre o assunto. Como o próprio documento diz, “as recomendações apresentadas neste documento não devem ser usadas como elemento de crítica ou julgamento de outros, mas como apoio para a vida pessoal”.
Segue abaixo o documento na íntegra:

Introdução

A Igreja Adventista do Sétimo Dia reconhece a importância do sacrifício de Cristo na cruz como o preço pago pela nossa salvação. Deus, em Seu infinito amor pelo mundo, “deu Seu Filho Unigênito para que todo aquele que nEle crê não pereça mas tenha a vida eterna” (Jo 3:16). Ele “prova o Seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores” (Rm 5:8), e nos convida a aceitar esse sacrifício de amor, a entregar-Lhe totalmente a vida e a nascermos de novo em Cristo (Jo 3:3-15).
A pessoa que passou por essa experiência com Jesus deve agora andar em “novidade de vida”, entregando-Lhe todo o seu ser e todos os aspectos de sua vida (Rm 6:1-11). “E, assim, se alguém está em Cristo, é nova criatura; as coisas antigas já passaram; eis que se fizeram novas” (2Co 5:17). Uma vida renovada leva o cristão a um alto padrão de comportamento através de um estilo de vida que O glorifique e que evidencie publicamente a fé e o compromisso que ele tem com Cristo Jesus. Dois ensinos bíblicos fundamentam a importância do estilo de vida para o cristão adventista: 1) a restauração da imagem de Deus no ser humano; e 2) a missão profética específica da Igreja Adventista no final dos tempos.
A restauração da imagem de Deus. Segundo as Escrituras, o ser humano foi criado à “imagem e semelhança” de Deus (Gn 1:26, 27). Essa realidade foi manchada pelo pecado (Gn 3). Desde a queda, no entanto, Deus tem trabalhado pela restauração plena dessa imagem no ser humano (Rm 8:29; 1Co 15:49; 2Co 3:18; Ef 4:22-24; Cl 3:8-10) através da redenção em Cristo Jesus e da atuação do Espírito Santo na vida e mente daqueles que respondem positivamente ao Seu convite à salvação (Jo 1:12, 13; 3:3-16). Nesse processo de restauração, Deus chama Seus filhos a um reavivamento e reforma através do compromisso com a santidade. “Sede santos porque Eu sou santo” (Lv 11:44, 45; 19:2; 20:26); “sede perfeitos como perfeito é o vosso Pai celeste” (Mt 5:48).
Essas exortações bíblicas são muitas vezes mal-interpretadas e usadas como base de um legalismo exigente e frio, comumente denominado de perfeccionismo. No entanto, no Sermão da Montanha (Mt 5:43-48), Cristo deixou claro que “ser santo” e “ser perfeito” como Deus, é ser um canal divino de Sua graça, amor e bondade aos seres humanos. O cristão torna-se um canal de Deus ao amar sinceramente todos os indivíduos com quem ele se relaciona, orando por eles e ajudando-os, mesmo sendo seus inimigos ou aqueles que o perseguem.
O chamado do cristão é imitar a Deus em todos os aspectos de sua vida (1Pe 1:13-16). Para que isso seja possível, Deus concede aos Seus filhos o Espírito Santo, o Consolador, que opera na mente e coração dos seres humanos, envolvendo o cultivo de atributos internos (amor, bondade, compaixão, justiça, verdade, pureza, honestidade, responsabilidade, altruísmo, etc.) e externos (modéstia, decência, temperança, boas obras, etc.). Esses atributos representam a restauração do caráter divino evidenciado pelo fruto do Espírito na vida dos filhos de Deus (Rm 12:1-13:14; Gl 5:16-26; Ef 4:17-5:21; Cl 3:1-17; 1Ts 4:1-12; 1Tm 2:8-3:13). A missão profética da Igreja Adventista.
O segundo ensino bíblico que realça a importância de um estilo de vida consagrado a Deus é a missão específica da Igreja Adventista do Sétimo Dia. Desde seus primórdios, os Adventistas do Sétimo Dia se consideram um movimento profético, com a missão especial de preparar um povo para a Segunda Vinda de Jesus. Esse movimento foi profetizado em Isaías 40:1-5, como a “voz do que clama no deserto” preparando o caminho do Senhor; em Isaías 58:12, como o “reparador de brechas e restaurador de veredas” que restabeleceria verdades bíblicas esquecidas, entre as quais a santificação do sábado; em Malaquias 4:4-6, como o Elias que antecederia a vinda do Messias. Seu cumprimento foi predito em Apocalipse 14:6-12, com a tríplice mensagem angélica pregada nos últimos dias da história humana pelos “santos, os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus”.
A missão da Igreja Adventista é a mesma de João Batista — preparar um povo para a vinda de Jesus, e ambos são objetos das profecias específicas de Isaías 40 e Malaquias 4. João Batista é, portanto, um modelo profético da Igreja Adventista, e grande ênfase é dada ao seu estilo de vida, especialmente em relação à comida, bebida e vestimenta (Mt 3:4; Mc 1:6; Lc 1:15). Isso pressupõe que um estilo de vida específico, ordenado por Deus, é um aspecto importante no cumprimento da missão do mensageiro profético que prepara a vinda do Senhor.

Recomendações

Com base nessa percepção das verdades bíblicas, a Divisão Sul-Americana da Igreja Adventista do Sétimo Dia reafirma seu compromisso com um estilo de vida cristã que represente seu chamado e sua missão diante do mundo e que seja uma resposta de coração à graça e ao amor de Deus. E, com o propósito de aconselhar e incentivar seus membros a crescerem na fé, a aprofundar sua experiência com Deus e a avançar no cumprimento da missão evangélica, faz as seguintes recomendações:

1. Vida de santificação

O cristão é chamado a consagrar a Deus todos os aspectos de sua vida. Como está escrito: “Por isso, cingindo o vosso entendimento, sede sóbrios e esperai inteiramente na graça que vos está sendo trazida na revelação de Jesus Cristo. Como filhos da obediência, não vos amoldeis às paixões que tínheis anteriormente na vossa ignorância; pelo contrário, segundo é santo Aquele que vos chamou, tornai-vos santos também vós mesmos em todo o vosso procedimento, porque escrito está: Sede santos, porque Eu sou santo” (1Pe 1:13-16). Ao fazer a vontade do Mestre, “precisamos chegar ao ponto de reconhecer plenamente o poder e a autoridade da Palavra de Deus, quer ela concorde ou não com nossas opiniões preconcebidas. Temos um perfeito livro-guia. O Senhor nos falou a nós; e, sejam quais forem as consequências, devemos receber Sua Palavra e praticá-la na vida diária. De outro modo estaremos escolhendo nossa própria versão do dever e fazendo exatamente o oposto daquilo que nosso Pai celestial nos mandou fazer” (Ellen G. White, Manuscrito 148, 1902; ver Medicina e Salvação, p. 255, 256).

2. Crescimento espiritual

A santificação implica um contínuo processo de crescimento espiritual pela graça de Deus em Jesus, através da comunhão pessoal com Ele pelo estudo da Bíblia, pela prática da oração e pelo testemunho pessoal. O alvo é chegar “ao pleno conhecimento do Filho de Deus, à perfeita varonilidade, à medida da estatura da plenitude de Cristo, para que não mais sejamos como meninos, agitados de um lado ao outro e levados ao redor por todo vento de doutrina, pela artimanha dos homens, pela astúcia com que induzem ao erro. Mas, seguindo a verdade em amor, cresçamos em tudo nAquele que é a cabeça, Cristo” (Ef 4:13-15). “Muitos têm a ideia de que devem fazer sozinhos parte do trabalho. Confiaram em Cristo para o perdão dos pecados, mas agora procuram por seus próprios esforços viver retamente. Mas qualquer esforço como este terá de fracassar. Diz Jesus: ‘Sem Mim nada podereis fazer’ (Jo 15:5). Nosso crescimento na graça, nossa felicidade, nossa utilidade – tudo depende de nossa união com Cristo. É pela comunhão com Ele, todo dia, toda hora – permanecendo nEle – que devemos crescer na graça” (Ellen G. White, Caminho a Cristo, p. 69).

3. Pureza moral

Todo filho e filha de Deus deve conservar puros o coração e a mente (Sl 24:3, 4; 51:10), seguindo o modelo de Cristo: “E a si mesmo se purifica todo o que nEle tem esta esperança, assim como Ele é puro.” (1Jo 3:3). O cristão deve evitar e rejeitar tudo que possa poluir sua mente e sua vida, levando-o a pecar. Duas exortações de Paulo servem para nortear suas escolhas: “Portanto, quer comais, quer bebais ou façais outra coisa qualquer, fazei tudo para a glória de Deus” (1Co 10:31); “Finalmente, irmãos, tudo que é verdadeiro, tudo o que é respeitável, tudo o que é puro, tudo que é amável, tudo que é de boa fama, se alguma virtude há e se algum louvor existe, seja isto que ocupe o vosso pensamento” (Fp 4:8).

4. Recreação e mídia

Seguindo o princípio da pureza moral, o cristão deve evitar livros e revistas, programas de rádio, televisão, internet ou qualquer outro tipo de mídia, jogos ou equipamentos modernos cujo conteúdo possa poluir sua mente e coração. Deve-se evitar tudo que induza ao mal e promova violência, desonestidade, desrespeito, adultério, pornografia, vícios de toda sorte, descrença, uso de palavrões e linguagem obscena, entre outras coisas. O cristão não pode conformar-se aos valores comuns de um mundo profundamente corrompido pelo pecado, mas deve ser transformado pelo Espírito, renovando sua mente a fim de experimentar “a boa, agradável e perfeita vontade de Deus” (Rm 12:2; ver também 1Jo 2:15-17). Certos lugares públicos de diversão tais como estádios esportivos, teatros e cinemas, em sua programação habitual, são inapropriados para o cristão adventista. Vários fatores contribuem para essa avaliação negativa por parte da Igreja, dentre eles:
  • a falta de controle sobre o conteúdo que é apresentado ou o evento que está ocorrendo;
  • a psicologia de massa que muitas vezes leva alguém a seguir em uma direção que de outro modo não o faria;
  • o fato de todo o ambiente ser planejado para potencializar o impacto sobre o indivíduo e sua mente, facilitando a aceitação, geralmente imperceptível, de ideias e valores contrários à fé cristã;
  • o tempo e os recursos financeiros gastos nessas diversões que poderiam ser utilizados para outros fins mais condizentes com a fé e os propósitos de vida de um cristão;
  • o testemunho negativo que a frequência a esses lugares pode deixar na mente de membros e não membros da igreja. O conselho de Ellen White aos jovens acerca do teatro, no seu tempo, parece ainda mais pertinente hoje para todos os lugares de diversão: “Entre os mais perigosos lugares de diversões, acha-se o teatro. Em vez de ser uma escola de moralidade e virtude, como muitas vezes se pretende, é um verdadeiro foco de imoralidade. Hábitos viciosos e propensões pecaminosas são fortalecidos e confirmados por esses entretenimentos. Canções baixas, gestos, expressões e atitudes licenciosos depravam a imaginação e rebaixam a moralidade. Todo jovem que costuma assistir a essas exibições se corromperá em seus princípios. [...] O amor a essas cenas aumenta a cada condescendência, assim como o desejo das bebidas alcoólicas se fortalece com seu uso. O único caminho seguro é abster-nos de ir ao teatro, ao circo e a qualquer outro lugar de diversão duvidosa” (Ellen G. White, Mensagens aos Jovens, p. 380).
A dança e os ambientes sociais como boates e outras casas noturnas são contrários ao princípio da pureza cristã, uma vez que excitam as paixões humanas, a luxúria e sedução. A dança é ainda comumente acompanhada do estímulo ao uso de bebidas alcoólicas, de drogas, da prática de violência e comportamento desenfreado. Sua promoção e prática não se harmonizam com os princípios cristãos adventistas, nem mesmo em um contexto particular, residencial, ou em atividades espirituais e sociais realizadas pela igreja.
A recreação através da música, seja ela religiosa ou não, também deve passar pelos critérios bíblicos da glorificação a Deus e qualidade do material em questão. Uma discussão detalhada desse assunto tão importante aparece nos documentos: “Filosofia Adventista do Sétimo Dia com Relação à Música”; e “Orientações com Relação à Música para a Igreja Adventista do Sétimo Dia na América do Sul”, que você acessa clicando aqui.

5. Vestuário.

O vestuário cristão é claramente orientado nas Escrituras pelo princípio da modéstia e da beleza interior que implicam bom gosto com decoro. Os Adventistas do Sétimo Dia creem que os princípios acerca do vestuário que aparecem em 1 Timóteo 2:9 e 10 e 1 Pedro 3:3 e 4, em relação às mulheres cristãs, se aplicam tanto a homens como a mulheres. O cristão deve se vestir com modéstia, decência, bom-senso, evitando a sensualidade provocativa tão comum da moda, e sem ostentação de “ouro, pérolas ou pedras preciosas, ou vestuário dispendioso” (1Tm 2:9).
Esse princípio deve aplicar-se não apenas a roupas, mas a todas as questões que envolvem a aparência pessoal e seus enfeites. Tudo deve evidenciar a riqueza do “homem encoberto no coração; no incorruptível traje de um espírito manso e quieto, que é precioso diante de Deus” (1Pe 3:4). “O caráter de uma pessoa é julgado pelo aspecto de seu vestuário. Um gosto apurado, um espírito cultivado, revelar-se-ão na escolha de ornamentos simples e apropriados. [...] É justo amar e desejar a beleza; Deus, porém, deseja que amemos e procuremos primeiro a mais alta beleza – aquela que é imperecível. As mais seletas produções da perícia humana não possuem beleza que se possa comparar com a beleza do caráter, que à Sua vista é de grande preço” (Ellen G. White, Educação, p. 248, 249).

6. Joias e ornamentos

Os princípios bíblicos da modéstia e da beleza interior, que aparecem em 1 Timóteo 2:9 e 1 Pedro 3:3, deixam bem claro que o cristão deve abster-se do uso de joias e de outros ornamentos, como bijuterias e piercing, e de tatuagens (Lv 19:28). Segundo a exortação bíblica, o cristão deve levar uma vida simples, sem ostentação, evitar despesas desnecessárias e estar livre do espírito de competição tão comum na sociedade. Esses princípios se aplicam às joias ornamentais. As joias funcionais, usadas segundo o contexto sociocultural, também devem seguir os mesmos princípios. Para o cristão, a autoestima e a valorização social estão fundamentadas no fato de o ser humano ter sido criado à imagem de Deus (Gn 1:26, 27); de cada individuo ser dotado de dons e talentos que lhes são únicos (Mt 25:14-29); e, sobretudo, por ele ter sido resgatado do pecado pelo mais alto preço possível no Universo, o precioso sangue de Cristo (1Co 6:20).
A busca de autoestima e valorização social por meio do uso de joias ou ornamentação externa conflita com a profunda experiência cristã que Deus deseja para Seus filhos e filhas (1Tm 2:9, 10; 1Pe 3:3, 4). Apesar de vários personagens bíblicos terem usado joias, o texto bíblico deixa claro que o seu abandono caracteriza um movimento de total reavivamento e reforma espiritual do povo de Deus (Gn 35:2-4; Êx 33:5, 6). É nesse contexto de reforma e reconsagração que os apóstolos Paulo e Pedro apontam a norma a ser seguida pelos discípulos de Cristo. Para os Adventistas do Sétimo Dia, essa norma deve ser ainda mais relevante, visto que nossa missão como o Elias profético nestes últimos tempos significa também simplicidade no vestuário (Mt 11:7-10; Mc 1:6; Lc 7:24-27). “Trajar-se com simplicidade e abster-se de ostentação de joias e ornamentos de toda espécie está em harmonia com nossa fé” (Ellen G. White, Testemunhos Para a Igreja, v. 3, p. 366).

7. Sexualidade humana

A sexualidade humana é apresentada na Bíblia como parte da imagem de Deus na humanidade (Gn 1:27), e foi planejada por Deus para ser uma bênção ao gênero humano (Gn 1:28). Desde o princípio, Deus estabeleceu também o contexto em que ela deve ser exercida – o casamento entre um homem e uma mulher (Gn 2:18-25; Hb 13:4). A Bíblia deixa claro que a sexualidade deve ser exercida com respeito, fidelidade, amor e consideração pelas necessidades do cônjuge (Pv 5:15-23; Ef 5:22-33).
O fiel adventista deve evitar também o jugo desigual, relacionando-se afetivamente e unindo-se em matrimônio somente com alguém que compartilhe sua fé (2Co 6:14, 15). As Escrituras claramente classificam como pecado as diferentes formas de sexo fora das diretrizes divinas, como:
  • o sexo pré-marital e a violência sexual (Dt 22:13-21, 23-29);
  • o adultério ou sexo extraconjugal (Êx 20:14; Lv 18:20; 20:10; Dt 22:22; 1Ts 4:3-7);
  • a prostituição, feminina ou masculina (Lv 19:29; Dt 23:17);
  • a relação com pessoas da mesma família ou crianças (Lv 18:6-17; 20:11, 12, 14, 17, 19-21);
  • a relação entre pessoas do mesmo sexo (Lv 18:22; Lv 20:13; Rm 1:26, 27);
  • o travestismo (Dt 22:5);
  • e a relação sexual com animais (Lv 18:23; Lv 20:15, 16).
As Escrituras também condenam:
  • o assédio sexual (Gn 39:7-9; 2Sm 13:11-13);
  • o exibicionismo sensual (Ez 16:16, 25; Pv 7:10, 11);
  • manter pensamentos e desejos impuros (Mt 5:27-28; Fp 4:8);
  • a impureza e os vícios secretos, como a pornografia e a masturbação (Ez 16:15-17; 1Co 6:18; Gl 5:19; Ef 4:19; 1Ts 4:7).
O argumento comum de que muitos desses comportamentos sexuais não eram aceitos na antiguidade, quando a Bíblia foi escrita, mas que hoje são socialmente aceitos e, portanto, podem ser até mesmo praticados pelos cristãos, demonstra falta de conhecimento da realidade entre os povos vizinhos do antigo Israel. O próprio texto bíblico é bem claro nessa questão. Levítico 18 diz que essas práticas eram comuns e aceitas no Egito e, mais ainda, na terra de Canaã (Lv 18:3, 24, 25, 27).
Deus condenou essas práticas, apesar de serem aceitas na antiguidade. Os israelitas deveriam viver segundo outro modelo de comportamento sexual, ou seja, o que está explícito nos mandamentos de Deus (Lv 18:4, 5, 26, 30). No entanto, para aqueles que sofrem tentações ou que têm sucumbido em qualquer área do comportamento sexual, a promessa de vitória em Deus é animadora: “Tudo posso nAquele que me fortalece” (Fp 4:13); “não por força nem por poder, mas pelo Meu Espírito, diz o Senhor dos Exércitos” (Zc 4:6). “Os que põem em Cristo a confiança não devem ficar escravizados por nenhuma tendência ou hábito hereditário, ou cultivado. Em lugar de ficar subjugados em servidão à natureza inferior, devem reger todo apetite e paixão. Deus não nos deixou lutar contra o mal em nossa própria, limitada força. Sejam quais forem nossas tendências herdadas ou cultivadas para o erro, podemos vencer mediante o poder que Ele está disposto a nos comunicar” (Ellen G. White, A Ciência do Bom Viver, p. 175, 176).

8. Saúde

O corpo humano é o templo do Espírito Santo e o cristão deve glorificar a Deus em seu corpo (1Co 3:16, 17; 6:19, 20; 10:31). O cuidado do corpo e da saúde faz parte da restauração da imagem de Deus no homem: “Deus deseja que alcancemos a norma de perfeição que o dom de Cristo nos tornou possível. Ele nos convida a fazer nossa escolha do direito, para nos ligarmos com os instrumentos celestes, adotarmos princípios que hão de restaurar em nós a imagem divina. Na Sua palavra escrita e no grande livro da natureza, Ele revelou os princípios da vida. É nossa obra obter conhecimento desses princípios e, pela obediência, cooperar com Ele na restauração da saúde do corpo bem como da alma” (Ellen G. White, A Ciência do Bom Viver, p. 114, 115).
Em Sua Palavra, Deus deu orientações claras acerca de comida (Gn 1:29; 3:18; 7:2; 9:3, 4; Lv 11:1-47; 17:10-15; Dt 14:3-21) e bebida (Lv 10:9; Nm 6:3; Pv 20:1; 21:17; 23:20, 29-35; Ef 5:18). A dieta vegetariana é o ideal de Deus para o ser humano (Gn 1-3) e também a abstinência de qualquer tipo de bebida alcoólica e de tudo que seja prejudicial à saúde humana, como bebidas cafeinadas e drogas (Êx 20:13; 1Co 3:17; 6:19; 10:31). As boas coisas que Deus criou para o ser humano devem ser usadas com equilíbrio e sabedoria (Pv 25:16, 27). As coisas más devem ser totalmente evitadas.
Alimentação adequada e abstinência de tudo que é prejudicial à saúde são dois dos oito remédios naturais que Deus prescreveu para a manutenção de uma vida saudável e equilibrada e para a cura de muitas doenças e sofrimento: “Ar puro, luz solar, abstinência, repouso, exercício, regime conveniente, uso de água e confiança no poder divino – eis os verdadeiros remédios. Toda pessoa deve possuir conhecimentos dos meios terapêuticos naturais e da maneira de aplicá-los. [...] Aqueles que perseveram na obediência à suas leis ceifarão galardão em saúde de corpo e de alma” (Ellen G. White, A Ciência do Bom Viver, p. 127).

Conclusão

As recomendações apresentadas neste documento são conselhos e orientações a serem seguidos com oração, como resultado de profundo relacionamento pessoal com Deus, na busca de Suas verdades e de Sua presença na primeira hora de cada dia. Elas não devem ser usadas como um elemento de crítica ou julgamento de outros, mas como apoio para a vida pessoal. A Palavra de Deus e os conselhos divinos que nos foram transmitidos pelo ministério profético de Ellen G. White nos exortam, como Adventistas do Sétimo Dia, a viver um estilo de vida que seja uma resposta de amor à bondade, à graça e ao infinito amor de Deus por nós. O fruto do Espírito deve permear todas as dimensões do nosso viver, proporcionando equilíbrio entre os aspectos interiores do ser e os exteriores do fazer. O resultado disso será nossa própria felicidade e bem-estar, e o desenvolvimento da nossa salvação em todos os aspectos desejados por Deus. E, por fim, estaremos lançando uma das bases fundamentais para o cumprimento de nossa missão profética, esperando em breve ouvir dos lábios do próprio Jesus: “Bem está, servo bom e fiel. Sobre o pouco foste fiel, sobre muito te colocarei; entra no gozo do teu Senhor” (Mt 25:21).
FONTE ;http://reavivamentoereforma.com/estilodevida/