sábado, 28 de abril de 2012


Mensagem para o Tempo do Fim

Para cada período da História, Deus tem uma mensagem específica. Essa mensagem é denominada “verdade presente” Exemplo disso é a pregação de Noé, que conclamou o mundo antediluviano ao arrependimento e anunciou a destruição por meio do dilúvio (Gn 6 e 7).
No Novo Testamento, encontramos outro exemplo em que a mensagem presente consistia em aceitar Jesus de Nazaré como o Filho de Deus e Salvador do mundo. Embora essa pregação cristocêntrica permeie a Bíblia em todos os tempos, naquela época, os apóstolos tinham o desafio de levar as pessoas a aceitar o Carpinteiro judeu como o prometido Messias do Antigo Testamento (At 2:22-36; 4:11,12; 5:30,31).
Avançando na História, encontramos no século dezesseis o movimento da Reforma Protestante com a mensagem de que a Bíblia é a única regra de fé (Sola Scriptura) e de que a fé nos méritos de Cristo é o único meio pelo qual alguém pode ser aceito e salvo por Deus (Sola Fide). Tais aspectos da mensagem eram apropriados ao contexto em que os reformadores viviam, pois o papado havia exaltado a tradição em lugar do ‘Assim diz o Senhor” e a salvação pelas obras em lugar da justiça de Cristo.

Tempo do fim

Qual é a mensagem de Deus para nosso tempo? Para entendermos isso, precisamos identificar o período da História em que vivemos. No capítulo 12 do livro de Daniel, Deus revela ao profeta que o entendimento do seu livro só ocorreria no “tempo do fim” (v. 9). Esse tempo chegaria após o período profetizado “de um tempo, dois tempos e metade de um tempo” (v. 7), o que equivale a 1260 anos (538 d.C – 1798 d.C), nos quais o Romanismo mudaria o Decálogo, perseguiria os fiéis de Deus e lançaria a verdade por terra (Dn 7:25; 8:12; Ap 12:6,13,14; 13:5,6).
Portanto, em 1798, começou o ”tempo do fim” um período singular em que as principais profecias de Daniel se cumpririam (Dn 8:14; 12:11, 12), haveria um crescente avanço do conhecimento profético e também científico (Dn 12:4) e a História registraria importantes sinais preditos nos evangelhos e no livro do Apocalipse (Mt 24:29; Mc 13:24,25; Lc 21:11,25; Ap 6:12-14).2
Para esse tempo, Deus tem uma advertência de especial importância para os habitantes da Terra. É o último aviso de misericórdia a este mundo mergulhado nas trevas do pecado. Encontramos essa mensagem em Apocalipse 14:6-12 – a tríplice mensagem angélica. Essa tríplice mensagem antecede a cena da segunda vinda de Cristo – o Cavaleiro que vem para ceifar a seara da Terra (versos 14-16). Portanto, é uma advertência que deve ser comunicada no tempo do fim, uma solene mensagem que visa a preparar um povo para o encontro com o Rei que Se aproxima. O verso 13, que está entre a tríplice mensagem e os textos da Segunda Vinda, pronuncia uma bênção sobre aqueles que morrem no período em que essas mensagens são pregadas e crêem nelas: “Bem-aventurados os mortos que, desde agora, morrem no Senhor.”3
A pessoa de Cristo e Sua obra salvadora constituem o tema catalisador dessa tríplice mensagem. Nela, o ”evangelho eterno” as boas novas da justiça e da salvação em Cristo são o tema central e predominante, como demonstrado na introdução da passagem (v. 6).4
O primeiro anjo proclama o juízo de Deus (v. 7), o qual começou sua primeira fase em 22 de outubro de 1844. Nessa data, terminou o grande período profético dos 2300 anos de Daniel 8:14, e começou a purificação do santuário celestial, a qual corresponde ao mesmo julgamento visto pelo profeta no (capítulo 7:9-10) 5.
Nessa nova fase de Seu ministério, Cristo não só intercede pela humanidade, como já vinha fazendo, mas atua no juízo em defesa de Seu povo, que está sendo julgado conforme os registros celestiais (Dn 7:10). Para essa fase do julgamento, usam-se os termos juízo pré-advento ou juízo investigativo, pois ocorre no período que antecede a segunda vinda de Cristo e no qual os filhos de Deus são julgados/examinados pelo padrão da lei divina que deve ser obedecida como fruto da fé em Cristo.6 Diante da iminência do julgamento, o anjo conclama a humanidade a temer a Deus, glorificá-Lo e adorá-Lo.
O segundo anjo anuncia a queda de Babilônia (v. 8), o falso sistema religioso dos últimos dias. A queda é conseqüência de o sistema estar fundamentado no erro, por ter rejeitado a verdade bíblica e defender doutrinas espúrias, como: imortalidade da alma, santidade do domingo, salvação pelas obras, etc. Quem não aceitar as palavras de Cristo e não as praticar, experimentará a ruína (Mt 7:26, 27), e quem “ultrapassa a doutrina de Cristo e nela não permanece, não tem Deus” (2Jo 9). Assim, a mensagem do segundo anjo é um convite para que saiam de Babilônia todos os que foram enganados por suas falsas doutrinas (Ap 18:1-5) e aceitem a verdade conforme revelada em Cristo.
O terceiro anjo acompanha as outras mensagens com uma advertência contra a adoração à besta e ao recebimento da sua marca (Ap 14:9-11). Essa mensagem demonstra que o conflito final girará em torno da lealdade a Deus por meio da guarda dos Seus mandamentos ou à obediência a preceitos humanos.7 Uma corporação de Igreja/Estado, nos últimos dias (Ap 13:11, 12), obrigará a humanidade a observar como dia de guarda um falso dia de adoração (Ap 13:16,17) em lugar do dia estipulado por Deus em Sua lei (Êx 20:8-11). Os que aceitarem esse falso dia serão atingidos pelas sete últimas pragas que serão derramadas “sem mistura” de misericórdia (Ap 14:9, 10; 15:1; 16). Em contraste, haverá o grupo daqueles que permanecerão fiéis a Deus mesmo diante das mais terríveis ameaças e que foram classificados como santos por guardarem “os mandamentos de Deus” como fruto de sua “fé em Jesus” (Ap 14:12).

Mensagem específica

Justamente nesse tempo, o tempo do fim, no qual a tríplice mensagem deve ser proclamada, Deus suscita um povo para cumprir essa solene missão. Esse povo é identificado como aqueles “que guardam os mandamentos de Deus e têm o testemunho de Jesus” (Ap 12:17). Essa última característica – “o testemunho de Jesus” – é definida como a manifesta-ção do dom de profecia (Ap 19:10). A Igreja Adventista do Sétimo Dia se enquadra nessa classificação, pois surge no período do tempo do fim (1844) como resultado dos estudos e do cumprimento das profecias de Daniel e Apocalipse, exaltando a obediência à Lei de Deus, especificamente a validade do sábado, e testemunhando, em seu meio, a manifestação do verdadeiro dom de profecia na pessoa de Eilen G. White.
Desse modo, há um povo que prega uma mensagem específica no tempo determinado pela profecia. Esse povo foi levantado para restaurar as verdades que foram lançadas por terra durante o período de supremacia papal, reparar as “brechas” feitas na lei de Deus, edificando, assim, “as antigas ruínas” (Is 58:12). Nossa responsabilidade é levar ao mundo uma mensagem singular, preparando “a seara da Terra” para a vinda do Filho do homem. “Em sentido especial foram os adventistas do sétimo dia postos no mundo como vigias e portadores de luz. [..,] Confiou-se-lhes uma obra da mais solene importância: a proclamação da primeira, segunda e terceira mensagens angélicas. Nenhuma obra há de tão grande importância. Não devem eles permitir que nenhuma outra coisa lhes absorva a atenção. As mais solenes verdades já confiadas a mortais nos foram dadas, para as proclamarmos ao mundo. A proclamação dessas verdades deve ser nossa obra. O mundo precisa ser advertido, e o povo de Deus deve ser fiel ao legado que se lhe confiou”9 Tal responsabilidade deve incutir em nós um senso de missão jamais visto em outro povo. Precisamos nos unir e concentrar as nossas forças nessa direção
Mas não podemos nos esquecer de que só cumpriremos essa missão com a ajuda do Espírito Santo. Em Apocalipse 18:1, a Terra é vista sendo iluminada pela glória celestial, e essa glória é a manifestação poderosa do Espírito Santo no tempo do fim, derramando Seu poder sobre a igreja como “chuva serôdia!10 Esse poder capacitará a igreja para dar, “com potente voz” (verso 2), o último convite ao mundo, antes do fechamento da porta da graça (versos 2-5). Os adventistas do sétimo dia precisam ter como prioridade a busca desse poder a fim de continuar pregando “aos que se assentam sobre a terra, e a cada nação, e tribo, e língua, e povo” (verso 6) o evangelho eterno, no contexto da tríplice mensagem angélica. Cada pessoa que conheceu a verdade para o tempo presente e se une às fileiras do adventismo, é chamada a proclamar “as virtudes dAquele que vos chamou das trevas para a Sua maravilhosa luz” (I Pe 2:9). Portanto, cumpramos nossa missão!

Referências

1. MervinC Maxwell, Uma nova era segundo as profecias de Daniel (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 1996), p. 129,130.
2. Ibid.,p.318,319.
3. Alberto R. Timm, 0 Santuário e as três mensagens angélicas: fatores íntegrativos no desenvolvimento das doutrinas adventistas (Engenheiro Coelho, SP: Imprensa Universitária Adventista, 2002) p. 232.
4. Lição da Escola Sabatina, “O Último Convite: a mensagem dos três anjos”, outubro-dezembro,1994, p 17.
5. Clifford Goldstein, 1844: Uma explicacâo simples das principais profecias de Daniel – Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2000), p. 45-48.
6. Ellen G. White, O Grande Conflito (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 1988), p. 482.
7. Ellen G. White, Eventos Finais, p. 193.
8. Maxwell, 0p.Cit.,p. 422,423.
9. Ellen G. White, Evangelismo, p. 119,120.
10. Ellen G. White, O Grande Conflito pág 611, 612.
Texto de autoria de Ezinaldo Ubirajara Pereira, capelão do Hospital Adventista de Belém, Pará, publicado na Revista Adventista de Agosto/2008.
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Blog Sétimo Dia

Revista Novo Tempo 20 de abril de 2012

Programa 3 – Deus


Por que a breve volta de Jesus não é breve?

“No monte das Oliveiras, achava-se Jesus assentado, quando se aproximaram dele os discípulos, em particular, e lhe pediram: Dize-nos quando sucederão estas coisas e que sinal haverá da tua vinda e da consumação do século?” Mateus 24:3
O capítulo 24 de Mateus relata o diálogo entre Jesus e os discípulos, onde estes lhe perguntam sobre os sinais que antecederiam Sua vinda. Os versos que se seguem relatam os sinais que indicam a proximidade deste evento, e no verso 33 lemos as palavras do próprio Jesus acerca de Sua breve volta: “Assim também vós: quando virdes todas estas coisas, sabei que está próximo, às portas”.
O apóstolo Paulo, em sua carta aos Filipenses, escreveu: “Sejam amáveis com todos. O Senhor virá logo” (Fp 4:5 – NTLH – Nova Tradução na Linguagem de Hoje). Na carta aos Hebreus, também encontramos outra declaração: “Um pouco mais de tempo, um pouco mesmo, e virá aquele que tem de vir; ele não vai demorar” (10: 37). E ainda em Apocalipse 22, versos 7,12 e 20: “Escutem! — diz Jesus — Eu venho logo! Felizes os que obedecem às palavras proféticas deste livro! Escutem! — diz Jesus — Eu venho logo! Vou trazer comigo as minhas recompensas, para dá-las a cada um de acordo com o que tem feito”. Aquele que dá testemunho de tudo isso diz: — “Certamente venho logo! Amém! Vem, Senhor Jesus!”
Alguns perguntam o porquê de Jesus ainda não ter vindo, se a promessa é de que Ele voltará em breve. 2 Pedro 3:8, 9 responde: “Meus queridos amigos, não esqueçam isto: para o Senhor um dia é como mil anos, e mil anos, como um dia. O Senhor não demora a fazer o que prometeu, como alguns pensam. Pelo contrário, ele tem paciência com vocês porque não quer que ninguém seja destruído, mas deseja que todos se arrependam dos seus pecados”.
O tempo divino é diferente do nosso, e o desejo de Deus é que todos sejam salvos. Por isso, Ele dá a oportunidade de salvação a todos e espera com amor e paciência por aqueles que ainda não O aceitaram. Este é um dos motivos pelos quais Jesus ainda não voltou. É por causa do amor que Ele sente por você e por mim que está a esperar. Se Ele voltasse hoje, quantos seriam salvos? Estaríamos nós preparados? Hoje é um dia a menos para o Seu breve retorno e uma oportunidade a mais para nos prepararmos!
Que possamos expressar nossa gratidão a Deus, hoje, pelo dom da salvação demonstrando em nosso viver o quanto O amamos! E que o amor de Jesus seja a grande motivação da nossa vida.

sexta-feira, 27 de abril de 2012


Prova matemática de que o Universo teve um começo

Em um novo estudo, cosmólogos usaram as propriedades matemáticas da eternidade para mostrar que, apesar de o Universo poder durar para sempre, ele deve ter tido um começo. O Big Bang tornou-se parte da cultura popular desde que a expressão foi cunhada pelo físico Fred Hoyle, nos anos 1940, e representaria o nascimento de tudo. No entanto, o próprio Hoyle preferia muito mais um modelo diferente do cosmos: um universo de estado estacionário, sem começo nem fim, que se estende infinitamente para o passado e para o futuro. Essa ideia, entretanto, nunca vingou. Mas nos últimos anos, os cosmólogos começaram a estudar uma série de novas ideias com propriedades semelhantes. Curiosamente, essas ideias não entram necessariamente em conflito com a noção de um Big Bang.

Por exemplo, uma ideia é que o Universo é cíclico, com big bangs seguidos de “big crunches” (crises) seguido de big bangs em um ciclo infinito. Outra é a noção de inflação eterna, em que as diferentes partes do Universo se expandem e contraem em taxas diferentes. Essas regiões podem ser pensadas como universos diferentes em um multiverso gigante. [Tudo hipóteses sem confirmação empírica ou evidências sólidas, ressalte-se.]

Assim, embora pareça que vivemos em um cosmos que se expande, outros universos podem ser muito diferentes. E enquanto o nosso universo pode parecer que tem um começo, o multiverso não precisa ter um começo. [Essa é demais!]

Por fim, há a ideia de um universo emergente que existe como uma espécie de semente para a eternidade e, de repente, se expande.

Essas teorias cosmológicas modernas sugerem que a evidência observacional de um universo em expansão (como o nosso) é consistente com um cosmo sem começo nem fim. Mas não é bem assim. Audrey Mithani e Alexander Vilenkin, da Universidade Tufts em Massachusetts, EUA, dizem que todos os modelos propostos são matematicamente incompatíveis com um passado eterno. A análise dos pesquisadores sugere que esses três modelos do Universo devem ter tido um começo.

Seu argumento está centrado sobre as propriedades matemáticas da eternidade – um universo sem começo e sem fim. Tal universo deve conter trajetórias que se estendem infinitamente no passado. No entanto, Mithani e Vilenkin lembram que esse tipo de trajetória do passado não pode ser infinita se for parte de um universo que se expande de uma maneira específica.

Universos cíclicos e universos de inflação eterna se expandem dessa forma específica. Então, esses tipos de universo não podem ser eternos no passado, e devem, portanto, ter tido um começo. “Embora a expansão possa ser eterna no futuro, não pode ser estendida indefinidamente para o passado”, dizem eles.

Esses modelos podem parecer estáveis do ponto de vista clássico, mas são instáveis do ponto de vista da mecânica quântica. A conclusão é inevitável. “Nenhum desses cenários pode realmente ser eterno no passado”, diz Mithani e Vilenkin.

Como a evidência observacional é que o nosso universo está se expandindo, então ele também deve ter nascido em algum ponto no passado. Não adianta fugir dele...Voltamos para o Big Bang.


Nota: Hoyle preferia um universo sem começo nem fim, que se estende infinitamente para o passado e para o futuro. Mas, se o Universo fosse eterno para o passado, como explicar o fato de que estamos aqui, neste momento? Imagine peças de dominó empilhadas numa fileira, uma após a outra. Você conhece a brincadeira. Agora imagine que uma das pontas da fileira se estendesse ao infinito. Derrubando-se a primeira peça (seja lá onde ela estivesse, já que estaria no infinito), algum dia seria possível que as peças do presente fossem derrubadas pelo efeito dominó? Isso nunca aconteceria, pois infinito não tem começo. Da mesma forma, se nosso universo fosse infinito, não estaríamos aqui contando o tempo. Mithani e Vilenkin concluíram o que os teístas têm dito desde sempre: o Universo foi criado em algum tempo passado. Por que criado? Simples: tudo o que teve um começo tem que ter uma causa (conhece algo que teve um começo e passou a existir do nada?). Se o Universo teve um começo (e tudo indica que teve), qual foi a causa dele? Você percebe por que a imaginação naturalista simpatiza com a hipótese metafísica dos multiversos? Eles precisam dela para fugir do óbvio e impedir que Deus coloque o pé na porta, abrindo uma fresta para o transcendente que eles negam a priori.[MB]

[ QUALQUER PESSOA PODE TER DEPRESSÃO ? NO PROGRAMA NA MIRA DA VERDADE ]

DEPRESSÂO 2-NO PROGRAMA NA MIRA DA VERDADE



Sobrevivendo à Depressão – 1

Então, Ele me disse: A Minha graça te basta, porque o poder se aperfeiçoa na fraqueza. De boa vontade, pois, mais me gloriarei nas fraquezas, para que sobre mim repouse o poder de Cristo. II Cor. 12:9.
Charles Spurgeon, o grande pregador da era vitoriana, tinha períodos de profunda depressão. Uma vez, ele disse para um amigo que “existem masmorras sob o castelo do desespero.” Mas, abeberava-se das coisas espirituais. As boas-novas da graça de Deus e de Sua redenção eram muito reais para ele. Ao voltar para casa, depois de um intenso dia de trabalho, Spurgeon sentia-se muito cansado e deprimido. As pessoas levavam a ele todo problema; contudo, poucos ouviam os problemas dele.
Mas apareceu um texto para reanimá-lo. As palavras “A minha graça te basta” (II Cor. 12:9) percorreram sua mente, e ele foi ver o texto no original. Foi então que essa parcela de boas-novas o atingiu com mais força. Deus parecia falar-lhe diretamente: “A minha graça te basta.” Spurgeon viu-se respondendo em voz alta, entre gargalhadas: “Eu devia pensar que sim, Senhor.” Posteriormente, disse: “Até então, nunca havia entendido o que era o riso santo de Abraão. Descrer parecia, agora, um total absurdo”.
“Ó irmãos”, Spurgeon escreveu aos seus amigos, “sejam grandes crentes. Uma pequena fé levará sua alma ao Céu, mas uma grande fé trará o Céu para sua alma.” Ele descobriu que o Céu é viver na presença de Deus. Embora, como cristãos, aspiremos à recompensa final, uma terra em que não há sofrimento, lágrimas, dor, enfermidade nem morte, existe outra dimensão do Céu que é freqüentemente deixada de lado. Quando o fariseu inquiriu Jesus sobre o reino de Deus, ouviu como resposta: “Porque o reino de Deus está dentro de vós.” Luc. 17:21.
Quando Cristo, através do Espírito Santo, entra em nossa vida, o reino de Deus é estabelecido no coração. O Espírito cura feridas, enxuga lágrimas, dá-nos uma nova esperança. Com Spurgeon, descobrimos que a graça de Deus é suficiente. Alegre-se em Cristo. O reino de Deus está com você.
Pr. Mark Finley – Sobre a Rocha.

Crise no sistema bancário de 2008 e tendências - parte 1


Crise no sistema bancário de 2008 e tendências - parte 2


Crise no sistema bancário de 2008 e tendências - parte 3


Crise no sistema bancário em 2008 e tendências - parte 4


quinta-feira, 26 de abril de 2012


Suécia, é o primeiro país sem notas com curso legal?

O primeiro país europeu a apresentar os projetos em seu sistema monetário será responsável pelo cumprimento "nova era" profecia que incluiu o desaparecimento de dinheiro físico com o advento de métodos de pagamento digital.
Suécia introduziu o dinheiro de papel em 1661 pela mão de Johan Palmstruch forex comerciante, que deu bilhete como um recibo para quem o ouro ou outro metal depositado no Banco de Estocolmo.
[Pode interessar a você: O custo milionário de ortografia ]
Hoje, o país escandinavo está a considerar a possibilidade de novamente ser um pioneiro, mas desta vez eliminando completamente moedas, notas e qualquer expressão física do dinheiro para substituir cartões de crédito, assinaturas através do telefone móvel e gateways de pagamento da Internet.
Durante vários anos, algumas cidades suecas parou de aceitar dinheiro. Na verdade, moedas e notas e representam apenas 3% do dinheiro em circulação, em comparação com 9% da média da zona euro e 7% em os EUA. Crime Uma das principais causas de extinção dinheiro sueco é na luta contra o crime. Um aumento de assaltos à mão armada levou as instituições financeiras para iniciar uma diminuição progressiva do uso do dinheiro nas operações bancárias. A iniciativa resultou em uma redução drástica em assaltos, que passou de 110 para apenas 16 em três anos.


"Se pudermos reduzir a quantidade de dinheiro em circulação nos bancos e empresas também a reduzir os roubos", disse o porta-voz Marie Olha, para o Sindicato dos Bancários, o site da BBC."Quando totalmente abandonar o dinheiro, não houve mais roubos. Qual é o ponto de roubar um banco, se não há nada a ser?", Conclui.
O ônibus ea esmola, cartão de
crime era precisamente a razão que obrigou a cidade de Estocolmo para remover o pagamento em dinheiro de autocarros públicos, depois de vários pilotos foram agredidos pela força para remover a coleção. Agora você paga com cartões pré-pagos ou celular.
Os novos métodos de pagamento tem mesmo algumas igrejas, como Carl Gustaf em Karlshamn, sul do país. Gustaf religiosa costumes decidiu adaptar a tecnologia mais recente e se tornou o primeiro pastor do país para instalar um leitor de cartão para facilitar os paroquianos para a sua generosa doação de esmolas.


Conflito milenar pela adoração


Caminhando com Jesus


NUVENS VERDES MISTERIOSAS ASSUSTAM MOSCOU



Misteriosas nuvens verdes foram vistos sobre a capital russa, o que provocou temores de um desastre químico e até mesmo algumas teorias apocalípticas.
Mas o Ministério de Emergências está aconselhando o público a se acalmar. Ele diz que as nuvens são realmente composto de pólen de bétula, não de produtos químicos de uma fábrica supostamente queima na região de Moscou, como alguns relataram.
Algumas pessoas, no entanto, ficou tão assustada que até mesmo os comentários oficiais não poderia convencê-los. Usuários do Twitter russos foram postar mensagens alarmantes como " escolas de Moscou estão fechadas por causa da explosão! As crianças são mandadas para casa " , " Sky virou completamente verde no sul de Moscou! " e "A fábrica em Kaluga é destruída! "Uma inundação de 911 chamadas também foi registrado.
Outros acreditam que as autoridades estão escondendo informações do público: " O pólen é apenas uma desculpa.Ela pode muito bem ser o início do Apocalipse! "um popular blogueiro russo enviado para seus leitores. 
O estranho fenômeno natural, misticamente coincidiu com o 26 º aniversário do desastre de Chernobyl, que causou ainda mais as especulações sobre a retenção de informações autoridades.
Os biólogos dizem bétulas começaram a florescer, ontem, o que também explicaria porque os moscovitas começaram a espirrar. Pólen de bétula é um alérgeno forte, para que as pessoas que sofrem de febre do feno são fortemente aconselhados a tomar as medidas necessárias.




" Este pólen pode permanecer no ar por muito tempo - cerca de quatro semanas " , disse o biólogo Vladimir Murashov Ria-Novosti. "O vento pode transportar dez quilômetros a partir da árvore. "



O Grande Conflito - Testemunho de Ex-guitarrista de banda de rock