sábado, 28 de abril de 2012


Mensagem para o Tempo do Fim

Para cada período da História, Deus tem uma mensagem específica. Essa mensagem é denominada “verdade presente” Exemplo disso é a pregação de Noé, que conclamou o mundo antediluviano ao arrependimento e anunciou a destruição por meio do dilúvio (Gn 6 e 7).
No Novo Testamento, encontramos outro exemplo em que a mensagem presente consistia em aceitar Jesus de Nazaré como o Filho de Deus e Salvador do mundo. Embora essa pregação cristocêntrica permeie a Bíblia em todos os tempos, naquela época, os apóstolos tinham o desafio de levar as pessoas a aceitar o Carpinteiro judeu como o prometido Messias do Antigo Testamento (At 2:22-36; 4:11,12; 5:30,31).
Avançando na História, encontramos no século dezesseis o movimento da Reforma Protestante com a mensagem de que a Bíblia é a única regra de fé (Sola Scriptura) e de que a fé nos méritos de Cristo é o único meio pelo qual alguém pode ser aceito e salvo por Deus (Sola Fide). Tais aspectos da mensagem eram apropriados ao contexto em que os reformadores viviam, pois o papado havia exaltado a tradição em lugar do ‘Assim diz o Senhor” e a salvação pelas obras em lugar da justiça de Cristo.

Tempo do fim

Qual é a mensagem de Deus para nosso tempo? Para entendermos isso, precisamos identificar o período da História em que vivemos. No capítulo 12 do livro de Daniel, Deus revela ao profeta que o entendimento do seu livro só ocorreria no “tempo do fim” (v. 9). Esse tempo chegaria após o período profetizado “de um tempo, dois tempos e metade de um tempo” (v. 7), o que equivale a 1260 anos (538 d.C – 1798 d.C), nos quais o Romanismo mudaria o Decálogo, perseguiria os fiéis de Deus e lançaria a verdade por terra (Dn 7:25; 8:12; Ap 12:6,13,14; 13:5,6).
Portanto, em 1798, começou o ”tempo do fim” um período singular em que as principais profecias de Daniel se cumpririam (Dn 8:14; 12:11, 12), haveria um crescente avanço do conhecimento profético e também científico (Dn 12:4) e a História registraria importantes sinais preditos nos evangelhos e no livro do Apocalipse (Mt 24:29; Mc 13:24,25; Lc 21:11,25; Ap 6:12-14).2
Para esse tempo, Deus tem uma advertência de especial importância para os habitantes da Terra. É o último aviso de misericórdia a este mundo mergulhado nas trevas do pecado. Encontramos essa mensagem em Apocalipse 14:6-12 – a tríplice mensagem angélica. Essa tríplice mensagem antecede a cena da segunda vinda de Cristo – o Cavaleiro que vem para ceifar a seara da Terra (versos 14-16). Portanto, é uma advertência que deve ser comunicada no tempo do fim, uma solene mensagem que visa a preparar um povo para o encontro com o Rei que Se aproxima. O verso 13, que está entre a tríplice mensagem e os textos da Segunda Vinda, pronuncia uma bênção sobre aqueles que morrem no período em que essas mensagens são pregadas e crêem nelas: “Bem-aventurados os mortos que, desde agora, morrem no Senhor.”3
A pessoa de Cristo e Sua obra salvadora constituem o tema catalisador dessa tríplice mensagem. Nela, o ”evangelho eterno” as boas novas da justiça e da salvação em Cristo são o tema central e predominante, como demonstrado na introdução da passagem (v. 6).4
O primeiro anjo proclama o juízo de Deus (v. 7), o qual começou sua primeira fase em 22 de outubro de 1844. Nessa data, terminou o grande período profético dos 2300 anos de Daniel 8:14, e começou a purificação do santuário celestial, a qual corresponde ao mesmo julgamento visto pelo profeta no (capítulo 7:9-10) 5.
Nessa nova fase de Seu ministério, Cristo não só intercede pela humanidade, como já vinha fazendo, mas atua no juízo em defesa de Seu povo, que está sendo julgado conforme os registros celestiais (Dn 7:10). Para essa fase do julgamento, usam-se os termos juízo pré-advento ou juízo investigativo, pois ocorre no período que antecede a segunda vinda de Cristo e no qual os filhos de Deus são julgados/examinados pelo padrão da lei divina que deve ser obedecida como fruto da fé em Cristo.6 Diante da iminência do julgamento, o anjo conclama a humanidade a temer a Deus, glorificá-Lo e adorá-Lo.
O segundo anjo anuncia a queda de Babilônia (v. 8), o falso sistema religioso dos últimos dias. A queda é conseqüência de o sistema estar fundamentado no erro, por ter rejeitado a verdade bíblica e defender doutrinas espúrias, como: imortalidade da alma, santidade do domingo, salvação pelas obras, etc. Quem não aceitar as palavras de Cristo e não as praticar, experimentará a ruína (Mt 7:26, 27), e quem “ultrapassa a doutrina de Cristo e nela não permanece, não tem Deus” (2Jo 9). Assim, a mensagem do segundo anjo é um convite para que saiam de Babilônia todos os que foram enganados por suas falsas doutrinas (Ap 18:1-5) e aceitem a verdade conforme revelada em Cristo.
O terceiro anjo acompanha as outras mensagens com uma advertência contra a adoração à besta e ao recebimento da sua marca (Ap 14:9-11). Essa mensagem demonstra que o conflito final girará em torno da lealdade a Deus por meio da guarda dos Seus mandamentos ou à obediência a preceitos humanos.7 Uma corporação de Igreja/Estado, nos últimos dias (Ap 13:11, 12), obrigará a humanidade a observar como dia de guarda um falso dia de adoração (Ap 13:16,17) em lugar do dia estipulado por Deus em Sua lei (Êx 20:8-11). Os que aceitarem esse falso dia serão atingidos pelas sete últimas pragas que serão derramadas “sem mistura” de misericórdia (Ap 14:9, 10; 15:1; 16). Em contraste, haverá o grupo daqueles que permanecerão fiéis a Deus mesmo diante das mais terríveis ameaças e que foram classificados como santos por guardarem “os mandamentos de Deus” como fruto de sua “fé em Jesus” (Ap 14:12).

Mensagem específica

Justamente nesse tempo, o tempo do fim, no qual a tríplice mensagem deve ser proclamada, Deus suscita um povo para cumprir essa solene missão. Esse povo é identificado como aqueles “que guardam os mandamentos de Deus e têm o testemunho de Jesus” (Ap 12:17). Essa última característica – “o testemunho de Jesus” – é definida como a manifesta-ção do dom de profecia (Ap 19:10). A Igreja Adventista do Sétimo Dia se enquadra nessa classificação, pois surge no período do tempo do fim (1844) como resultado dos estudos e do cumprimento das profecias de Daniel e Apocalipse, exaltando a obediência à Lei de Deus, especificamente a validade do sábado, e testemunhando, em seu meio, a manifestação do verdadeiro dom de profecia na pessoa de Eilen G. White.
Desse modo, há um povo que prega uma mensagem específica no tempo determinado pela profecia. Esse povo foi levantado para restaurar as verdades que foram lançadas por terra durante o período de supremacia papal, reparar as “brechas” feitas na lei de Deus, edificando, assim, “as antigas ruínas” (Is 58:12). Nossa responsabilidade é levar ao mundo uma mensagem singular, preparando “a seara da Terra” para a vinda do Filho do homem. “Em sentido especial foram os adventistas do sétimo dia postos no mundo como vigias e portadores de luz. [..,] Confiou-se-lhes uma obra da mais solene importância: a proclamação da primeira, segunda e terceira mensagens angélicas. Nenhuma obra há de tão grande importância. Não devem eles permitir que nenhuma outra coisa lhes absorva a atenção. As mais solenes verdades já confiadas a mortais nos foram dadas, para as proclamarmos ao mundo. A proclamação dessas verdades deve ser nossa obra. O mundo precisa ser advertido, e o povo de Deus deve ser fiel ao legado que se lhe confiou”9 Tal responsabilidade deve incutir em nós um senso de missão jamais visto em outro povo. Precisamos nos unir e concentrar as nossas forças nessa direção
Mas não podemos nos esquecer de que só cumpriremos essa missão com a ajuda do Espírito Santo. Em Apocalipse 18:1, a Terra é vista sendo iluminada pela glória celestial, e essa glória é a manifestação poderosa do Espírito Santo no tempo do fim, derramando Seu poder sobre a igreja como “chuva serôdia!10 Esse poder capacitará a igreja para dar, “com potente voz” (verso 2), o último convite ao mundo, antes do fechamento da porta da graça (versos 2-5). Os adventistas do sétimo dia precisam ter como prioridade a busca desse poder a fim de continuar pregando “aos que se assentam sobre a terra, e a cada nação, e tribo, e língua, e povo” (verso 6) o evangelho eterno, no contexto da tríplice mensagem angélica. Cada pessoa que conheceu a verdade para o tempo presente e se une às fileiras do adventismo, é chamada a proclamar “as virtudes dAquele que vos chamou das trevas para a Sua maravilhosa luz” (I Pe 2:9). Portanto, cumpramos nossa missão!

Referências

1. MervinC Maxwell, Uma nova era segundo as profecias de Daniel (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 1996), p. 129,130.
2. Ibid.,p.318,319.
3. Alberto R. Timm, 0 Santuário e as três mensagens angélicas: fatores íntegrativos no desenvolvimento das doutrinas adventistas (Engenheiro Coelho, SP: Imprensa Universitária Adventista, 2002) p. 232.
4. Lição da Escola Sabatina, “O Último Convite: a mensagem dos três anjos”, outubro-dezembro,1994, p 17.
5. Clifford Goldstein, 1844: Uma explicacâo simples das principais profecias de Daniel – Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2000), p. 45-48.
6. Ellen G. White, O Grande Conflito (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 1988), p. 482.
7. Ellen G. White, Eventos Finais, p. 193.
8. Maxwell, 0p.Cit.,p. 422,423.
9. Ellen G. White, Evangelismo, p. 119,120.
10. Ellen G. White, O Grande Conflito pág 611, 612.
Texto de autoria de Ezinaldo Ubirajara Pereira, capelão do Hospital Adventista de Belém, Pará, publicado na Revista Adventista de Agosto/2008.
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Blog Sétimo Dia

Revista Novo Tempo 20 de abril de 2012

Programa 3 – Deus


Por que a breve volta de Jesus não é breve?

“No monte das Oliveiras, achava-se Jesus assentado, quando se aproximaram dele os discípulos, em particular, e lhe pediram: Dize-nos quando sucederão estas coisas e que sinal haverá da tua vinda e da consumação do século?” Mateus 24:3
O capítulo 24 de Mateus relata o diálogo entre Jesus e os discípulos, onde estes lhe perguntam sobre os sinais que antecederiam Sua vinda. Os versos que se seguem relatam os sinais que indicam a proximidade deste evento, e no verso 33 lemos as palavras do próprio Jesus acerca de Sua breve volta: “Assim também vós: quando virdes todas estas coisas, sabei que está próximo, às portas”.
O apóstolo Paulo, em sua carta aos Filipenses, escreveu: “Sejam amáveis com todos. O Senhor virá logo” (Fp 4:5 – NTLH – Nova Tradução na Linguagem de Hoje). Na carta aos Hebreus, também encontramos outra declaração: “Um pouco mais de tempo, um pouco mesmo, e virá aquele que tem de vir; ele não vai demorar” (10: 37). E ainda em Apocalipse 22, versos 7,12 e 20: “Escutem! — diz Jesus — Eu venho logo! Felizes os que obedecem às palavras proféticas deste livro! Escutem! — diz Jesus — Eu venho logo! Vou trazer comigo as minhas recompensas, para dá-las a cada um de acordo com o que tem feito”. Aquele que dá testemunho de tudo isso diz: — “Certamente venho logo! Amém! Vem, Senhor Jesus!”
Alguns perguntam o porquê de Jesus ainda não ter vindo, se a promessa é de que Ele voltará em breve. 2 Pedro 3:8, 9 responde: “Meus queridos amigos, não esqueçam isto: para o Senhor um dia é como mil anos, e mil anos, como um dia. O Senhor não demora a fazer o que prometeu, como alguns pensam. Pelo contrário, ele tem paciência com vocês porque não quer que ninguém seja destruído, mas deseja que todos se arrependam dos seus pecados”.
O tempo divino é diferente do nosso, e o desejo de Deus é que todos sejam salvos. Por isso, Ele dá a oportunidade de salvação a todos e espera com amor e paciência por aqueles que ainda não O aceitaram. Este é um dos motivos pelos quais Jesus ainda não voltou. É por causa do amor que Ele sente por você e por mim que está a esperar. Se Ele voltasse hoje, quantos seriam salvos? Estaríamos nós preparados? Hoje é um dia a menos para o Seu breve retorno e uma oportunidade a mais para nos prepararmos!
Que possamos expressar nossa gratidão a Deus, hoje, pelo dom da salvação demonstrando em nosso viver o quanto O amamos! E que o amor de Jesus seja a grande motivação da nossa vida.

sexta-feira, 27 de abril de 2012


Prova matemática de que o Universo teve um começo

Em um novo estudo, cosmólogos usaram as propriedades matemáticas da eternidade para mostrar que, apesar de o Universo poder durar para sempre, ele deve ter tido um começo. O Big Bang tornou-se parte da cultura popular desde que a expressão foi cunhada pelo físico Fred Hoyle, nos anos 1940, e representaria o nascimento de tudo. No entanto, o próprio Hoyle preferia muito mais um modelo diferente do cosmos: um universo de estado estacionário, sem começo nem fim, que se estende infinitamente para o passado e para o futuro. Essa ideia, entretanto, nunca vingou. Mas nos últimos anos, os cosmólogos começaram a estudar uma série de novas ideias com propriedades semelhantes. Curiosamente, essas ideias não entram necessariamente em conflito com a noção de um Big Bang.

Por exemplo, uma ideia é que o Universo é cíclico, com big bangs seguidos de “big crunches” (crises) seguido de big bangs em um ciclo infinito. Outra é a noção de inflação eterna, em que as diferentes partes do Universo se expandem e contraem em taxas diferentes. Essas regiões podem ser pensadas como universos diferentes em um multiverso gigante. [Tudo hipóteses sem confirmação empírica ou evidências sólidas, ressalte-se.]

Assim, embora pareça que vivemos em um cosmos que se expande, outros universos podem ser muito diferentes. E enquanto o nosso universo pode parecer que tem um começo, o multiverso não precisa ter um começo. [Essa é demais!]

Por fim, há a ideia de um universo emergente que existe como uma espécie de semente para a eternidade e, de repente, se expande.

Essas teorias cosmológicas modernas sugerem que a evidência observacional de um universo em expansão (como o nosso) é consistente com um cosmo sem começo nem fim. Mas não é bem assim. Audrey Mithani e Alexander Vilenkin, da Universidade Tufts em Massachusetts, EUA, dizem que todos os modelos propostos são matematicamente incompatíveis com um passado eterno. A análise dos pesquisadores sugere que esses três modelos do Universo devem ter tido um começo.

Seu argumento está centrado sobre as propriedades matemáticas da eternidade – um universo sem começo e sem fim. Tal universo deve conter trajetórias que se estendem infinitamente no passado. No entanto, Mithani e Vilenkin lembram que esse tipo de trajetória do passado não pode ser infinita se for parte de um universo que se expande de uma maneira específica.

Universos cíclicos e universos de inflação eterna se expandem dessa forma específica. Então, esses tipos de universo não podem ser eternos no passado, e devem, portanto, ter tido um começo. “Embora a expansão possa ser eterna no futuro, não pode ser estendida indefinidamente para o passado”, dizem eles.

Esses modelos podem parecer estáveis do ponto de vista clássico, mas são instáveis do ponto de vista da mecânica quântica. A conclusão é inevitável. “Nenhum desses cenários pode realmente ser eterno no passado”, diz Mithani e Vilenkin.

Como a evidência observacional é que o nosso universo está se expandindo, então ele também deve ter nascido em algum ponto no passado. Não adianta fugir dele...Voltamos para o Big Bang.


Nota: Hoyle preferia um universo sem começo nem fim, que se estende infinitamente para o passado e para o futuro. Mas, se o Universo fosse eterno para o passado, como explicar o fato de que estamos aqui, neste momento? Imagine peças de dominó empilhadas numa fileira, uma após a outra. Você conhece a brincadeira. Agora imagine que uma das pontas da fileira se estendesse ao infinito. Derrubando-se a primeira peça (seja lá onde ela estivesse, já que estaria no infinito), algum dia seria possível que as peças do presente fossem derrubadas pelo efeito dominó? Isso nunca aconteceria, pois infinito não tem começo. Da mesma forma, se nosso universo fosse infinito, não estaríamos aqui contando o tempo. Mithani e Vilenkin concluíram o que os teístas têm dito desde sempre: o Universo foi criado em algum tempo passado. Por que criado? Simples: tudo o que teve um começo tem que ter uma causa (conhece algo que teve um começo e passou a existir do nada?). Se o Universo teve um começo (e tudo indica que teve), qual foi a causa dele? Você percebe por que a imaginação naturalista simpatiza com a hipótese metafísica dos multiversos? Eles precisam dela para fugir do óbvio e impedir que Deus coloque o pé na porta, abrindo uma fresta para o transcendente que eles negam a priori.[MB]

[ QUALQUER PESSOA PODE TER DEPRESSÃO ? NO PROGRAMA NA MIRA DA VERDADE ]

DEPRESSÂO 2-NO PROGRAMA NA MIRA DA VERDADE



Sobrevivendo à Depressão – 1

Então, Ele me disse: A Minha graça te basta, porque o poder se aperfeiçoa na fraqueza. De boa vontade, pois, mais me gloriarei nas fraquezas, para que sobre mim repouse o poder de Cristo. II Cor. 12:9.
Charles Spurgeon, o grande pregador da era vitoriana, tinha períodos de profunda depressão. Uma vez, ele disse para um amigo que “existem masmorras sob o castelo do desespero.” Mas, abeberava-se das coisas espirituais. As boas-novas da graça de Deus e de Sua redenção eram muito reais para ele. Ao voltar para casa, depois de um intenso dia de trabalho, Spurgeon sentia-se muito cansado e deprimido. As pessoas levavam a ele todo problema; contudo, poucos ouviam os problemas dele.
Mas apareceu um texto para reanimá-lo. As palavras “A minha graça te basta” (II Cor. 12:9) percorreram sua mente, e ele foi ver o texto no original. Foi então que essa parcela de boas-novas o atingiu com mais força. Deus parecia falar-lhe diretamente: “A minha graça te basta.” Spurgeon viu-se respondendo em voz alta, entre gargalhadas: “Eu devia pensar que sim, Senhor.” Posteriormente, disse: “Até então, nunca havia entendido o que era o riso santo de Abraão. Descrer parecia, agora, um total absurdo”.
“Ó irmãos”, Spurgeon escreveu aos seus amigos, “sejam grandes crentes. Uma pequena fé levará sua alma ao Céu, mas uma grande fé trará o Céu para sua alma.” Ele descobriu que o Céu é viver na presença de Deus. Embora, como cristãos, aspiremos à recompensa final, uma terra em que não há sofrimento, lágrimas, dor, enfermidade nem morte, existe outra dimensão do Céu que é freqüentemente deixada de lado. Quando o fariseu inquiriu Jesus sobre o reino de Deus, ouviu como resposta: “Porque o reino de Deus está dentro de vós.” Luc. 17:21.
Quando Cristo, através do Espírito Santo, entra em nossa vida, o reino de Deus é estabelecido no coração. O Espírito cura feridas, enxuga lágrimas, dá-nos uma nova esperança. Com Spurgeon, descobrimos que a graça de Deus é suficiente. Alegre-se em Cristo. O reino de Deus está com você.
Pr. Mark Finley – Sobre a Rocha.

Crise no sistema bancário de 2008 e tendências - parte 1


Crise no sistema bancário de 2008 e tendências - parte 2


Crise no sistema bancário de 2008 e tendências - parte 3


Crise no sistema bancário em 2008 e tendências - parte 4


quinta-feira, 26 de abril de 2012


Suécia, é o primeiro país sem notas com curso legal?

O primeiro país europeu a apresentar os projetos em seu sistema monetário será responsável pelo cumprimento "nova era" profecia que incluiu o desaparecimento de dinheiro físico com o advento de métodos de pagamento digital.
Suécia introduziu o dinheiro de papel em 1661 pela mão de Johan Palmstruch forex comerciante, que deu bilhete como um recibo para quem o ouro ou outro metal depositado no Banco de Estocolmo.
[Pode interessar a você: O custo milionário de ortografia ]
Hoje, o país escandinavo está a considerar a possibilidade de novamente ser um pioneiro, mas desta vez eliminando completamente moedas, notas e qualquer expressão física do dinheiro para substituir cartões de crédito, assinaturas através do telefone móvel e gateways de pagamento da Internet.
Durante vários anos, algumas cidades suecas parou de aceitar dinheiro. Na verdade, moedas e notas e representam apenas 3% do dinheiro em circulação, em comparação com 9% da média da zona euro e 7% em os EUA. Crime Uma das principais causas de extinção dinheiro sueco é na luta contra o crime. Um aumento de assaltos à mão armada levou as instituições financeiras para iniciar uma diminuição progressiva do uso do dinheiro nas operações bancárias. A iniciativa resultou em uma redução drástica em assaltos, que passou de 110 para apenas 16 em três anos.


"Se pudermos reduzir a quantidade de dinheiro em circulação nos bancos e empresas também a reduzir os roubos", disse o porta-voz Marie Olha, para o Sindicato dos Bancários, o site da BBC."Quando totalmente abandonar o dinheiro, não houve mais roubos. Qual é o ponto de roubar um banco, se não há nada a ser?", Conclui.
O ônibus ea esmola, cartão de
crime era precisamente a razão que obrigou a cidade de Estocolmo para remover o pagamento em dinheiro de autocarros públicos, depois de vários pilotos foram agredidos pela força para remover a coleção. Agora você paga com cartões pré-pagos ou celular.
Os novos métodos de pagamento tem mesmo algumas igrejas, como Carl Gustaf em Karlshamn, sul do país. Gustaf religiosa costumes decidiu adaptar a tecnologia mais recente e se tornou o primeiro pastor do país para instalar um leitor de cartão para facilitar os paroquianos para a sua generosa doação de esmolas.


Conflito milenar pela adoração


Caminhando com Jesus


NUVENS VERDES MISTERIOSAS ASSUSTAM MOSCOU



Misteriosas nuvens verdes foram vistos sobre a capital russa, o que provocou temores de um desastre químico e até mesmo algumas teorias apocalípticas.
Mas o Ministério de Emergências está aconselhando o público a se acalmar. Ele diz que as nuvens são realmente composto de pólen de bétula, não de produtos químicos de uma fábrica supostamente queima na região de Moscou, como alguns relataram.
Algumas pessoas, no entanto, ficou tão assustada que até mesmo os comentários oficiais não poderia convencê-los. Usuários do Twitter russos foram postar mensagens alarmantes como " escolas de Moscou estão fechadas por causa da explosão! As crianças são mandadas para casa " , " Sky virou completamente verde no sul de Moscou! " e "A fábrica em Kaluga é destruída! "Uma inundação de 911 chamadas também foi registrado.
Outros acreditam que as autoridades estão escondendo informações do público: " O pólen é apenas uma desculpa.Ela pode muito bem ser o início do Apocalipse! "um popular blogueiro russo enviado para seus leitores. 
O estranho fenômeno natural, misticamente coincidiu com o 26 º aniversário do desastre de Chernobyl, que causou ainda mais as especulações sobre a retenção de informações autoridades.
Os biólogos dizem bétulas começaram a florescer, ontem, o que também explicaria porque os moscovitas começaram a espirrar. Pólen de bétula é um alérgeno forte, para que as pessoas que sofrem de febre do feno são fortemente aconselhados a tomar as medidas necessárias.




" Este pólen pode permanecer no ar por muito tempo - cerca de quatro semanas " , disse o biólogo Vladimir Murashov Ria-Novosti. "O vento pode transportar dez quilômetros a partir da árvore. "



O Grande Conflito - Testemunho de Ex-guitarrista de banda de rock



A pobreza nesse mundo é sinal de fracasso, afirma bispo da IURD

Para o genro de Edir Macedo o diabo não se preocupa com que é curado, mas continua sem prosperidade
por Leiliane Roberta Lopes

A pobreza nesse mundo é sinal de fracasso, afirma bispo da IURD
O bispo Renato Cardoso, da Igreja Universal do Reino de Deus, escreveu mais um texto polêmico. Dessa vez ele afirma que se o povo de Deus não tiver prosperidade as pessoas não vão desejar ouvir sobre o Evangelho.
O texto publicado no site Arca Universal fala que um dos maiores medos do diabo é ver o povo de Deus crescendo e tendo melhores condições financeiras. “Se o povo de Deus for pobre, então ninguém vai querer ouvi-lo nem respeitá-lo, pois a pobreza nesse mundo é sinal de fracasso”, escreve o genro do bispo Edir Macedo.
Cardoso chega a dizer que o inimigo de nossas almas não se importa se as pessoas são saradas, se são libertas de vícios, se as famílias são restauradas, mas continuam pobres. Isso porque “Ninguém dá ouvidos ao podre” ressalta o bispo citando Eclesiastes 9:16.
“São os ricos que são ouvidos. Eles é quem têm influência. Por isso, se o diabo quer sufocar a Palavra de Deus; se ele quer deter o Evangelho; se ele quer atrasar o plano de salvação que Deus tem para o mundo, ele sabe que uma boa estratégia é impedir o crescimento e prosperidade do povo de Deus”, escreve.
No final do texto ele ainda afirma que Deus quer que seus servos tenham uma vida farta, mas ao mesmo tempo há quem queira vê-los na pobreza. A decisão de ter condições financeiras ou não está nas mãos dos fiéis. Leia o texto na íntegra aqui.


Fonte: http://noticias.gospelprime.com.br/a-pobreza-nesse-mundo-e-sinal-de-fracasso-afirma-bispo-da-iurd/#ixzz1tMdQDCyT

Sistema de vigilância global: qual o objetivo?


Artigo assinado por Valério Cruz Brittos e Jéssica M. G. Finger que são, respectivamente, professor titular no Programa de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação da Unisinos; e graduanda do Curso de Comunicação Social – Publicidade e Propaganda na mesma instituição.
Em 2000, parte do Parlamento Europeu esteve reunido para discutir e votar a favor da realização de um relatório que procurava analisar e compreender uma prática que vinha sendo realizada por alguns países ao redor do globo, desde o final da Segunda Guerra Mundial, de captura de dados planetariamente. O chamado sistema Echelon de escuta e vigilância global fora aí pela primeira vez alvo de especulações de fontes oficiais. O estímulo para a investigação vinha da constatação, cada vez mais segura, de que cinco países – Estados Unidos, Canadá, Reino Unido, Austrália e Nova Zelândia – estavam utilizando sistemas de interceptação de satélite para não somente apurar dados militares e de segurança nacional, mas, muito provavelmente, para ter vantagem econômica sobre outros países ou empresas, assim como coletar qualquer espécie de informação que lhes fosse útil, inclusive de civis.
Isto remete à questão dos dados captados por um sistema midiático que se espalha em todos os cantos e sobre tudo. Nessa situação, muitos deputados nem mesmo se mostravam inteirados a respeito da existência de tal sistema, situação que não surpreende, visto que o sistema é operado por agências de inteligência e seguridade, permanecendo no quadro dos assuntos escusos dos governos envolvidos. O panorama, contudo, não pareceu mudar muito, mais de 10 anos depois. Os governos não têm interesse de propagação desse conhecimento e muitos cidadãos são céticos ao depararem com essa possível realidade, indagando-se de que maneira o sistema poderia, de fato, interferir em sua vida privada. Não obstante, muitos ignoram que a simples existência de um sistema dessa natureza, utilizado também em escuta e vigilância de civis, já estará interferindo em seus direitos de privacidade e democracia.
As estações de monitoração
Diversas estações terrestres equipadas e construídas para tal fim compõem o sistema Echelon. São pelo menos 11 estações reconhecidas e expostas no relatório da União Europeia, mas é grande a probabilidade de existirem outros postos que operam com a mesma finalidade. Elas estão construídas e posicionadas de forma estratégica ao longo de quatro continentes – Europa, América, Ásia e Oceania –, visando a facilitar a comunicação com os diversos satélites que orbitam a exosfera, compondo um quadro de monitoração de alcance global. Estas estações estão, desde 1980, equipadas com antenas capazes de captar sinais de comunicação via Intelsat. Trata-se do primeiro sistema mundial de comunicação por satélite que pode interceptar qualquer espécie de informação que trafegue no globo, seja por meio da internet, do rádio, de e-mails, telefones, fax ou telex. Ou seja: o sistema não trabalha apenas para a monitoração de satélites, mas também de cabos e ondas de rádio.
Sendo a massa de comunicações efetuadas diariamente ao redor do globo gigantesca, o esforço necessário para filtragem da informação deve ser proporcional. Dessa maneira, mecanismos e sistemas de busca foram desenvolvidos para otimizar o trabalho. Nicky Hager, jornalista neozelandês que estudou o sistema e relatou sua pesquisa no livro Secret Power, New Zealand's Role in the International Spy Network(ainda sem tradução para o português), conta que o sistema Echelon trabalha segundo uma lógica de filtragem que seleciona mensagens que contenham palavras-chave pré-determinadas, que compõem o chamado Echelon Dictionary. As palavras podem tanto ser nomes e localidades, quanto assuntos específicos ou qualquer outra questão que seja do interesse dos grupos que operam o sistema.
Dessa maneira, tarefas são distribuídas entre as estações de monitoração. Há certos postos que interceptam satélites específicos, o que depende de suas posições geográficas. Por exemplo, uma estação de Waihopai, na Nova Zelândia, monitora satélites Intelsat localizados sobre o Pacífico, e outra de Sugar Grove, nos EUA, intercepta comunicações que estão sobre o Atlântico. Contudo, palavras-chave de interesse exclusivo de algum dos países, mesmo que a interceptação seja feita em estação fora de seu território, não serão reveladas às estações que a interceptarem. Destarte, é possível afirmar que o modus operandi é engendrado de forma a ser quase automático, visto que é todo processado e realizado através de computadores, mantendo o sigilo absoluto de tudo o que é procurado e encontrado.
Atividades, comportamento e preferências
Agora vem a pergunta: isso é legal, se todos têm direito à privacidade, em Estados que prezam pela democracia e a liberdade de expressão? O que a Constituição europeia aponta é que, em relação à circulação livre de dados e à proteção da privacidade no setor das telecomunicações, não é aplicado em caso de tratamento de informações ou atividades que tangem a defesa e segurança pública, incluindo o bem-estar econômico do Estado. Ou seja, constitucionalmente o Echelon não infringe as leis de direito, se aplicado a situações de segurança de Estado, uma definição por si só controversa. Sabe-se, contudo, que são os mesmos satélites que carregam informações de interesse do Estado, de empresas e companhias de natureza econômica competitiva e de civis que utilizam qualquer plataforma de comunicação tecnológica, estando a sua interceptação a alguns cliques de distância.
Como saber, então, se a utilização do sistema é, de fato, voltada apenas para a segurança? Utilizada de maneira irregular, essa tecnologia pode pôr em perigo a liberdade que cada indivíduo tem de se expressar e se posicionar contra ideias pré-estabelecidas, ou de fomentar qualquer espécie de movimentação que aja contra a “máquina”, pois todos os seus movimentos passariam a ser vigiados e as transgressões, punidas. Seria mais uma engrenagem da sociedade disciplinar que rastreia, detecta, castiga e corrige. Essa discussão também traz à tona questionamentos a respeito da tecnologia em geral, que estão presentes de forma massiva e modeladora nas sociedades atuais. O nível de exposição que possibilitam é gigantesco, facilitando o rastreamento de atividades, padrões de comportamento e preferências gerais. A questão é que os mecanismos estão dispostos. Só resta saber exatamente para que.
Nota: Sistemas de vigilância global não são novidade, pois há vários anos esse tipo de tecnologia tem interessado a muitos governantes por motivos nunca totalmente esclarecidos. O que parece curioso é que sorrateiramente esses sistemas são testados atualmente pelos governantes com a ideia de centralizar informações e, de alguma maneira, armazenar informações dos cidadãos. Mas com que intenção? Essa é a mesma pergunta que as articulistas acima fizeram?
O comprometimento da direito à privacidade abre um precedente enorme para outras perdas de liberdade, o que inclui certamente a de crença ou expressão religiosa. Até que ponto se pode pensar que uma crença é verdadeiramente livre se os cidadãos que professam determinado pensamento religioso têm seus diálogos e conceitos monitorados por serviços oficiais? 
Recebi alguns e-mail sobre um vídeo a respeito de um suposto microchip obrigatório que o governo dos Estados Unidos estaria querendo lançar em março de 2013 com a finalidade de monitorar as pessoas que utilizam o sistema de saúde público. Há alguns documentos que parecem aludir a isso, mas, como não concluí minha pesquisa mais aprofundada acerca desse material, não irei publicar nada mais a respeito. Se for um instrumento para controle é igualmente perigoso, pois pode, no médio prazo, servir de instrumento para um controle sobre o que pensam e fazem as pessoas, incluindo no campo religioso.
Jesus advertiu profeticamente que haveria perseguições a cristãos que fielmente se mantivessem ao Seu lado nos dias finais desse mundo. Isso está registrado com exatidão nos evangelhos. Não sou alarmista e nem quero fazer um terrorismo escatológico aqui, mas vejo com preocupação mecanismos para vigilância dos cidadãos. A que se presta tudo isso? E por que os motivos para essas sistemáticas existirem não são declarados de uma maneira mais franca? Questionamentos que permanecem e que põem em xeque o direito à privacidade.