quinta-feira, 26 de abril de 2012


O criacionismo é cada vez mais hostilizado

Depois de ouvir o comentário distorcido do doutor em Educação Daniel Medeiros, sobre o criacionismo, na CBN Curitiba (clique aqui para ouvir a entrevista), deu para se ter uma noção do que acontecerá daqui para frente. Em suas pesquisas a respeito do poder norte-americano no planeta ao longo da história, o doutorVanderlei Dorneles coloca os rotulados “fundamentalistas pacíficos” (entre estes, os adventistas) como a bola da vez depois do enfraquecimento dos “fundamentalistas violentos”. Medeiros confunde concessão de emissoras com o direito de uma denominação religiosa ser autorizada a abrir uma escola com pedagogia própria. Ele aproveita essa distorção para defender, equivocadamente, a laicidade do Estado. Duvido que ele algum dia tenha se manifestado contra os feriados de natureza religiosa! Duvido que ele tenha protestado contra o acordo assinado pelo ex-presidente Lula com o Vaticano para implantar aulas de religião dogmática nas escolas públicas! A deturpação venal de Medeiros é tão gritante que ele acusa os criacionistas de se aproveitarem das “brechas no evolucionismo” para declará-lo sem fundamento. Se ele tem o direito de atacar o criacionismo como um mito, então os criacionistas também têm o direito de considerar o evolucionismo tal qual eles acreditam: uma teoria, simplesmente isso, apenas teoria, não totalmente comprovada e, no que diz respeito à macroevolução e ao fator metafísico do modelo – ou seja, o naturalismo filosófico –, tão mitológica quanto a visão que eles têm de qualquer religião. Como Medeiros consideraria a confissão pública do doutor Muniz Sodré, da UFRJ, como membro do candomblé?
Hoje, o programa Liberdade de Expressão discutiu a polêmica republicação do Mein Kampf (Minha Luta), de Adolf Hitler, sob o patrocínio do Estado da Bavária, Sudeste da Alemanha. Os governantes alegam que daqui a três anos o livro cairá em domínio público, ninguém poderá mais reter seus direitos autorais. Qualquer editora poderá republicá-lo. Então, idealizando conter o crescimento do neonazismo na Europa, o Estado resolveu fazer uma edição com comentários críticos, mostrando as consequências do preconceito étnico no país gerados pela política nazista.
Todos os comentaristas da CBN apoiaram a iniciativa, condenada por muitos intelectuais, justificando que se trata de um direito da liberdade de expressão. Ah, tá! Então, quando se trata de jogar para as pessoas um lixo venenoso, interpreta-se como direito individual e coletivo, liberdade de imprensa, de expressão. Todavia, quando se trata de livros criacionistas, “ah, isso não pode”, “isso é perigoso para a ciência”, como assevera o doutor em Educação da UFPR. O que seria mais perigoso para a existência humana: algo que atingisse a ciência ou algo que colocasse em risco as relações entre as etnias?
É bem verdade que a Alemanha nazista detinha o maior conhecimento científico da época. Seu líder até abraçou o vegetarianismo. É bem verdade que, em nome de Cristo, igrejas cristãs provocaram genocídios. Mas está na Bíblia: “Muitos virão em Meu nome… e Eu não Os conhecerei.” Não obstante esses fatos irrefutáveis da história humana, não há como negar que, em nome do nazismo, assassinaram-se milhões; em nome do ateísmo marxista, mataram-se milhões; mas também em nome do criacionismo defendido pelos adventistas, salvaram-se milhões. E muitos países e grandes cidades no mundo agradecem aos adventistas pelo seu programa de saúde, fundamentado nas orientações bíblicas e no conhecimento da própria ciência.
Voltando à entrevista do Dr. Medeiros, gostaríamos de pontuar alguns aspectos:
Medeiros afirma (corretamente), que a ciência se fundamenta na observação, no levantamento de hipóteses, na formulação de uma tese e na demonstração dessa tese. No entanto, deixa de mencionar que, mais de 150 anos depois da formulação da teoria da evolução de Darwin, o cenário macroevolutivo proposto por ele ainda não foi demonstrado, muito pelo contrário, apenas foram feitas observações que sustentam a microevolução (também aceita pelos criacionistas). O resto é extrapolação metafísica. Medeiros diz também que “o aspecto básico da ciência é a possibilidade de ela ser refutada”, e continua: “Apresento uma demonstração que pode ser depois refutada por outra demonstração que se dê no mesmo campo.” Mas e quando o dogma é mais forte que as evidências? O que dizer da origem da informação complexa e específica da qual depende toda forma de vida, desde a mais simples até a mais complexa? Teria surgido do nada, sem uma fonte informante? Como explicar a ordem a partir do caos ou mesmo a existência de tudo a partir do nada? Ok, os darwinistas se sairão com esta: nossa teoria não visa a explicar a origem da vida e sim seu desenvolvimento. Mas se esquecem de que para que o mais apto sobreviva ele teve que “surgir” um dia, e isso continua como mysterium tremendum – muito embora os darwinistas, munidos de modelos de computador e experimentos questionáveis que exigem sempre muito design inteligente, insistam ser fato a origem da vida a partir da não vida.
Em seguida, numa clara demonstração de desconhecimento de causa, Medeiros diz que a Bíblia se trata de “narrativas míticas”. Aí do criacionista que fizesse uma afirmação assim tão superficial e leviana sobre o darwinismo! Medeiros ignora o fato de que a Bíblia contém estilos literários variados, como, por exemplo, profecia, poesia e história. No que diz respeito ao pano de fundo histórico das Escrituras, é sabido que elas são o documento antigo mais confirmado pela arqueologia. Já com respeito a suas profecias, a grande maioria delas está cumprida, e o cumprimento foi preciso. Medeiros sabe disso? Se sabe, ignorou deliberadamente as evidências. Se não sabe, reproduziu discurso de outrem. A CBN convidou um doutor em Educação para falar de educação. Que convide um teólogo para falar da Bíblia.
Medeiros repete uma palavra que vem sendo usada negativamente com certa frequência em nossos dias: “fundamentalismo”. Mas, na definição dele, fundamentalismo se refere à defesa do criacionismo que tem como base o Antigo Testamento (como se os autores do Novo Testamento não fossem criacionistas – basta lembrar que Jesus, Paulo e outras figuras históricas se referiram a Adão e Eva e ao dilúvio, por exemplo, como personagens e evento históricos). Conforme procurei demonstrar nesta palestra (em quatro partes), cada vez mais os criacionistas serão identificados com o fundamentalismo visto como um dos males do mundo atual. Medeiros deu sua contribuição para essa caça às bruxas que está apenas juntando gravetos para a grande fogueira…
O doutor diz mais: “O que a educação adventista fez fere o bom senso porque tenta vender como ciência o que não é e tenta igualar as teorias da evolução e da criação, mas não se trata de algo que possa ser comparado, já que uma é teoria científica e outra uma narrativa bíblica, coisas que não podem ser comparadas.” O ponto de discórdia, neste momento, é odilúvio. Medeiros deixa de mencionar (porque talvez não saiba) que esse evento catastrófico conta com evidências advindas da geologia, paleontologia, história e outras áreas. Na verdade, inicialmente nem é necessário se valer da Bíblia para demonstrar a ocorrência de uma tremenda catástrofe hídrica ocorrida há alguns milhares de anos. Basta tentar enxergar o assunto com uma cosmovisão diferente da darwinista uniformitarista.
Curiosamente, Medeiros cita Copérnico, Galileu, Descartes, Bacon, Leibniz, Newton e Einstein, e diz que eles trabalhavam uma ciência que vem debatendo democraticamente, refutando teorias, incorporando outras. Esqueceu-se de que, talvez com exceção de Einstein, os demais “pais da ciência” eram todos teístas e sofreram justamente por causa do status quo religioso-acadêmico-científico de seu tempo. Mas uma coisa não se pode negar (embora alguns tentem esconder): esses cientistas corajosos aceitavam o relato bíblico da criação. Eram eles também fundamentalistas por causa disso? Não fizeram boa ciência porque criam em Deus e na Bíblia?
Mais adiante, Medeiros critica a Sociedade Criacionista Brasileira (que acaba de completar 40 anos no Brasil) e se refere especificamente ao livro Em Seis Dias (sem lhe mencionar o título), que traz o testemunho de cinquenta cientistas criacionistas. “Então não são cientistas!”, vocifera Medeiros. E Copérnico, Galileu, Leibniz e Newton? Também não eram cientistas? E Marcos Eberlin? E um monte de outros cientistas? Para piorar, Medeiros diz ainda que “Einstein tinha limitações determinadas por sua religiosidade”. Que pena… Então, se Einstein não tivesse sido religioso, a ciência teria avançado muito mais? É isso, Medeiros? Na verdade, a ciência deve sua origem às premissas da religião judaico-cristã (confira).
Mais para o fim da entrevista, o doutor sobe o tom: “É um problema muito sério, pois há milhares de pessoas sendo expostas a esse tipo de fundamentalismo. [...] Isso é um embuste, uma falsificação. O criacionismo é uma forma mitológica de relatar a criação do mundo. A ciência tenta buscar demonstrações lógicas, racionais.”
E, finalmente, o doutor conclama: “O Ministério Público e os órgãos responsáveis pela defesa da Constituição e de seus princípios deveriam agir no sentido de que as crianças que assistem a essas aulas estão sendo enganadas do ponto de vista científico.
[...] Nós, professores, vocês dos meios de comunicação e o Ministério Público e aqueles que defendem as leis brasileiras deveriam ficam mais atentos a esse tipo de manifestação que se traveste de liberdade religiosa, mas está fazendo uma campanha ideológica bastante funesta para esta geração de jovens que, tadinhos, não têm culpa nenhuma nesse processo todo.”
O que mais falta dizer sobre os criacionistas? Na verdade, já foi dito por Marcelo Gleiser, em 2005 (confira).
Cremos que não falta muito tempo para que a hostilidade será ainda mais intensa, já que a discussão sobre as origens tem tudo a ver com Apocalipse 14, a batalha final relacionada com adoração e a derradeira controvérsia quanto ao verdadeiro memorial da criação.
Cabe aos professores da rede adventista e todos os demais criacionistas estar prontos para responder àqueles que lhes pedem a razão da fé e fazer isso com bons argumentos, com mansidão e por meio de uma vida coerente com a fé que professam. É justamente esse o desafio que nos faz o apóstolo Pedro em sua primeira carta, capítulo 2, verso 15.
(Ruben Holdorf e Michelson Borges são jornalistas)

Igreja Luterana na Alemanha permite que pastores homossexuais vivam com seus parceiros na casa pastoral

Igreja Luterana na Alemanha permite que pastores homossexuais vivam com seus parceiros na casa pastoral
Uma decisão tomada pela Igreja Evangélica Luterana da Saxônia, na Alemanha, vai permitir que pastores homossexuais vivam com seus parceiros na casa pastoral de uma comunidade. A decisão foi tomada no final da semana passada pelo Sínodo (parlamento) da igreja, que chegou a um acordo após meses de debate.
O Sínodo manteve a união entre um homem e uma mulher como o modelo ideal para a vida pastoral, como concessão àqueles que exigiam a manutenção da atual norma, datada de 2001 e que proíbe casais do mesmo sexo de ocuparem a casa pastoral. Porém passou a permitir que, em “casos excepcionais”, religiosos homossexuais ocupem a casa pastoral, desde que tenham a aprovação da direção da comunidade.
A decisão dividiu opiniões dentro da igreja, que foi a terceira das igrejas regionais que formam a Igreja Evangélica da Alemanha (EKD, na sigla em alemão) a decidir sobre a questão. Antes da Igreja Evangélica Luterana, as Igrejas Evangélicas de Baden e de Württemberg, também haviam decidido a favor dos pastores homossexuais em “casos excepcionais”.
O pastor Christoph Wohlgemuth, de Chemnitz se diz aliviado com a decisão e compara o processo de decisão da igreja com sua própria luta pra se assumir homossexual. “Foi uma luta de um ano”, afirmou. Wohlgemuth atualmente trabalha num hospital e mora numa casa particular, mas com as novas regras sua situação pode mudar.
Segundo a Deutsche Welle, o estudante de teologia David Keller, que é contrário a decisão, afirma que homossexuais nem deveriam ser autorizados a exercer o sacerdócio ou assumir cargos eclesiásticos. Keller diz ser tolerante em relação aos homossexuais, mas afirma que essa tolerância alcança um limite ético na questão das casas pastorais. A maioria dos opositores dos casais homossexuais se mostra cuidadosa ao criticar a decisão.
Com um tom diferente da maioria dos opositores, um pastor de Chemnitz, enviou uma carta às comunidades da Saxônia na qual diz que a Bíblia vê “a prática da homossexualidade como uma terrível aberração e um dos piores pecados” a despertar a ira de Deus.
Ralf Michael Ittelmann, do movimento gay-lésbico cristão de Dresden, defende a ideia de que homossexualidade e cristianismo não são contrários, e afirma que “não há nada definitivo sobre esse tema na Bíblia, que fala de práticas específicas, como a pederastia, mas não de parcerias homossexuais”.
De acordo com o porta-voz da igreja, Matthias Oelke, por enquanto a decisão não tem efeitos práticos, pois nenhum dos pastores homossexuais da igreja manifestou interesse em fazer uso do novo direito. A Igreja Evangélica Luterana da Saxônia tem cerca de 700 pastores e pastoras, e entre esses 15 se declaram homossexuais.
Fonte: Gospel+

O Grande Conflito - Testemunho de paciente leva psicóloga ao batismo


quarta-feira, 25 de abril de 2012

A Mente Piedosa

Silas Malafaia: mudança de postura do pastor sobre teologia da prosperidade gera debates e campanhas na internet

Silas Malafaia: mudança de postura do pastor sobre teologia da prosperidade gera debates e campanhas na internet
Um dos assuntos mais comentados em sites e blogs cristãos é a famigerada Teologia da Prosperidade. E um personagem que vem sendo muito discutido nos debates sobre o assunto é o pastor Silas Malafaia, devido à sua drástica mudança de postura sobre o assunto. Há pouco tempo o presidente da Assembleia de Deus Vitória em Cristo, pregava avidamente contra a Teologia da Prosperidade e hoje diz que pastor que não prega isso é burro e deveria perder a credencial de pastor.
Vários textos e vídeos publicados na internet fazem comparativos das pregações de Malafaia nessas duas fases de opiniões tão divergentes do pastor.
Um vídeo disponível no Youtube traz uma pregação do pastor na qual ele afirma: “Deus não olha pra você pela sua capacidade de conquista no mundo material. Vou dizer pra você o que é prosperidade à luz da Bíblia, e não é esse besteirol que a turma do Brasil está engolindo, esse besteirol teológico da América”, na ocasião o pastor prosseguiu citando o capítulo 8 do livro de 2 Coríntios no qual Paulo relata que a igreja da Macedônica, mesmo pobre, dividiu o pouco que tinha par ajudar a igreja da Judéia, onde muitos passavam fome. Malafaia usou esse exemplo bíblico para afirmar que “prosperidade é você compartilhar com o outro, prosperidade é você viver bem com aquilo que Deus tem te dado, prosperidade é mesmo você tendo pouco, você ainda ter forças e capacidade para ajudar alguém que está pior do que você”.
Esse mesmo vídeo traz uma gravação do pastor na qual ele vende uma Bíblia intitulada “Batalha espiritual e Vitória Financeira” e faz se defende de seus críticos dizendo: “Eu fico assim bobo com a ignorância de muitos que estão na igreja, sabe o que eu acho mais engraçado é a hipocrisia, todo mundo quer o dinheiro, mas quer falar mal dele. Outra coisa que eu queria dizer: o dinheiro não é o diabo que dá não, Salomão pediu sabedoria e Deus deu riqueza, Abraão não pediu riqueza e Deus deu riqueza. Se riqueza afastasse o homem de Deus o diabo fazia todo mundo ficar rico… se você está vivendo em miséria tem alguma coisa errada e você precisa descobrir na palavra de Deus, essa é que é a verdade”, afirmou o pastor que, alguns anos antes, apontava esse tipo de afirmação como afronta e covardia com os fiéis.
Devido a essa mudança de postura do pastor e da sua mudança de visual, por ter tirado o característico bigode, tem surgido entre os blogs campanhas do tipo “Silas, volta com o bigode”, insinuando que quando tinha bigode Malafaia “pregava o evangelho de uma forma mais firme”.
Entre as diversas críticas sobre a mudança de postura do pastor surgiram brincadeiras que compara o bigode que ele antes ostentava com o cabelo de Sansão, dizendo que ao perder os pelos faciais o pregador perdeu a força assim como aconteceu com o personagem bíblico depois de ter os cabelos cortados.
“Percebemos também que a sua história se assemelha com a de Sansão, o Juiz israelita e nazireu que era literalmente o homem mais forte de toda a terra, Silas não é o homem mais forte da terra, mas tinha um detalhe que fazia com que pregasse o evangelho de uma forma firme, o bigode”, ironiza um texto reproduzido em vários blogs fazendo uma suposta campanha para que o pregador volte a deixar o bigode crescer. O texto termina com outra comparação a Sansão: “Já pensou se Silas Malafaia se arrepende e volta para Jesus e começa a pregar o verdadeiro evangelho novamente? Ele destruiria as colunas da Rede Globo e eliminaria todos os filisteus”, ironiza o texto.
Malafaia tem aparecido também ao lado de conhecido defensores da Teologia da Prosperidade. Depois de ter chamado esse tipo de pregação de “besteirol teológico da América”, Silas Malafaia apareceu em seu programa de televisão ao lado do pastor norte-americano Morris Cerullo, considerado o “guru dos profetas da prosperidade”.
No programa “Vitória em Cristo” Cerullo aparece prometendo uma unção financeira, segundo ele “a unção financeira dos últimos dias”, para aqueles que fizessem uma “oferta voluntária” no valor de R$ 900.
Veja o vídeo comparando a mudança de postura de Malafaia:
Fonte: Gospel+

GRÂ-BRETANHA ENTRA EM RECESSÂO


Economia britânica encolheu 0,2% no primeiro trimestre de 2012,

 assim que cai em uma recessão técnica dois trimestres de

 cadeia negativa.


Grã-Bretanha entra em recessão


Especificamente, a queda da actividade económica no Reino Unido é o resultado da contração de 0,4% registrada na indústria e 3% na construção, enquanto o setor de serviços gerenciados para crescer de 0,1%.

Assim, a maior economia da Europa fora da zona euro sofreu sua "duplo mergulho" a partir do primeiro 70, depois de seis trimestres consecutivos acorrentados a cair no produto interno bruto (PIB) entre 2008 e 2009, como foi a mais longa recessão da economia britânica.

No entanto, o economista-chefe da British estatística instituição, Joseph Grice, disse em uma entrevista coletiva que os dados divulgados hoje, é apenas uma estimativa preliminar com base em cerca de 42% do total das informações, centrada principalmente nos meses de janeiro e fevereiro , então ele admitiu que "existe a possibilidade de ambos uma revisão em alta ou em baixa."

Por sua parte o ministro, das Finanças no Reino Unido, George Osborne, disse, citado pelo "The Guardian", a situação económica é difícil ea recuperação vai demorar mais tempo do que o esperado.

"O que servir para piorar a situação seria abandonar nosso programa credível se endividar ainda mais deliberadamente", disse o chefe do Tesouro britânico.



Radicais islâmicos atacam cristãos na Índia

Os cristãos do Estado de Bengala Ocidental, leste da Índia, ainda se recuperam dos graves ferimentos sofridos depois que redicais islâmicos atacaram uma reunião de oração e os agrediram
O ataque aconteceu na aldeia Nutangram, no distrito de Murshidabad,  e foi realizado por “cerca de 100 islâmicos radicais”, comandados pelo líder radical Mohammed Aanu Shaike.
Nenhum líder ou grupo radical reinvindou o ataque de imediato. O grupo islâmico, “invadiu a reunião de oração” que ocorria na casa de um cristão e os agrediu verbal e fisicamente, inclusive as mulheres que estavam presentes”.
Mulheres muçulmanas teriam incentivado a agressão às mulheres cristãs, disseram testemunhas. Os radicais com facas nas mãos perseguiram os cristãos e as crianças, ameaçando matar todos eles.
Os cristãos foram vistos “correndo para salvar suas vidas e as de seus filhos que choravam de medo, mas eles foram impedidos por radicais que os agrediram com pontapés, empurrões e agressões verbais “, acrescentou um cristão, que não quis revelar sua identidade.
Cerca de 500 muçulmanos supostamente observavam a cena e achavam “divertido”. Os cristãos foram  perseguidos por cerca de uma hora e meia, muitos ficaram seriamente feridos.
A polícia local disse que prontamente foi para o local após ser informada por líderes cristãos sobre o incidente. Não houve relatos de que os suspeitos foram detidos.
O aumento de ataques muçulmanos contra cristãos é um fenômeno relativamente novo na Índia, uma nação predominantemente hindu, onde na maioria das vezes, radicais hindus são os principais perseguidores da minoria cristã.
Assista abaixo ao vídeo “O poder de Deus operando na Índia” e outros vídeos sobre a Igreja Perseguida em nossa página no YouTube.
FONTE ;http://adventismoemfoco.wordpress.com/

Portal Terra repercute polêmica da aula criacionista

O Portal Terra publicou notícia sobre arecente polêmica envolvendo a aula ministrada por um professor do Colégio Adventista de Várzea Grande, MT, na qual ele apresenta uma versão alternativa para a formação dos fósseis: o dilúvio de Gênesis. Leia a notícia abaixo, com meus comentários entre colchetes [MB]:

A Bíblia não pertence a uma religião específica e o professor mencionou apenas argumentos ligados à geologia, à história e à paleontologia, concluindo que eles poderiam corroborar o relato bíblico do dilúvio. O Terra cai no lugar comum de polarizar a questão como sendo ciência versus religião e apela para o “Estado laico” como justificativa para o não ensino de religião. Leia a notícia abaixo e, em seguida, a íntegra da nota enviada ao Terra pelo colégio de Várzea Grande: 

A foto de uma aula na qual o professor ensina a alunos do 6º ano do Colégio Adventista de Várzea Grande, na região metropolitana de Cuiabá, MT, que os fósseis são restos de animais e plantas petrificados formados “na época do dilúvio” tem gerado muita repercussão nas redes sociais, após a imagem ter sido publicada na página do Facebook da escola. A foto da aula, publicada no começo do mês, tem gerado muitas críticas de pessoas contrárias à proposta de ensino e acusam a igreja de “alienação” além de considerarem a aula uma “piada” [mesmo sendo informadas de que as escolas adventistas ensinam criacionismo e evolucionismo, essas pessoas continuam insistindo na ideia de “alienação”]. Já outros defendem a iniciativa como uma proposta “crítica”, pautada na “fé” e aplaudem a coragem da entidade e do professor.

Segundo nota divulgada pela escola, o ensino praticado pela instituição é o criacionismo em conjunto com o evolucionismo, baseado em argumentos científicos e lógicos, sem imposição de crenças religiosas e “em harmonia com as prescrições do Ministério da Educação e Cultura”. De acordo com a escola, a maioria dos alunos não frequenta a Igreja Adventista, mas o objetivo é desenvolver o entendimento de ambos os modelos entre os estudantes.

Acerca da aula sobre os fósseis, a instituição esclarece que “para que haja fossilização, são necessários (pelo menos) fatores como sepultamento rápido (para evitar a decomposição do animal ou que ele seja devorado por predadores/carniceiros) e grande quantidade de água e sedimentos [...] pode ter havido um grande evento catastrófico no passado que promoveu extinções em massa”. Segundo a escola, o professor tentou apenas permitir que os alunos desenvolvam senso “crítico/comparativo”.

“Além disso, é bom lembrar que são conhecidas centenas de culturas em todo o planeta que guardam algum relato relacionado com uma grande inundação que teria devastado o mundo. Lamentavelmente, a intenção do professor foi distorcida e a aula sobre fósseis virou motivo de acalorado debate no Facebook. Tivesse ficado apenas no debate, já teria valido a pena, pois o debate, quando respeitoso, acaba sendo proveitoso, ainda que apenas para que se conheçam as ideias de quem pensa de maneira diferente”, diz o comunicado, que finaliza dizendo que a instituição está em primeiro lugar no município entre as escolas cujos estudantes são submetidos à prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

Procurado pelo Terra, o Ministério da Educação repassou ao Conselho de Educação mato-grossense a responsabilidade pelo acompanhamento e aprovação do que é ensinado nas escolas daquele Estado. Através de sua assessoria de imprensa, a pasta demonstrou preocupação com o caso e prometeu repassar as informações para o ministro Aloizio Mercadante [levando-se em conta o nível da educação no Brasil, o governo e os Conselhos de Educação deveriam se preocupar com coisas bem mais sérias...].

De acordo com o Conselho de Educação do Mato Grosso, o Estado é laico [o que não significa “ateu”], segundo normatiza a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, por isso o ensino de preceitos religiosos não deve ser cobrado como conteúdo em provas, por exemplo [é bom lembrar que a aula em questão não tinha que ver com “preceitos religiosos” e sim com o modelo diluviano corroborado pela história, pela geologia e pela Bíblia, livro sagrado para muitas religiões, não apenas a adventista]. Apesar de a escola ser mantida por uma instituição adventista, o ensino religioso deve ser algo facultativo para o estudante, além de precedido de uma discussão e aprovação em assembleias dentro da escola, antes de ser apresentado ao conselho para avaliação [a educação adventista está presente no Brasil desde 1896 e sempre foi conhecida por sua ética e pelos valores morais que defende, princípios que transcendem bandeiras denominacionais. O ensino religioso nas escolas adventistas tem como base a Bíblia e não doutrinas particulares dessa ou daquela religião].

Membros da Academia Brasileira de Ciências (ABC) que atuam na área da genética manifestaram preocupação com o que consideraram ideias “retrógradas que afrontam o método científico, fundamentadas no criacionismo, também chamado como ‘design inteligente’ [...] [na verdade, esse punhado de cientistas está indignado pelo fato de um dos maiores cientistas brasileiros defender o design inteligente e o criacionismo]. [Eles dizem ainda:] sentimo-nos afrontados pela divulgação de conceitos sem fundamentação científica por pesquisadores de reconhecido saber em outras áreas da Ciência”, diz a carta divulgada pela ABC.

De acordo com o site do colégio, a aula de História “diferente” foi ministrada com a supervisão do professor Toni Carlos Sanches, com a simulação da produção de fósseis [ou seja, ciência experimental]. “A discussão girou em torno da questão se os fósseis se formaram há milhões de anos, como sugere o Evolucionismo, ou se foram formados há milhares de anos, por ocasião do dilúvio, como sugere o Criacionismo”, segundo divulgou a instituição. “Após os experimentos, os alunos ficaram entusiasmados e muitos confirmaram a crença em um dilúvio universal”, completa.

No entanto, a discussão não é nova. Nos Estados Unidos, uma lei do Estado do Tennessee, que deve entrar em vigor brevemente, permitirá que os professores de escolas públicas questionem o consenso científico em questões como aquecimento global e teoria da evolução. [Por que não questionar esses “consensos”, quando grandes expoentes ligados a essas bandeiras admitem seus exageros? Confira. Além disso, grandes nomes da ciência como Copérnico e Galileu também discordaram do “consenso científico” (não apenas religioso) de sua época e fizeram a ciência avançar; o consenso às vezes é prejudicial, Thomas Kuhn que o diga.]

A medida visa a permitir aos professores que ajudem os estudantes a compreender, analisar, criticar e revisar de forma objetiva as potenciais fragilidades científicas das teorias existentes abordadas na disciplina ensinada, mas que não deve ser usada “para promover qualquer doutrina religiosa ou não religiosa”, segundo diz o texto da nova lei. [Repito: a intenção da educação adventista não é a de promover doutrina religiosa, mas, sim, colocar os alunos em contato com uma teoria alternativa relacionada com o assunto das origens e ensinar um evolucionismo crítico, que não varre para baixo do tapete as insuficiências epistêmicas do modelo. - MB]

Íntegra da Nota de Esclarecimento enviada pelo Colégio Adventista:

O criacionismo – ensinado no Colégio Adventista de Várzea Grande, MT, juntamente com o evolucionismo – é uma corrente de estudos interdisciplinares que procura explicar a origem da vida e do Universo, com semelhanças e diferenças em relação às teorias evolucionistas e ao designinteligente. O Colégio Adventista de Várzea Grande ensina o criacionismo, baseando-se em argumentos científicos e lógicos, sem impor crenças religiosas nem omitir a versão evolucionista. Portanto, o ensino se encontra em harmonia com as prescrições do Ministério da Educação e Cultura.

Os motivos pelos quais o colégio ensina também o criacionismo podem ser lidos neste link. Em resumo, o colégio adventista procura proporcionar aos estudantes (a maioria dos quais não pertence à igreja adventista) todo o conhecimento necessário para seu desenvolvimento, o que inclui o entendimento tanto do modelo evolucionista, quanto do criacionista.

Com relação à aula sobre fósseis sob a ótica criacionista, ministrada pelo professor da disciplina de História, Toni Sanches, na última semana, no Colégio Adventista de Várzea Grande, faz-se oportuna breve explicação: é sabido que, para que haja fossilização, são necessários (pelo menos) fatores como sepultamento rápido (para evitar a decomposição do animal ou que ele seja devorado por predadores/carniceiros) e grande quantidade de água e sedimentos. O fato de haver incontáveis animais e plantas fossilizados em todo o mundo, incluindo-se aí dinossauros de grande porte, cuja fossilização exigiria enormes quantidades de lama e sepultamento rápido, indica que pode ter havido um grande evento catastrófico no passado que promoveu extinções em massa. Muitos desses animais foram realmente pegos de surpresa, tanto que foram encontrados peixes fossilizados no exato momento em que devoravam a presa e fósseis de animais no instante em que davam à luz. Além disso, evidências indicam que os dinossauros morreram afogados, tendo sido, posteriormente, fossilizados.

O que o professor Sanches fez foi discutir uma visão alternativa à evolucionista, na busca da explicação a respeito do surgimento dos fósseis, e permitir aos alunos desenvolver o senso crítico/comparativo. Além disso, é bom lembrar que são conhecidas centenas de culturas em todo o planeta que guardam algum relato relacionado com uma grande inundação que teria devastado o mundo. Lamentavelmente, a intenção do professor foi distorcida e a aula sobre fósseis virou motivo de acalorado debate no Facebook. Tivesse ficado apenas no debate, já teria valido a pena, pois o debate, quando respeitoso, acaba sendo proveitoso, ainda que apenas para que se conheçam as ideias de quem pensa de maneira diferente.

As escolas adventistas contribuem com a sociedade fornecendo bons profissionais e alunos preparados para a concorrência em exames vestibulares e no ENEM (Exame Nacional do Ensino Médio), haja vista que, nos últimos anos, o Colégio Adventista de Várzea Grande, onde a referida e discutida aula foi ministrada, tem se mantido em primeiro lugar no município entre as escolas cujos estudantes são submetidos à prova do ENEM.


Cristãos sul-coreanos farão vigília para cancelar show de Lady GagaFavoritar

Religiosos alegam que a cantora promoveria a pornografia e a homossexualidade na turnê de The Born This Way Ball Tour

Cristãos sul-coreanos assistem a propaganda anti-Gaga Foto: Reprodução da internetCristãos sul-coreanos assistem a propaganda anti-Gaga Reprodução da internet
RIO Lady Gaga não contará com as bênçãos de Deus para fazer seu show em, Seul, na Coreia do Sul na próxima sexta-feira (27). Pelo menos no que depender de uma associação cristã local que, desde o último domingo (22), realiza protestos pedindo o cancelamento do evento. Eles pretendem reunir 300 fiéis numa vigília de oração para que o evento não aconteça. O motivo principal alegado é o de que Gaga promoveria a pornografia e a homossexualidade na turnê de The Born This Way Ball Tour.
- Rezamos a Deus para que o show não aconteça e que a homossexualidade e a pornografia não se estendam em todo o país - disse um integrante da organização cristã.
A polêmica já começara antes, quando a mesma organização fez pressão para que a entrada no show fosse permitida apenas para maiores de 18 anos. Inicialmente, bastava ter mais de 12 anos para assistir ao espetáculo, mas o lobby cristão deu certo. Com isso, a produção de Gaga estima que deixou de vender cerca de 3 mil ingressos no país.
- É decepcionante, eu não acho que a Coreia é menos aberta à cultura e arte estrangeira do que o resto da Ásia. É uma decisão surpreendente. Lamentamos dizer que vários adolescentes tiveram que devolver seus bilhetes reclamou um dos promotores do show.
Depois do show na Coreia do Sul, Gaga segue para Hong Kong, Japão e Filipinas. Se Deus quiser e se os cristãos permitirem.