quinta-feira, 27 de março de 2014
Papa Francisco recebe o presidente Barack Obama no Vaticano
Sou um grande admirador', disse o chefe de Estado no início do encontro.
Trata-se da 1ª reunião privada entre eles desde que Francisco foi eleito.
'Sou um grande admirador', disse Obama no início do encontro. Trata-se do 1º encontro privado entre eles desde que Francisco foi eleito.
G1 - O PORTAL DE NOTÍCIAS DA GLOBO
FONTE ;http://g1.globo.com/mundo/noticia/2014/03/papa-francisco-recebe-obama-no-vaticano.html
quarta-feira, 26 de março de 2014
Obama no Vaticano com o Papa-Quinta-feira, 27
É o que afirma à Agência LaPresse a porta-voz do Conselho de Segurança Nacional da Casa Branca, Caitlin Hayden, na véspera da chegada do Presidente a Roma, esta quarta-feira, 26.
Obama, que em sua última visita à Itália, em julho de 2009, foi recebido pelo então Pontífice, Bento XVI, terá audiência com Francisco, às 10h30 de quinta-feira, 27.
“A voz do Papa é fundamental para as áreas do mundo onde há conflito, perseguição religiosa e pobreza”, frisa a porta-voz, evidenciando que Francisco capturou a atenção do mundo com o seu ministério pessoal junto aos pobres e marginalizados, com sua ênfase na dignidade e igualdade de valores de todas as pessoas e seu convite aos líderes de governos e sociedades a empreender ações que dêem novas esperanças e oportunidades às pessoas que precisam”.
(CM)
Texto proveniente da página http://pt.radiovaticana.va/news/2014/03/26/quinta-feira,_27:_obama_no_vaticano_com_o_papa/bra-784995
do site da Rádio Vaticano
FONTE ;http://pt.radiovaticana.va/news/2014/03/26/quinta-feira,_27:_obama_no_vaticano_com_o_papa/bra-784995
terça-feira, 25 de março de 2014
O PAPA FRANCISCO É UM CATÓLICO EVANGÉLICO?
O PAPA FRANCISCO É UM CATÓLICO EVANGÉLICO?
"O papa Francisco é um católico evangélico. Sua amizade com o bispo Tony Palmer é uma indicação de zelo evangélico do papa e do seu interesse e aceitação dos cristãos evangélicos. O bispo inglês Tony Palmer pertence à Comunhão das Igrejas Evangélicas Episcopais. Palmer e Bergoglio se tornaram amigos quando o inglês era missionário da sua igreja na Argentina. Recentemente, Tony Palmer foi convidado a se encontrar com seu velho amigo, agora papa Francisco. Palmer contou a sua história e apresentou uma mensagem do papa Francisco gravada em vídeo para um grupo de líderes pentecostais do Texas, nos EUA"...
Leia mais em: http://www.aleteia.org/pt/religiao/artigo/papa-francisco-o-nosso-modelo-de-catolicismo-evangelico-5342223600189440
Jesus voltará em nossos dias!!!
#Apocalipse 13:1-10 está se cumprindo. O Ecumenismo é um dos sinais do fim. Prepare-se.
#Apocalipse 13:1-10 está se cumprindo. O Ecumenismo é um dos sinais do fim. Prepare-se.
segunda-feira, 24 de março de 2014
domingo, 23 de março de 2014
Testemunhos sob ataque
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Em Apocalipse 12:17, Satanás é apresentado na forma de um dragão que persegue a mulher, símbolo da igreja verdadeira. O motivo da perseguição é bastante claro: porque a igreja guarda os mandamentos de Deus e tem o testemunho de Jesus. E de acordo com o próprio Apocalipse (19:10), o testemunho de Jesus é o “espírito de profecia”. Satanás perseguiu, persegue e continuará perseguindo a igreja, especialmente por causa desses dois pilares fundamentais. Ele tenta convencer as pessoas de que a lei de Deus é inadequada aos dias de hoje, que ela foi abolida, ou mesmo que a graça dispensa a lei. Mas se permanecemos firmes aos princípios da santa lei, Satanás intensifica seus ataques em outra direção: contra o testemunho de Jesus.
Quando não consegue destruir a fé na lei de Deus, o inimigo tenta com todas as forças e formas destruir a fé no espírito de profecia, nos escritos de Ellen G. White. Isso funciona mais ou menos assim: o inimigo ajuda alguns a terem uma interpretação diferente da igreja. Faz com que eles tenham certeza de que estão certos. Quando ele acha que atingiu o objetivo, faz o arremate: mostra à pessoa uma citação do espírito de profecia que diga exatamente o oposto do que ela está pensando. Nesse momento, ou a pessoa se humilha diante de Deus e estuda a Bíblia em oração, ou mantém seu posicionamento, desacreditando o espírito de profecia. Esse é um processo gradual que leva a pessoa a não querer nem mesmo ouvir alguém pregar ou falar sobre Ellen White. Cria-se uma aversão infundada.
Levar as pessoas a extremos também é uma tática amplamente utilizada por Satanás. Se há os que esposam ideias legalistas e radicais a respeito dos escritos do espírito de profecia, há também os que os ignoram por completo. Os segundos às vezes até fazem isso em função dos primeiros. Mas uma leitura cuidadosa e sem preconceitos mostra que Ellen White foi umamulher equilibrada em tudo o que escreveu. Portanto, os que usam seus escritos de forma inadequada e sem a devida consideração para com o contexto e a época da profetisa apenas lançam sombras sobre seu ministério. Para “ajustar o foco” a respeito da vida e obra dessa mulher singular, vale a pena ler o livro Mensageira do Senhor, de Herbert E. Douglass, e mesmo o livreto Histórias de Minha Avó, de Ella M. Robinson, neta da Sra. White (ambos da CPB).
Embora saibamos que a Bíblia é nossa única regra de fé e prática, e que os escritos de Ellen White são, como ela mesma diz, uma luz menor que conduz à luz maior, a negação da inspiração de tais escritos é algo muito sério. No livro Mensagens Escolhidas, volume 1, página 48, está escrito que “será ateado contra os testemunhos um ódio satânico. [...] Satanás não pode achar caminho tão fácil para introduzir seus enganos e prender almas em seus embustes se as advertências e repreensões e conselhos do espírito de profecia forem atendidos.”
No mesmo livro, à página 84, é dito que “uma coisa é certa: os adventistas do sétimo dia que tomarem sua posição sob o estandarte de Satanás, primeiramente renunciarão à sua fé nas advertências e reprovações contidas nos testemunhos do Espírito de Deus”.
É curioso notar como há pessoas que vivem à caça de ideias especulativas que invariavelmente tendem a desviar a atenção do que realmente é essencial. Encontram as mais esdrúxulas “revelações”, tanto na Bíblia quanto no Espírito de Profecia. Quanto a isso, também, a mensageira do Senhor é bem clara: “Não devem ser promovidas ideias especulativas, pois há mentes singulares que gostam de apegar-se a um ponto que outros não aceitam, e argumentar e atrair tudo para aquele único ponto, insistindo nele, ampliando-o, quando ele na verdade não é de importância vital e será entendido de maneira discordante. Duas vezes me foi mostrado que se deve conservar em segundo plano tudo o que for de natureza a levar nossos pastores a divergirem dos pontos que são agora essenciais para este tempo” (Ellen G. White, Carta 37, 1887 [Manuscript Releases, v. 15, p. 20-22]).
É de extrema importância, pois, que saibamos dar a “razão [de nossa] esperança” (1Pd 3:15), alicerçada em profundo conhecimento bíblico, pois, “ao vir a sacudidura, pela introdução de falsas teorias, esses leitores superficiais não ancorados em parte alguma, são como areia movediça” (Ellen G. White, Testemunhos para Ministros, p. 112).
Mais ainda: não basta um conhecimento meramente racional da verdade. É preciso experiência. A verdadeira religião desce da mente para o coração e impregna toda a vida, pois está baseada numa relação de íntima comunhão com Jesus. Ellen White diz que “estão rapidamente se aproximando dias quando haverá grande perplexidade e confusão. Satanás, trajado com vestes angelicais, enganará, se possível, os próprios escolhidos. [...] Soprará todo vento de doutrina. [...] Os que confiaram no intelecto, no gênio ou talento, não permanecerão à testa das fileiras e colunas. Eles não mantiveram seu passo com a luz” (Ellen G. White, Testemunhos Para a Igreja, v. 5, p. 80).
A Bíblia nos adverte a estarmos bem firmados na Rocha e a sermos cuidadosos em nossas interpretações para não perdermos a coroa da vitória (Ef 4:14; Mt 7:24, 25; 2Pd 3:15-18; Ap 3:11). Devemos, acima de tudo, reconhecer o inestimável presente que nos foi legado por Deus por meio dos escritos inspirados de Ellen White, e utilizá-los em nossa edificação e na edificação do próximo. “Crede no Senhor, vosso Deus, e estareis seguros; crede nos Seus profetas e prosperareis” (2Cr 20:20).
(Vanderlei Ricken é bibliotecário do IACS, RS; Michelson Borges é jornalista, mestre em teologia e editor na Casa Publicadora Brasileira)Y
FONTE ;http://www.criacionismo.com.br/2014/03/testemunhos-sob-ataque.html
quinta-feira, 20 de março de 2014
Papa encontra membros de outras religiões
Sobre a importância deste original evento que se conclui nesta noite de quinta-feira com uma palestra pública na Pontifícia Universidade Urbaniana, a Rádio Vaticano ouviu Roberto Catalano, Diretor do Centro para o Diálogo Inter-religioso do Movimento dos Focolares:
R. - Uma das definições mais típicas da personalidade de Chiara Lubich foi a de “mulher de diálogo”. Diálogo que ela fez dentro da Igreja Católica, com os fiéis de outras comunidades eclesiais e de outras Igrejas, com as pessoas de outras religiões e com pessoas que não têm uma referência religiosa, especialmente com pessoas de outras religiões. Ela pessoalmente se encontrou com budistas, hindus, hebreus, muçulmanos, sichks e desses encontros -, além das experiências do Movimento no mundo - nasceu uma experiência de diálogo que nós chamamos de “diálogo da vida”, mas que, em seguida, se desenvolveu no diálogo de “cooperação”, no diálogo da “comunhão de experiências” e também no âmbito “acadêmico”. Sempre foram diálogos bilaterais: budista-cristãos, hindu-cristãos, hebreu-cristãos, muçulmano-cristãos. Desta vez, porém, se pensou em fazer um encontro inter-religioso: pela primeira vez, os representantes desses diálogos bilaterais se reuniram para fazer esta experiência comum de diálogo. (SP)
Texto proveniente da página http://pt.radiovaticana.va/news/2014/03/20/papa_encontra_membros_de_outras_religi%C3%B5es/bra-783084
do site da Rádio Vaticano
quarta-feira, 19 de março de 2014
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