sexta-feira, 11 de maio de 2012

Chamada Bíblia Fácil - Programa 5 - Salvação sábado 23 horas

Jesus sofreu as mesmas tentações que nós sofremos hoje?

Chamada - Todos na mira-dia 15 as 21 horas

CLIPE OFICIAL: Para Nossa Alegria - Feliz Dia das Mães


A lei de Deus, muro de proteção



Bem-aventurados os que trilham caminhos retos e andam na lei do Senhor. Salmos 119:1.
Deus, o grande governador do Universo, colocou todas as coisas debaixo de lei. A flor minúscula e o carvalho altaneiro, o grão de areia e o poderoso oceano, Sol e aguaceiro, vento e chuva, obedecem todos às leis da natureza. Mas o homem foi colocado sob uma lei superior. Foi-lhe dado um intelecto para ver, e uma consciência para sentir as poderosas reivindicações da grande lei moral de Deus, a expressão do que Ele deseja que Seus filhos sejam.
Deus deu a conhecer tão claramente Sua vontade, que ninguém precisa errar. Deseja que todos tenham correta compreensão de Sua lei, para lhe sentir o poder dos princípios; pois seus interesses eternos se acham aí envolvidos. Aquele que tem a compreensão das reivindicações de vasto alcance da lei de Deus, pode entender alguma coisa da odiosidade do pecado. E quanto mais exaltadas suas idéias quanto às reivindicações divinas, tanto maior será sua gratidão pelo perdão a ele assegurado.
Em suas próprias forças não pode o pecador satisfazer as reivindicações de Deus. Precisa ir em busca de auxílio Àquele que pagou o resgate por ele.
Cristo é nossa esperança. Os que nEle crêem são purificados. A graça de Cristo e o governo de Deus andam juntos em perfeita harmonia. Quando Jesus Se tornou substituto do homem, a misericórdia e a verdade se encontraram, e a justiça e a paz se beijaram. A cruz do Calvário dá testemunho das altas reivindicações da lei de Deus.
A lei dos Dez Mandamentos não deve ser considerada tanto do lado proibitivo, como do lado da misericórdia. Suas proibições são a segura garantia de felicidade na obediência. Recebida em Cristo, ela opera em nós a purificação do caráter que nos trará alegria através dos séculos da eternidade. Para os obedientes é ela um muro de proteção. Contemplamos nela a bondade de Deus que, revelando aos homens os imutáveis princípios da justiça, procura resguardá-los dos males que resultam da transgressão.
Ellen G. White, Nossa Alta Vocação, pág. 132.

TERREMOTO NA INDIA ASSUSTA POPULAÇÂO


Arqueólogos israelenses encontram selo do período do Templo de Salomão

Arqueólogos israelenses encontram selo do período do Templo de Salomão
Um selo de mais de 2 mil anos foi encontrado durante escavações arqueológicas realizadas perto do Muro das Lamentações, edificação construída para contenção do Templo de Herodes, que foi construído sobre as ruínas do famoso Templo de Salomão. A descoberta foi anunciada pela Autoridade Israelense de Antiguidades.
A peça encontrada tem cerca de 2 centímetros de cumprimento e foi descoberta no chão do antigo edifício. Além do selo, um padrão de cerâmica comum naquele período também foi encontrado nas escavações feitas no local. O selo é uma pedra semipreciosa na qual foi gravado em hebraico o nome de seu proprietário: “Lematanyahu Ben Ho…”, que significa: “Pertence a Matanyahu filho de Ho…”). O resto da inscrição está ilegível.
Esse tipo de objeto era muito utilizado pelas pessoas importantes daquele período, que usavam os selos dentro de anéis para assinar cartas como uma marca de identificação pessoal.
Em um comunicado à imprensa, o diretor das escavações da Autoridade Israelense de Antiguidades, Eli Shukron, explicou: “O nome Matanias, assim como o nome Natanias, significa ‘presente para Deus’. Estes nomes são mencionados várias vezes na Bíblia. Trata-se de nomes típicos no Reino de Judá, durante o final do período do Primeiro Templo – século VIII A.C. até a destruição do Templo, em 586 antes de Cristo”. O nome aparece duas vezes em 1 Crônicas 25, em uma seção com a listagem de nomes hebreus a quem o rei Davi tinha designado para cantar louvores e desempenhar outras funções no Tabernáculo.
De acordo com a Israel National News, Shukron afirmou ainda: “Encontrar um selo do período do Primeiro Templo, ao pé das paredes no Monte do Templo é algo raro e muito emocionante. Esta é uma identificação indubitável de um homem chamado Matanyahu, que viveu aqui mais de 2.700 anos atrás”.
A importância arqueológica da descoberta é ressaltada pela importância do local em que foi feita e pelo fato de que estudiosos judeus são questionados publicamente por muçulmanos que afirmam que o primeiro templo nunca existiu.
Fonte: Gospel+

Monumento com os 10 mandamentos é inaugurado em praça pública

Além de Tavares, as cidades de Viamão, Taquara e Rio Grande também possuem o mesmo monumento na praça central de cada município.

Tavares, RS...[ASN] Desde o dia 28 de abril os 10 mandamentos bíblicos estão visíveis a todos os moradores da cidade de Tavares, no Rio Grande do Sul. O monumento com o decálogo foi inaugurado na principal praça da cidade com a presença da comunidade adventista local e de autoridades públicas, como o presidente da Câmara Municipal e alguns vereadores. 
De acordo com o líder da Igreja Adventista na região, pastor Cláudio Rocha, a placa desperta a curiosidade dos moradores que circulam diariamente pelo local. “As pessoas passam olhando e perguntam do que se trata. Dessa forma elas estão sendo despertadas para conhecerem melhor as crenças da Igreja Adventista”, esclarece o pastor.
Além de Tavares, as cidades de Viamão, Taquara e Rio Grande também possuem o mesmo monumento na praça central de cada município. [Equipe ASN, Luzia Paula]


quinta-feira, 10 de maio de 2012

Evidências - Pessoas inteligentes acreditam em Deus? TVNOVOTEMPO

(O Grande Conflito) 1 Parte Da Lição (13) O Juizo Final


(O grande Conflito) 2 Parte Da Lição (13) O Juizo Final


(O grande Conflito) 3 Parte Da Lição (13) O Juizo Final


Brasileiro “bom samaritano” vira herói na China



O brasileiro Mozer Rhian Oliveira, de 27 anos, está no centro do mais recente caso de heroísmo que levou os chineses a questionar por que há poucos “bons samaritanos” no país. Na sexta-feira, o gaúcho impediu que uma chinesa fosse furtada na rua, mas atraiu a fúria do ladrão e seus comparsas, que o agrediram enquanto cerca de 50 pessoas olhavam impassíveis, sem tentar ajudá-lo. Oliveira levou 15 pontos na testa e foi recompensado pelo governo com 50 mil yuans (R$ 15,2 mil), como parte da campanha oficial que tenta inspirar os chineses a praticar boas ações. O país vive uma crise de consciência desde outubro, quando uma menina de dois anos, Yueyue, foi atropelada duas vezes em Foshan e não recebeu socorro de nenhuma das 18 pessoas que passaram pelo local. A criança foi levada ao hospital depois que uma catadora de lixo a retirou da rua e encontrou sua mãe. Mas ela morreu alguns dias mais tarde.
Na sexta-feira à noite, o brasileiro atravessava a rua na faixa de pedestres quando viu o ladrão com a mão dentro da bolsa de uma mulher, identificada como Zhu. Oliveira bateu nas costas do homem com seu guarda-chuva (fechado). O ladrão reagiu e logo dois comparsas apareceram e o atingiram no braço com a fivela de um cinto de segurança.
O gaúcho correu para a portaria do prédio onde trabalha e pela qual passa ao menos quatro vezes ao dia. Quando se abaixou para pegar uma placa na tentativa de se proteger, foi atingido na testa por uma barra de ferro. A cena foi assistida por várias pessoas que o conhecem, entre elas o guarda do prédio, mas ninguém veio a seu socorro. As agressões só terminaram quando os ladrões viram sua cabeça sangrando e fugiram.
O ato heroico transformou Oliveira em uma celebridade na cidade de Dongguan, na província sulista de Guangdong (Cantão), que concentra a maior comunidade de brasileiros do país, quase todos trabalhando na indústria calçadista.
Ontem, ele recebeu a visita de 20 oficiais dos governos municipal e provincial e foi agraciado com uma placa de honra ao mérito, além de receber a recompensa em dinheiro. Também concedeu entrevistas à imprensa local. “Os representantes do governo me disseram que o povo chinês deve seguir o exemplo dos estrangeiros e também ajudar o próximo”, disse Oliveira ao Estado.
Dias depois do atropelamento da menina de dois anos, uma uruguaia atirou-se no Lago Oeste da cidade de Hangzhou para salvar uma chinesa que se afogava, enquanto os turistas locais tiravam fotos da cena, sem ajudá-la. Em março, um homem estrangeiro foi a única pessoa a socorrer uma mulher no aeroporto de Pudong, em Xangai, depois de ela ter sido esfaqueada pelo próprio filho.
No clima de crise moral, até atos banais como a da mulher ocidental que ajudou um chinês caído na rua em Xian ganharam destaque na internet chinesa. Milhões de comentários feitos online desde o caso de Yueyue criticam omissão dos chineses diante de problemas alheios e questionam as razões da apatia.
Alguns apontam o fato de que os “bons samaritanos” podem ser responsabilizados pelo que vier a ocorrer com a vítima e citam o infame precedente de uma decisão dada por um juiz na cidade de Nanquim em 2006. O episódio envolveu um homem chamado Peng Yu, que socorreu e levou ao hospital uma mulher idosa que havia caído na rua. Dias depois a família o acusou de ter provocado o acidente e pediu uma indenização. O juiz responsável pelo caso o condenou, com um argumento que justifica a lógica da omissão: “Peng deve ser culpado. Do contrário, por que ele estaria disposto a ajudar?” A decisão foi revista depois da enorme indignação popular que provocou, mas Peng ainda foi obrigado a pagar 10% das despesas hospitalares da mulher.
A escritora Lijia Zhang, autora do livro A Garota da Fábrica de Mísseis, acredita que a indiferença tem raízes mais profundas. “Na nossa cultura, há uma ausência de disposição de mostrar compaixão por estranhos”, escreveu em seu blog após o caso de Yueyue. “Nós somos educados para mostrar bondade às pessoas de nossa rede de guanxi, parentes, amigos e sócios, mas não particularmente a estranhos, especialmente se tal bondade puder potencialmente afetar seus interesses”, ressaltou.
Os oficias que o visitaram ontem perguntaram a Oliveira por que ele agiu para impedir o furto. “Eu disse que sou cristão e acredito no amor ao próximo. Além disso, gostaria que alguém ajudasse minha mãe e minha irmã caso enfrentassem a mesma situação”, afirmou.
Nota: Você sabe de onde vêm os conceitos de “bom samaritano” e de ajuda ao próximo, seja ele quem for. Pelo visto, as palavras e o exemplo de Jesus estão fazendo muita falta a uma nação conhecida pela pujança econômica, militar e tecnológica, mas carente de uma religião que lhes ensine o valor mais básico e mais importante de todos: o amor desinteressado. Quem sabe alguns pedestres tenham pensado que aquele era o “carma” da assaltada e do agredido...[MB]

Contra crise, Portugal suspende Corpus Christi


O governo de Portugal divulgou um comunicado nesta terça-feira, 8, anunciando o corte de quatro dos 14 feriados nacionais a partir do ano que vem. A medida integra os esforços do executivo português para combater a crise econômica que assola o país. São dois feriados civis e dois feriados católicos suprimidos. Estes últimos são o Dia de Todos os Santos, em 1º de novembro, e o Corpus Christi, realizado sempre 60 dias após o domingo de Páscoa. A supressão vale para os próximos cinco anos, como previsto em um acordo firmado entre Lisboa e a Santa Sé. A Santa Sé informou que a celebração solene do Corpus Christi será transferida para o domingo seguinte ao dia em que seria o feriado. Os feriados civis suprimidos são o da proclamação da República em Portugal, em 5 de outubro, e o da restauração da independência portuguesa em 1640 após 60 anos de domínio espanhol, comemorado no dia 1º de dezembro. O país está sob um duro regime de austeridade para tentar sanear as contas públicas.



Nota: Sempre será mais fácil transferir para o domingo certas datas especiais e feriados. Se já fazem isso com datas religiosas como o Corpus Christi, imagine o que será feito com o sábado... A crise financeira (assim como a ambiental) poderá justificar muitas medidas arbitrárias e que acabarão violando a liberdade de credo de certas minorias, em favor do “bem coletivo”.[MB]

Obama: Jesus é a base do apoio ao “casamento” gay


Finalmente, Obama confessa que é a favor do “casamento” gay. “Acabo de concluir que para mim pessoalmente, é importante ir em frente e afirmar que penso que as duplas de mesmo sexo têm o direito de se casar”, Obama disse ontem a tarde numa entrevista para Robin Roberts, jornalista da ABC News.
Ninguém ficou surpreso com a declaração de Obama, pois seu governo, desde o início, vem promovendo e impondo a agenda gay com agressividade fenomenal. Em dezembro do ano passado, seu governo ordenou que todas as embaixadas e órgãos dos EUA no exterior fizessem da agenda gay prioridade absoluta. Essencialmente, o decreto de Obama transforma os EUA em uma poderosa agência policial mundial a favor do homossexualismo.
Antes de chegar à presidência, Obama era um senador esquerdista que apoiava publicamente o “casamento” gay. Mas desde a primeira eleição presidencial, ele tem se mantido em discrição e “silêncio”, dando a entender que mudou de ideia, embora suas ações descaradamente pró-homossexualismo deixassem claro que sua “mudança” era só de lábios.
O que parece ter arrancado Obama do armário da incoerência entre seus lábios e ações foi a vitória que o povo da Carolina do Norte obteve recentemente contra os supremacistas gays. Esquerdistas de peso como o ex-presidente Bill Clinton entraram na votação do estado americano que estava decidindo proibir ou não o “casamento” gay, a união civil gay e todo tipo de parceria gay.
Billy Graham, o maior evangelista do mundo, entrou na briga, e saíram perdendo Bill Clinton e todos os supremacistas gays. Diante do quadro lúgubre para os extremistas, Obama, num momento de muita emoção e revolta contra a derrota decisiva na Carolina do Norte, não se conteve e saiu do armário, determinado a mostrar para o público americano e mundial que o “casamento” gay é certo e que Billy Graham e o povo da Carolina do Norte estão errados.
Contudo, ele não deixou transparecer tal motivação. O que ele apontou como motivação foi sua “fé”, usando como exemplo a declaração onde Jesus diz que devemos tratar os outros como gostaríamos de ser tratados. Ele disse: “Pensamos acerca da nossa fé, que está na raiz de nossas convicções, não só de Cristo se sacrificando em nosso favor, mas também de nos amarmos uns aos outros”.
Mencionar Jesus hoje para apoiar qualquer ideia ou prática perversa não traz consequências. Mas Obama, o grande defensor do islamismo como “religião de paz”, jamais ousaria dizer que a base para seu apoio ao “casamento” gay é Maomé. O mundo islâmico inteiro se levantaria em brados e bombas.
Entretanto, ofender os cristãos, ou insultando Cristo ou usando o nome dEle profanamente para promover ideias e práticas contra a natureza dEle, é conduta normal de esquerdistas.
No passado, os homens que viviam em aberrações confessavam que a base de seus atos era Satã ou Satanás. Mas hoje, homens desse tipo perderam a vergonha, usando e abusando do nome de Jesus em defesa de suas pérfidas escolhas. Só não ousam usar e abusar do nome de Maomé ou do Corão com o mesmo objetivo.
Com sua confissão em reação à derrota esquerdista na Carolina do Norte, Obama se torna o primeiro presidente dos Estados Unidos a declarar apoio público ao “casamento” gay.

quarta-feira, 9 de maio de 2012

A Besta Do Apocalipse 13 E O 666 Estudo10 Com Pr-Alejandro Bullon



Reflexões Sobre o Dia das Mães

Com o rolar do tempo e o transcorrer dos dias, vamos chegando sucessivamente às mesmas datas e celebrações evocativas de afeto e de saudade. São os marcos do coração — os dias que condensam em suas horas fugazes, o que de vida e emoção fremiu e palpitou nos anelos, nas lutas, nas renúncias ou nas alegrias de muitos outros dias vividos. Tais são os natalícios da família, os aniversários de casamento — datas que tanto ajuntam de encanto e doçura à vida do lar — o Natal da cristandade e, de anos a esta parte, o emotivo Dia das Mães.
Para muitos, a festinha com que celebramos o amor materno talvez passe como tantas outras — ouvir-se-ão discursos, poesias e cânticos e músicas, e tudo desaparecerá com mais uma hora de maior ou menor emoção. Outros haverá, no entanto, para quem a celebração deste dia talvez encerre uma significação toda nova, percebendo-lhe um sentido mais vasto e fundo do que nunca lhe lograra penetrar.
Mas qual a razão de ser dessa festa? Qual o objetivo dessa celebração que se traduz em luzes e flores, palavras de exaltação e hinos de louvor? Não é acaso de sobejo conhecido esse Afeto sem limites, altamente proclamada essa dedicação sem par?
Sim, bem o sabemos todos. Todavia, quão pouco, relativamente, nos detemos a considerá-los em seus pormenores, a aquilatá-los em sua justa estimativa, a sondá-los em seu verdadeiro sentido? Quantas vezes, ao estouvado filho, para quem o sentimento é fraqueza, as solicitudes de uma mãe não se afiguram pieguice, suas lágrimas exageros mórbidos, suas admoestações impertinências intoleráveis?
Em certo sentido, como o dia de repouso semanal nos detém no agitado curso das lides diárias, convidando-nos a tudo deixar para o sursum corda da adoração e do louvor ao supremo Pai e doador de todos os bens, assim o Dia das Mães nos sugere um “Alto!” na rotina da vida, em que a alma volva ao passado na evocação dos incessantes cuidados, das múltiplas provas de amor e desvelado interesse que nos prodigalizou a venerável autora de nossos dias. Pois não tem sido ela, durante os anos de nossa impotente infância, a nossa Providência visível? Ela, que nos deu o ser em sofrimentos, e numa sucessão de lágrimas disfarçadas com heroísmo e sorrisos ufanamente ostentados, nos trouxe por entre escolhos e flores à varonilidade produtiva ou à feminilidade benéfica?
Que doença sofremos que ela se não afligisse? Que obstáculo enfrentamos, que não nos ajudasse a transpor? Que erro cometemos, que se lhe não confrangesse o coração, ou que vitória alcançamos que este lhe não transbordasse de júbilos e gratidões?
Triunfa o filho, ilustra-se e cobre-se de glória? É a mãe quem primeiro com isso se regozija. Cai ele em desagrado, prejudica-se ou desonra-se? É ela a primeira e a última a seu lado.
Conheci uma velhinha, mãe de dois únicos filhos. Um, distinto engenheiro, abastado e esposo de bondosa e delicada criatura; o outro, um inválido, sem cultivo e casado com uma mulher de caráter vulgar e sem linha. A velha mãe, senhora de recursos, malgrado o desejo do primeiro filho de a ter em sua companhia, quase não se afasta de ao pé do outro, desditoso, de cujo lar se tornou coluna, sofrendo o mau gênio da nora que lhe não sabe apreciar o gesto. Casos assim quase todos conhecemos, por isso que são tão comuns nas mães.
E como conforta, em meio dos muitos exemplos que ouvimos aqui e ali, de filhos extravagantes que espezinham o coração materno, ora por uma vida irregular e dissipada, ora pelo abandono a que votam na velhice a autora de seus dias, ora ainda por um trato áspero e desrespeitoso, como conforta, digo, ouvir a história de um bom filho! Não há muito que me foi relatado de um nosso vizinho que, pelo muito amor que tinha a sua mãe, não se quis casar; fê-la rainha de esplêndida morada, cobre-a de sedas e jóias, e pede aos servos que, se ela disser que pedra é pau e pau é pedra, concordem; e se lhes ordenar que atirem ao chão uma pilha de louça qualquer, lhe obedeçam. Será talvez um tanto exagerado esse amor, dirão, mas é decerto um raro e louvável exemplo de amor filial em nossos tempos!
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Com o rolar do tempo e o transcorrer dos dias, chegamos sucessivamente às mesmas datas e celebrações evocativas de afeto e de saudade. Mas os cenários mudam. Ontem, talvez um ramalhete de flores oferecido por entre carinhos e sorrisos, uma cartinha rescendendo apreço e amor! . . . Amanhã, quanta vez! uma lágrima ardente vertida sobre um perfil emoldurado de mulher . . . Uma braçada de flores, uma silhueta que se curva por sobre uma lápide silenciosa, em muda e dolorosa evocação!
Texto de Autoria de Isolina A. Waldvogel, publicado na Revista Adventista de Maio de 1960.